O dito popular reflete o pensamento de que, quem anda em más companhias acaba sendo vítima ou é confundido com elas. Sempre ouvimos desde criancinhas: “Roubar é errado”. “Agir pensando só em si mesmo é errado”. “Devemos pensar no próximo”. E outras coisas significantes que moldam o caráter das crianças e as fazem tornarem-se cidadãos de bem.

No entanto, após a queda do regime militar, o Brasil tornou-se (descaradamente) a pátria do “vale tudo”. Pergunta-se muito “o por que?” de nosso país nunca deslanchar seu potencial de desenvolvimento e tomar o seu devido lugar no cenário mundial. Alguns professores citam os EUA como exemplo; já que a menos de 150 anos, os Estados Unidos eram um país insignificante. Voltado para a agricultura e para o próprio umbigo (isso é até hoje). Mas após a primeira metade do século passado, deu um salto de desenvolvimento e tornou-se a maior potência mundial. Os países europeus, arrasados pela segunda grande guerra, saíram do desastre nazista e mergulharam no mar do desenvolvimento. O Japão, humilhado e destruído, tornou-se hoje uma grande potência tecnológica e econômica. E a lista vai por aí: Coréia do Sul, China, Índia (pasmem), etc…

Países sem um quinto dos recursos naturais do nosso, disparam em seu desenvolvimento como foguetes, enquanto nós somos forçados a ouvir a mesma coisa: “O Brasil é o país do futuro”. Só que, esse futuro, nunca chega.

Por que será? Qual é o fator preponderante para que esses saltos ocorressem? “Mágica”, “clarividência”, “Deus”, o “juízo final”? Nada disso: Políticos de qualidade.

Quer um exemplo? Após a segunda guerra, os EUA lançaram o famoso “Plano Marshall”; que consistia em ajuda econômica as nações aliadas e derrotadas para que pudessem se reerguer. Lá fora, foram abertas escolas, fábricas e houve o incremento ao empreendedorismo. Aqui, Getúlio Vargas, gastou o dinheiro com… sandálias havaianas. Não acredita? Consulte um livro de história.

E, a todo o momento, estamos recebendo exemplos da péssima qualidade de nossos políticos. Recentemente, o presidente da Câmara dos Deputados, prometeu processar e “arrancar o couro” do jornalista Arnaldo Jabor. O motivo? Um comentário feito na rádio CBN sobre a prestação de contas dos nossos “amados” políticos referente a dois meses de mandato. Qual o problema? Em dois meses, nossos “representantes populares”, consumiram (apenas em gasolina) um volume suficiente para fazer uma “pequena viagem” para a LUA. Ah!, detalhe, (já ia me esquecendo) eles poderiam apreciar a viagem espacial de ida e volta QUINZE VEZES. Isso mesmo poderiam ir e voltar da lua, quinze vezes.

Ao fazer a pergunta que todo brasileiro faz ao receber seu salário de fome, o jornalista, despertou a ira do senhor Arlindo Chinaglia. A pergunta? Ora, meu caro leitor, você sabe. Mas, vou fazê-la também: “Até quando sustentaremos gatunos e canalhas?” “Será que ninguém no ministério público, na polícia no judiciário vê isso?” “Ninguém vai preso?”

Encolerizado, Arlindo Chinaglia, resolveu criar um serviço de monitoramento da imprensa para “velar” pela moral dos deputados. Agindo como se “moral”, “honestidade”, “decência” e “espírito público” fossem palavras que os senhores deputados conhecessem. O Senhor Chinaglia quer defender o indefensável. Quer defender canalhas ladrões. Mas, pensando bem, até rima…

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