Visão Panorâmica

LENDAS, MITOS E A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER.


impunidade política habeas corpus



Viver no Brasil é uma experiência incrível. Gozamos de uma certa liberdade e podemos fazer algumas coisas legais.

Digo isso; porque quem vive nas grandes cidades brasileiras como eu; não pode mais sair à noite e passear com sua família. Nem tão pouco abdicar das grades, dos cães ferozes e das armas.

Digo isso; porque mesmo com tantos problemas e fraudes eleitorais que se “sucedem sucessivamente numa sucessão de sacanagens” (eu sempre quis escrever isso), os tribunais eleitorais ainda dão mais importância ao fato de eu expor aqui minha opinião a favor, ou contra, algum candidato; do que se este mesmo candidato responde a 8.925 processos.

Digo isso; porque mesmo se eu for um funcionário público com um salário de pouco mais de sete mil reais. Mas, num exame de minhas finanças, descobrem que eu gasto por mês mais de trinta mil e, ainda por cima acumulei um patrimônio incrível em pouquíssimo tempo; nada me acontecerá. Pois mesmo que seja preso, meus colegas corruptos se unirão para me libertar. E isso tudo dentro da lei.

Digo isso; porque ao exercer um cargo importantíssimo como o de ministro de estado e ter em minhas mãos as decisões sobre bilhões de reais; e eu, simplesmente armar um esquema para receber uma parte desse dinheiro, sendo flagrado, basta sorrir e alegar inocência. Afinal, a questão não é se eu roubei. A questão é posso roubar muito mais e não me sujaria com uma merreca. Estranhamente, mesmo tendo sido flagrado há poucos dias em ligações telefônicas com um grupo de acusados. E comprando uma mansão de mais de duzentos mil reais a vista em dinheiro. Mas eu juro que o dinheiro é limpo. Fruto de minhas economias. Mesmo que ganhe apenas dez ou doze mil reais por mês e que jamais tivesse essa importância em minhas contas.

Digo isso; porque mesmo após governar um estado riquíssimo por cerca de doze anos e cobrar os mais altos impostos da federação; saio do governo deixando-o praticamente falido e com meus mais íntimos assessores envolvidos nas mais variadas falcatruas. Contudo, basta que eu diga que não os conheço e que sou um “homem de Deus”. E logo terei uma nova legião de eleitores dispostos a me reconduzir ao poder.

Digo isso; porque se eu estiver num dia de fúria e desejar descontar minhas frustrações e problemas, basta que eu pegue minha arma e vá para as ruas. Num país tão maravilhoso como este, posso escolher se me embriago num bar e dirijo em alta velocidade por aí até abater um pobre coitado qualquer, que atravesse o meu caminho. Ou posso ainda matar uma pessoa qualquer para desabafar. É maravilhoso porque, mesmo após matá-la, percebo que ainda estou raivoso; e que posso matar quantas eu quiser. Pois as leis me facultam o direito ao crime continuado.

Digo isso; porque mesmo após matar milhares. Se não for apanhado na hora e nem deixar testemunhas vivas; a polícia desestimulada e mal aparelhada jamais me localizará. Pois se eu não for me entregar, nunca terão meios e nem recursos para me localizar na multidão de rostos. E mesmo que minha consciência pese e eu me apresente; encontrarei um juiz sempre de braços abertos para me condenar a trinta anos que, num piscar de olhos, serão transformados por esse mesmo juiz em dois ou três anos de prisão. Isso se eu não quiser gastar com bons advogados. Aí, mesmo que eu me entregue e confesse; ficarei anos aguardando um julgamento que pode nunca chegar.

Digo isso; porque mesmo que eu roube milhões (e até bilhões). Mesmo que seja preso, basta me declarar doente para que o judiciário desse país maravilhoso se apiede de mim e coloque-me em prisão domiciliar. Lá, enquanto como caviar, bebo champanhe e me divirto com meu novo home theater, vejo meus herdeiros usufruindo os milhões que roubei e deixarei como herança.

Digo isso; porque lá fora, acham que essas coisas são mitos e lendas. Inverossímeis demais para que aconteçam num país tão grande e evoluído quanto o nosso. A estes céticos, entre uma tragada e outra em meu charuto cubano enrolado nas grossas coxas das mais belas mulatas, conto-lhes que uma vez li um livro com um título que me lembrou muito essa minha “Terra Brasilis”: A Insustentável Leveza do Ser.

