Para todo grande empreendedor, o senso de oportunidade é tudo. Na vida, no amor, no sexo, no trabalho e na sua profissão também. Nisso, o brasileiro é craque: oportunismo. Pelo menos uma categoria especial de brasileiros: OS POLÍTICOS.

    Ontem (09/05/2007), enquanto o populacho iletrado e alienado estava numa certa praça, de uma certa cidade, acenando para um certo “Santo Homem”; nossos “representantes do povo” votavam as escondidas, e enquanto o país assistia maravilhado ao Sumo Pontífice dizer em alto e bom som: “Boas Noches!” Um “aumentozinho” de salário (porque ninguém é de ferro) de trinta por cento (30%).

    Escudados na distração do povão que babava pelo “Representante de Deus”, os “representantes do povo”, cuidaram de se auto-representar com a costumeira eficiência e desprezo pelo sofrimento do povo e pelo “cinto apertado” do governo. Corruptos e sedentos por mordomias, poder e dinheiro; nossa classe política dá sempre o exemplo de como se deve ser oportunista e não ter espírito público. Fico imaginando o que pensavam, enquanto se davam esse gordo aumento. “A nação? A nação que se dane. Eu quero é mamar!”

    Aposentados que tem de gastar mais com remédios e seu sustento, recebem algo em torno de três por cento (3,3%), para se virar e pagar impostos e contas de serviços públicos que não param de subir muito além desses índices manipulados e fictícios. Índices esses, que são usados apenas nos reajustes salariais do trabalhador e aposentados. O tão propagado “déficit” da previdência não existe. Isso já foi comprovado por vários matemáticos e até por doutores em estatística da UFRJ. E dito pelo próprio governo em discurso (logo abafado) do presidente Lula. Se você duvida, basta verificar no próprio site da previdência social. Lá, você pode consultar os valores que ela tem a receber de devedores no país todo e por região. Uma consulta rápida (e já mencionada num outro “post” deste blog), mostrará que só no RJ, se apenas um terço das dívidas pendentes fossem pagas, a previdência seria superavitária.

    O que ocorre? É simples. Como as maiores devedoras são empresas do governo, de políticos, de amigos de políticos, de amigos dos amigos ou correligionários. Ou, ainda simplesmente, distribuem “agrados” nas três esferas de poder, tudo fica “na boa”. Ninguém paga nada.

    Ah! Mil perdões. É claro que alguém tem que pagar esse pato: Fique calmo! Como pude esquecer? SOMOS NÓS.

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