
Uma quadrilha é um grupo de pessoas que se reúne para praticar atos ilícitos. Uma família é um grupo de pessoas unidas pelo laço de sangue ou de amor e que se unem para protegerem-se uns aos outros. Os amigos, esses são pessoas de que nos aproximamos, seja por motivo de trabalho ou outras afinidades, esses amigos também se unem para protegerem-se ou para fazer coisas que tragam prazer ao grupo.
E disso: Família, amigos e quadrilhas, nosso senador Renan Calheiros entende. Nesta semana, ele enfrentará o primeiro julgamento no conselho de ética. A denúncia, de muitas, é a que iniciou toda a apuração de falcatruas: O pagamento de pensão alimentícia pelo lobista.
Mas, como todo homem de família, ele não enfrentará sozinho seus pares. Seu irmão; o também senador Olavo Calheiros, terá que se explicar sobre as denúncias de que é alvo após os resultados da Operação Navalha da Polícia Federal. Além de levar um dinheiro da Gautama, ele conseguiu que sua fábrica de cerveja avaliada em 10 milhões de reais; fosse comprada pela Schincariol pela bagatela de 27 milhões de reais. Como se pode, claramente, observar, os irmãos Calheiros são homens de negócios muito talentosos. Enquanto um consegue vender gado por valores superiores ao de mercado e altos até pelos padrões de comércio de gado europeu; o outro faz uma fábrica de 10 milhões ser negociada por mais de duas vezes e meia o seu valor comercial. Isso sim é que é tino comercial.
No entanto, como em toda a família, quadrilha e grupo de amigos; eles estão tranqüilos. Afinal, serão julgados por seu pares. Lá encontrarão amigos, familiares e membros da grande quadrilha que se estabeleceu em nosso congresso. As articulações para salvá-los são tão despudoradas e praticadas tão descaradamente que até ao ministro da defesa, Antonio Carlos Jobim, os Calheiros foram pedir auxílio. A idéia é manter a votação secreta. Assim cada parlamentar amigo e membro da quadrilha, poderão dar seu voto de apoio e, assim, impedir que a verdade se manifeste e que mais um corrupto seja afastado do poder.
Não dá para imaginar que pessoas com objetivos comuns como, enriquecer e ter mais privilégios, vão se dar ao luxo de retirar de cena alguém que poderá abrir tantos caminhos. Sem contar que Renan é conhecedor de todas as mamatas e falcatruas realizadas nos bastidores daquela casa. Tanto é verdade que ameaçou várias vezes os senadores de abrir sua caixinha de maldades e revelar ao povo o que está por trás dos “Vossas Excelências” e dos rapapés. O descaramento e a certeza com que afirmou isso foram tão grandes, que chegou a ponto de interpelar o líder dos Democratas; senador José Agripino Maia, que o admoestava pedindo sua renúncia, dizendo: “Vsa.Excia. não resistiria a um exame detalhado em seus empréstimos estatais…” O que fez o, tão falante, senador calar-se e recolher-se a sua insignificância medrosa.
A podridão é tão grande e tão disseminada que, não vemos uma maneira de acabar com ela. As instituições democráticas de nosso país foram tomadas de assalto por um bando de criminosos que delas se aproveitam e nas quais se refestelam com seus privilégios. Não há mais o temor do ridículo nem a ilusão tênue da honra ou do respeito. Eles já não procuram manter as aparências, roubam e fazem suas negociatas a luz do dia e na cara de todos. Divulgam suas conquistas e pretensões na imprensa e nos meios de comunicação sem pudores.
E nós, assistimos a tudo enojados. Uma quadrilha é um grupo de pessoas que se reúne para praticar atos ilícitos. Uma família é um grupo de pessoas unidas pelo laço de sangue ou de amor e que se unem para protegerem-se uns aos outros. Os amigos, esses são pessoas de que nos aproximamos, seja por motivo de trabalho ou outras afinidades, esses amigos também se unem para protegerem-se ou para fazer coisas que tragam prazer ao grupo.
E disso: Família, amigos e quadrilhas, nosso senador Renan Calheiros entende. Nesta semana, ele enfrentará o primeiro julgamento no conselho de ética. A denúncia, de muitas, é a que iniciou toda a apuração de falcatruas: O pagamento de pensão alimentícia pelo lobista.
Mas, como todo homem de família, ele não enfrentará sozinho seus pares. Seu irmão; o também senador Olavo Calheiros, terá que se explicar sobre as denúncias de que é alvo após os resultados da Operação Navalha da Polícia Federal. Além de levar um dinheiro da Gautama, ele conseguiu que sua fábrica de cerveja avaliada em 10 milhões de reais; fosse comprada pela Schincariol pela bagatela de 27 milhões de reais. Como se pode, claramente, observar, os irmãos Calheiros são homens de negócios muito talentosos. Enquanto um consegue vender gado por valores superiores ao de mercado e altos até pelos padrões de comércio de gado europeu; o outro faz uma fábrica de 10 milhões ser negociada por mais de duas vezes e meia o seu valor comercial. Isso sim é que é tino comercial.
No entanto, como em toda a família, quadrilha e grupo de amigos; eles estão tranqüilos. Afinal, serão julgados por seu pares. Lá encontrarão amigos, familiares e membros da grande quadrilha que se estabeleceu em nosso congresso. As articulações para salvá-los são tão despudoradas e praticadas tão descaradamente que até ao ministro da defesa, Antonio Carlos Jobim, os Calheiros foram pedir auxílio. A idéia é manter a votação secreta. Assim cada parlamentar amigo e membro da quadrilha, poderão dar seu voto de apoio e, assim, impedir que a verdade se manifeste e que mais um corrupto seja afastado do poder.
Não dá para imaginar que pessoas com objetivos comuns como, enriquecer e ter mais privilégios, vão se dar ao luxo de retirar de cena alguém que poderá abrir tantos caminhos. Sem contar que Renan é conhecedor de todas as mamatas e falcatruas realizadas nos bastidores daquela casa. Tanto é verdade que ameaçou várias vezes os senadores de abrir sua caixinha de maldades e revelar ao povo o que está por trás dos “Vossas Excelências” e dos rapapés. O descaramento e a certeza com que afirmou isso foram tão grandes, que chegou a ponto de interpelar o líder dos Democratas; senador José Agripino Maia, que o admoestava pedindo sua renúncia, dizendo: “Vsa.Excia. não resistiria a um exame detalhado em seus empréstimos estatais…” O que fez o, tão falante, senador calar-se e recolher-se a sua insignificância medrosa.
A podridão é tão grande e tão disseminada que, não vemos uma maneira de acabar com ela. As instituições democráticas de nosso país foram tomadas de assalto por um bando de criminosos que delas se aproveitam e nas quais se refestelam com seus privilégios. Não há mais o temor do ridículo nem a ilusão tênue da honra ou do respeito. Eles já não procuram manter as aparências, roubam e fazem suas negociatas a luz do dia e na cara de todos. Divulgam suas conquistas e pretensões na imprensa e nos meios de comunicação sem pudores.
E nós, assistimos a tudo enojados.

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