Enfim; mesmo minhas ponderações não tendo nada em comum com o enredo do livro, o título transmite para mim toda a síntese do que representa a beleza e a benção de ser brasileiro.


GAROTINHOS, ARTES E CASTIGOS.


àlvaro Lins e Garotinho Escândalo


Quando Leonel Brizola trouxe para a capital do Rio de Janeiro a família/quadrilha “Garotinho” ele nunca imaginou que seu pupilo, pouco tempo depois, o apunhalaria pelas costas e partiria para outros ares ao ser contrariado e repreendido pelo velho caudilho, devido as suas práticas espúrias ao “fazer política”. Curiosamente, mesmo sendo um político medíocre e com administrações pífias, Garotinho tem um dom: O dom de montar esquemas bem feitos.

Foi assim com os fiscais da Receita Estadual que, apesar do Rio de Janeiro cobrar uma das maiores alíquotas de ICMS do Brasil, estranhamente faliu durante os três mandatos da família Garotinho. Mesmo tendo nomeado Silveirinha para a chefia dos fiscais sem que ele tivesse as qualificações exigidas por lei, uma manobra exitosa graças a uma mudança na lei que possibilitou, a seu elemento de infiltração, ser nomeado para o cargo. E não obstante Silveirinha ter sido seu colaborador, tesoureiro de campanha e assessor direto desde os tempos da Prefeitura de Campos dos Goytacases; Garotinho safou-se politicamente quando a bomba estourou com o incrível argumento de que “não conhecia” Silveirinha. As perguntas sobre esse relacionamento, que ninguém fez na época não sei por qual motivo, eram até simples: Se não o conhecia; porque alterou uma lei “secular” do estado para nomeá-lo? Se não o conhecia; como explicar sua atuação constante e íntima desde os tempos da Prefeitura de Campos? Quer por sorte; quer por incapacidade do Ministério Público, Garotinho se safou sem qualquer arranhão. E apenas Silveirinha e mais uma meia dúzia de fiscais pagaram o pato.

Agora, com a prisão de seu “Menino de Ouro”, Álvaro Lins, que ficou na chefia da principal secretaria de estado dos governos de Garotinho e de sua esposa. O Ministério Público tendo provas contundentes de que esse secretário usava seu cargo como forma de favorecer criminosos e de expor policiais que se opunham aos seus crimes; fez Garotinho, novamente, voltar à tona como favorecedor de um esquema e real cabeça por trás do grupo. Digo “real cabeça”, pois sem sua participação óbvia e efetiva no grupo, Álvaro Lins jamais conseguiria armar o sistema que montou e mantê-lo em funcionamento.

Ligações telefônicas provam que os policias que não compactuavam com o esquema, tinham suas delegacias dilapidadas e eram abandonados a própria sorte pelo governo. É a prática do terrorismo de estado. Cuja vítima principal é o cidadão.

Se Garotinho não estivesse envolvido, seria fácil notar que algo estava errado. Como no esquema de Silveirinha; certamente os tentáculos e a ganância de Garotinho se beneficiaram do novo esquema com Álvaro Lins. Seu suporte e seu poder político, foram cruciais para a implantação e consolidação desse esquema criminoso.

Contudo, novamente quer por ineficiência; quer por falta de vontade maior, o Ministério Público não consegue provas mais robustas contra Garotinho em relação ao recebimento de valores da quadrilha. Tudo indica que, mais uma vez, o cara-de-pau se safará e apenas seus “laranjas” pagarão o pato. Afinal, eles têm muito mais a ganhar do que a perder ficando calados. Quem sabe até, num futuro novo governo Garotinho ou de sua quadrilha, eles consigam novamente um lugar ao sol.

Mas uma coisa é certa. Sem a ajuda de um elemento chave e fundamental, nem Álvaro Lins com sua quadrilha de policiais safados e nem Silveirinha com sua quadrilha de fiscais corruptos e muito menos Garotinho, com sua quadrilha familiar, conseguiriam estabelecer seus tentáculos sobre o Estado do Rio de Janeiro. E esse elemento você conhece muito bem, caro leitor: Somos nós mesmos.

Um povo que não presta atenção nos homens que elege para cargos públicos; está condenado a ser roubado por eles. E assim, eles fazem as artes e nós ficamos com os castigos.

Pense nisso.


ÍNDIOS, MÁFIAS E A INOCÊNCIA ESTÚPIDA.


Índios e Falsos Índios


Na série de artigos que escrevi aqui recentemente sobre a influência perniciosa e a manipulação de índios pelas ONGs estrangeiras na Amazônia, fui crucificado por alguns leitores e até índios se manifestaram aqui se dizendo ofendidos pelas minhas colocações em relação a minha desconfiança sobre a idoneidade dos “caciques” e do que chamo de pseudoindigenistas.

Pois é, mas nada como um dia após o outro para que, aos poucos, a verdade e a realidade cuidarem de esmagarem com sua força e seus argumentos irrefutáveis, os inocentes estúpidos que acham que o simples fato de um indivíduo ser um índio ou um descendente das honradas tribos dos antepassados que, orgulhosamente, protegiam nossa selva dos estrangeiros e dos aproveitadores; lhes conferiria automaticamente um status de confiáveis, honestos e incorruptíveis. Dotados de pureza de intenções digna de Tupã e de todos os seres da rica mitologia dos povos da floresta.

Contudo, uma operação da Polícia Federal que leva o nome de uma dessas entidades protetoras da floresta; O Caipora mostrou que não basta ser índio ou ser descendente de índios para ser honesto e protetor da floresta. Eu iria mais longe; e perguntaria o que vocês acham da recente onda de manifestações dos “índios” que, agindo organizadamente invadiram vários prédios públicos e estradas? O que vocês acham de vê-los exigindo pedágio e chantageando empresas em troca de suborno para que permitam a passagem dos veículos? O que acham de vê-los com seus óculos escuros, calças jeans, carros importados e pick-ups?

Desbaratada pela operação, uma quadrilha de madeireiros do Mato Grosso que era composta por funcionários da FUNAI, Policiais Rodoviários Federais, Funcionários Públicos do Estado e, pasmem, um índio. Aliciavam as tribos da Reserva do Vale do Guaporé para que em troca de carros e de dinheiro, permitissem o desmatamento da reserva e a retirada ilegal da madeira. Pois os “honestos e puros” índios permitiram que 5% da reserva sob sua guarda fossem totalmente destruídos. Uma área correspondente a 5.888 hectares.

Essa operação mostra claramente como pode ser perniciosa a atuação que os grupos de “falsos índios” podem ter quando se confiam a eles vastas extensões de terras ricas em recursos naturais. Diferentemente dos verdadeiros índios, como os da tribo dos Ashaninka que ao se depararem com madeireiros em sua reserva, convocaram a Polícia Federal e o Exército e prenderam todo mundo.

A conclusão é muito clara: Pelo simples fato de um indivíduo pertencer ao grupo étnico indígena, tal condição genética não o transforma em santo e nem em protetor abençoado da floresta. Entregar as riquezas da Amazônia aos grupos de índios que já abandonaram seus laços com a selva; é entregar um tesouro imenso nas mãos de pessoas ambiciosas e gananciosas. Prontas a destruir a floresta num piscar de olhos; desde que recebem algo que lhes seja aprazível. Enquanto o verdadeiro índio preserva, guarda e vigia o seu (e nosso) patrimônio; os que se fazem de índios querem se apoderar dele apenas para o torrarem o mais rápido possível para que possam viver com o que julgam riqueza.

Formando verdadeiras máfias e aliando-se a madeireiros e usurpadores nacionais e estrangeiros, esses aproveitadores traem o solo que os abrigou e criou por tanto tempo e que foi defendido com unhas e dentes por seus ancestrais. E, em alguns casos, cospem no solo que bebeu muito do sangue dos que vieram antes deles e que preferiram morrer lutando a entregarem as riquezas da floresta aos invasores. Hoje, aproveitam-se da inocência estúpida dos que são enganados e iludidos por eles para, simplesmente, darem vazão a uma ganância e uma sordidez aprendida e assimilada do homem branco. Longe das tradições honradas de seus antepassados, esses verdadeiros parasitas sociais querem apenas aproveitar-se de uma situação e de uma condição genética e cultural que, eles mesmos, já abandonaram faz tempo. São apenas “índios de conveniência”.

Pense nisso.


MORAL, ÉTICA E AS PALAVRAS VAZIAS.


Conselho de ética


Com o anúncio das últimas provas da Polícia Federal contra o deputado Paulinho Pereira, o “Paulinho Da Força”, a corregedoria da Câmara dos Deputados resolveu encaminhar o processo diretamente para o Conselho de Ética da casa. Segundo o corregedor, nem adianta criar uma comissão para analisar os fatos; há provas contundentes. E acrescentou: “- Não tenho a menor dúvida da culpa do deputado Paulinho. Fazer comissão de sindicância na Corregedoria seria perda de tempo. O melhor é encaminhar direto ao Conselho de Ética. A situação é gravíssima. Tem algum termo mais forte que gravíssimo? Se tivesse, seria o termo (a ser usado para definir a situação de Paulinho)”. (Fonte O Globo On-Line)

Infelizmente, todos nós temos consciência de que isso tudo não passa de um triste jogo de cena. Pois bastará que o Deputado Paulinho “Da Força” conheça os podres de meia dúzia de três ou quatro colegas; que será absolvido em plenário mesmo que condenado na farsa do Conselho de Ética. O nível do Conselho e o gabarito dos julgadores, já pode ser medido pelo próprio corregedor.

Inocêncio Oliveira já foi condenado (vejam bem, c-o-n-d-e-n-a-d-o) por manter empregados em regime de escravidão em uma de suas fazendas. E livrou-se de uma pesada multa através de um artifício (vendeu a fazenda após a condenação na primeira instância). (leia aqui)

Portanto, qual a autoridade moral deste senhor ao ser empossado como “representante do povo” e ocupar um cargo de corregedor? Só mesmo em um país estranho e com a população tão desligada da importância do ato de votar como o nosso. Pouco me importa a qual partido pertençam, pessoas já condenadas e por um crime tão grave como o de submeter seu semelhante à escravidão, sequer mereciam ter seu nome divulgado. Deveriam ser condenadas ao ostracismo perpétuo e a execração social em todos os âmbitos. Além, é claro, da cadeia. Mas, aqui em nosso país varonil, eles se tornam deputados e corregedores.

Certamente haverá pirotecnias e discursos exaltados em mais um espetáculo dantesco desse mal fadado Conselho de Ética. Haverá mais um show de horrores onde a moral e a retidão de caráter são apenas atributos dos otários e idiotas. Mais uma vez, poderemos ver a fantasia de um relatório fictício condenar a perda do mandato para que, logo em seguida, o “áureo” plenário absolva completamente mais um corrupto notório. O pior de tudo, é que nas próximas eleições, Paulinho será reeleito e sorridente dirá: “Fui absolvido pelas urnas”. E esfregará triunfante seu patrimônio milionário em nossas caras de tacho.

E assim, de maracutaia em maracutaia, eles vão enriquecendo e nós vamos bancando seus luxos, através de impostos maiores e sempre mais pesados. Eles riem, bebem champanhe e fumam seus charutos; nós choramos e morremos nas filas dos superlotados hospitais mal aparelhados e abandonados. Tudo porque graças a nós mesmos, moral e ética passaram a ser apenas palavras vazias.

Nisso tudo, só uma pergunta se faz necessária: Até quando?

Pense nisso, caro leitor.


ÍNDIOS, INTERESSES E DIFERENÇAS.


Internacionalização da Amazônia


Assistindo a reportagens na Rede Bandeirantes e na Rede Globo de televisão ontem (27/05) pude ver claramente as diferenças entre os grupos de índios que sempre procuro mostrar nessa série de artigos sobre o problema da ação nefasta das ONGs estrangeiras na Amazônia.

Enquanto lá fora se discute abertamente em universidades, na ONU e em outros centros importantes sobre a internacionalização da Amazônia; sempre com a desculpa esfarrapada de que só isso seria capaz de proteger o incrível patrimônio mineral; hídrico e biológico desse verdadeiro paraíso econômico de nós brasileiros.

Infelizmente, nossas autoridades estão aturdidas e parecem não terem ainda se dado conta do que está por trás de toda essa movimentação internacional e a atuação dessas ONGs que querem “ajudar” os índios a conquistarem “seu lugar” ao sol. Estranhamente, essas ONGs nunca atuam em área de pouco potencial econômico. Por que será?

Usando índios aculturados como massa de manobra, eles mostram como o dinheiro pode ser um facilitador em suas vidas, regando com um farto fluxo de verbas oriundas de governos estrangeiros a vida dos antes paupérrimos “ex-silvícolas”. Assim, da noite para o dia, índios que viviam na floresta em suas cabanas ou ocas, passaram a ser “importantes’ gerentes de verdadeiras fortunas em verbas internacionais que lhes proporcionaram um destaque econômico entre seus iguais. Além, é claro, de insuflarem suas vaidades com o assédio da imprensa nacional e internacional sob a farsa de que são ”grandes líderes” de seu povo. Na verdade, são apenas fantoches de estrangeiros que querem causar instabilidade na região e, assim, aproveitarem-se da situação criando das condições para a internacionalização da Amazônia e a conseqüente apropriação de suas incríveis riquezas naturais. Algo avaliado, por baixo, por um órgão da ONU em mais de 70 trilhões de dólares.

Nosso serviço de informações (ABIN) descobriu inclusive, que uma dessas ONGs que atua diretamente sobre os índios dessa região, tem por trás de suas ações um mega empresário sueco; o senhor Johan Eliasch. Que deu uma entrevista estapafúrdia dizendo que compraria a Amazônia por US$ 50 milhões. Talvez, seja esse o método pelo qual as potências estrangeiras estejam trabalhando. Investindo através das ONGs e montando um esquema que leve a tal instabilidade na região que o país se veria compelido pela comunidade internacional a ceder as pressões para a internacionalização.

Enquanto esses índios pregam a segregação racial e o separatismo, com a entrega das ricas reservas amazônicas para a nação que pagar mais; outros índios que vivem fora da zona de influência dessas ONGs fictícias cuidam e zelam pela segurança de nossas riquezas e pela integridade de nosso território nacional.

No Alto-Juruá, na fronteira com o Peru, a tribo dos Ashaninka, que vive embrenhada na floresta e longe da ação perniciosa das ONGs estrangeiras, detectou que madeireiros peruanos estavam invadindo nosso território e roubando as riquezas da floresta. Ante ao poderio bélico dos invasores, fizeram contato por intermédio de um computador doado por uma ONG genuinamente brasileira; fundada pelo empresário paulista Rodrigo Baggio: O Comitê para Democratização da Informática. Que, ao contrário dos “amigos” estrangeiros, visou apenas dar meios aos índios de se comunicarem com o país e o mundo mais rapidamente.

Então, através deste computador, conseguiram acionar o Exército e a Polícia Federal que chegaram rapidamente ao local em helicópteros, prendendo os invasores e destruindo todo o equipamento e as toras cortadas; bem como, apreendendo todas as armas dos peruanos.

Essa é a diferença entre ajudarem-se realmente os povos indígenas ou fazê-los apenas de massa de manobra para servirem aos interesses das grandes potências estrangeiras. Nada é mais estranho do que o aumento dos debates, seminários e reuniões nos países estrangeiros abordando a internacionalização da Amazônia, no exato momento em que as atividades agressivas e atípicas dos índios que estão sob a influência das ONGs estrangeiras começaram. E “coincidentemente”, também se pede a internacionalização de nossa plataforma continental (as 200 milhas territoriais) após as recentes descobertas das gigantescas bacias petrolíferas.

Fica, cada vez mais claro, o interesse espúrio e a avidez com que os estrangeiros vêem o potencial econômico de nossas riquezas naturais. E que temem um futuro bem próximo onde o Brasil despontará como importante potência econômica no cenário mundial. Fica claro também, que se nosso governo não abrir os olhos rapidamente seremos todos pegos com as calças arriadas por notícias negativas em relação a realização desse nosso futuro brilhante. A Amazônia é dos brasileiros; sejam eles índios, negros, amarelos ou brancos.

E você leitor; o que pensa disso?


OS BONS, OS MAUS E OS FEIOS.


Lamaçal no Congresso Nacional


A morte do senador amazonense Jefferson Péres na última sexta-feira (23/05), deixa o Brasil numa das piores situações políticas em que já nos encontramos. A profusão de escândalos, maracutaias, armações e desvios de todo o gênero, encontravam nele um perseguidor implacável e um acusador feroz.

Por mais estranho que possa parecer, ele foi o único a se levantar contra o infame escândalo do caso de Renan Calheiros, que curiosamente completa um ano de impunidade pura. Em sua coragem e altivez de homem honesto e que nada deve a ninguém. Jefferson Péres foi à voz destoante da claque de amigos, comparsas e pessoas com rabo preso que distribuíam tapinhas nas costas do senador alagoano.

Com uma hombridade a toda prova, Jefferson Péres foi o único com peito suficiente para romper o corporativismo e pedir em seu relatório a cassação do mandato do “rei do gado” alagoano. Infelizmente, as ameaças de Renan Calheiros de divulgar fatos comprometedores de seus colegas, fizeram com que as provas fossem ignoradas e ele absolvido. Mais uma vez nesse país a falta de vergonha na cara venceu.

É inacreditável ter de dizer isso, mas com a morte de Jefferson Péres, corremos o grave risco de não termos mais nenhuma voz séria e preocupada com as reais condições de vida do povo brasileiro no senado. Até mesmo os históricos combatentes, como o senador Suplicy, tiveram suas atuações apagadas pelo verdadeiro mar de lama que tomou conta de nossa política nessa legislatura. Sem qualquer medo de falar; uma das piores legislaturas que já tivemos nesse país.

Sua morte me faz pensar como Deus pode ser perverso. Sempre escutei dizer que Ele leva para o céu os bons e justos, porque os deseja perto de si. No caso da política de nosso país, ultimamente Deus tem se mostrado um sádico perverso e mau. Levando prematuramente para si nomes como Jefferson Péres, Betinho, Darcy Ribeiro e outros tantos; e nos deixando aqui com os piores emissários demoníacos que um país pode gerar.

Exagero ou não; a verdade é que se vão os bons e ficam apenas os maus e os feios.

Pense nisso.


ÍNDIOS, FANTOCHES, FACÕES E OS MALANDROS INTERNACIONAIS.


ìndios ou Fantoches?


Todo esse episódio envolvendo os índios brasileiros e as ONGs estrangeiras que os usam como massa de manobra para conseguir penetração e a posterior internacionalização da Amazônia; tem o único intuito de abocanhar nossos recursos minerais e biológicos na região. E traz a tona à questão da manipulação dos índios, e dos que se dizem índios; mas que, na verdade, apenas descobriram no apoio as ONGs uma forma rápida e eficaz de enriquecerem.

Agora parece claro que essas ONGs desejam apenas criar, incentivar e propagar o ódio e o repúdio a ordem e ao povo brasileiro entre os índios. Estes que sempre foram considerados como importantes guardiões da selva amazônica, hoje se reduziram a gananciosos “playboys” motorizados e recheados de recursos estrangeiros para fomentar confusões e violência na região.

As investigações da Polícia Federal em torno do ataque realizado ao engenheiro da Eletronorte, mostraram claramente como agem essas ONGs e esses malandros estrangeiros que posam de bons moços. Mas, na verdade, querem mesmo é meter a mão em nossas riquezas naturais.

O fato do líder da ONG que realizava o evento e um padre da pastoral associada terem sido filmados comprando os facões para os índios, é gravíssimo. E, muito além disso, é a prova cabal e inquestionável do que está acontecendo na Amazônia. A ingerência e a interferência estrangeira em nosso território.

Mesmo com as imagens; o padre e o “indigenista” negaram terem comprado os facões. Contudo, a simples verificação das notas fiscais emitidas pela loja, mostrou que foram eles mesmos os compradores dos facões e a própria ONG pagou por eles.

Por mais que neguem; foram filmados e a compra está documentada. Como negar o fato? Chegou a hora de dar um basta e eliminar esses aproveitadores escroques de nosso território. Da mesma forma, punir severamente com o rigor da lei, tanto os índios quanto o padre e o “indigenista”. Pois, ao contrário do que muitos pensam, pela legislação atual esses índios são considerados “integrados” e portanto, podem responder por seus atos criminalmente. É chegada a hora de botar ordem na casa e colocar os “pingos nos is”. As punições deveriam começar com o banimento e a expulsão dessas ONGs e seus integrantes; bem como a apreensão de todo o armamento em poder dos índios.

Infelizmente, a tradição brasileira reza que tudo será minimizado e ninguém será punido. Já há um advogado disposto a defender os acusados e afirma que não há ligação entre a compra dos facões e o ataque ao engenheiro.

Essa é o tipo de afirmação absurda que não convence ninguém que tenha mais de dois neurônios e que beiram o ridículo. Os índios, o indigenista e o padre foram até a loja; foram filmados e há uma nota fiscal que comprova a compra dos facões e o pagamento dos mesmos pela ONG NO MESMO DIA DO EVENTO. Logo depois, o engenheiro é atacado com esses facões pelos índios.

Se não há ligação entre esses fatos; o que há então: Coincidências? Apenas uma frase pode definir isso tudo:

Poupe-me caro “doutor”; esses índios são, na verdade, apenas meros fantoches.

E você leitor, o que pensa disso?


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