
Assistindo a reportagens na Rede Bandeirantes e na Rede Globo de televisão ontem (27/05) pude ver claramente as diferenças entre os grupos de índios que sempre procuro mostrar nessa série de artigos sobre o problema da ação nefasta das ONGs estrangeiras na Amazônia.
Enquanto lá fora se discute abertamente em universidades, na ONU e em outros centros importantes sobre a internacionalização da Amazônia; sempre com a desculpa esfarrapada de que só isso seria capaz de proteger o incrível patrimônio mineral; hídrico e biológico desse verdadeiro paraíso econômico de nós brasileiros.
Infelizmente, nossas autoridades estão aturdidas e parecem não terem ainda se dado conta do que está por trás de toda essa movimentação internacional e a atuação dessas ONGs que querem “ajudar” os índios a conquistarem “seu lugar” ao sol. Estranhamente, essas ONGs nunca atuam em área de pouco potencial econômico. Por que será?
Usando índios aculturados como massa de manobra, eles mostram como o dinheiro pode ser um facilitador em suas vidas, regando com um farto fluxo de verbas oriundas de governos estrangeiros a vida dos antes paupérrimos “ex-silvícolas”. Assim, da noite para o dia, índios que viviam na floresta em suas cabanas ou ocas, passaram a ser “importantes’ gerentes de verdadeiras fortunas em verbas internacionais que lhes proporcionaram um destaque econômico entre seus iguais. Além, é claro, de insuflarem suas vaidades com o assédio da imprensa nacional e internacional sob a farsa de que são ”grandes líderes” de seu povo. Na verdade, são apenas fantoches de estrangeiros que querem causar instabilidade na região e, assim, aproveitarem-se da situação criando das condições para a internacionalização da Amazônia e a conseqüente apropriação de suas incríveis riquezas naturais. Algo avaliado, por baixo, por um órgão da ONU em mais de 70 trilhões de dólares.
Nosso serviço de informações (ABIN) descobriu inclusive, que uma dessas ONGs que atua diretamente sobre os índios dessa região, tem por trás de suas ações um mega empresário sueco; o senhor Johan Eliasch. Que deu uma entrevista estapafúrdia dizendo que compraria a Amazônia por US$ 50 milhões. Talvez, seja esse o método pelo qual as potências estrangeiras estejam trabalhando. Investindo através das ONGs e montando um esquema que leve a tal instabilidade na região que o país se veria compelido pela comunidade internacional a ceder as pressões para a internacionalização.
Enquanto esses índios pregam a segregação racial e o separatismo, com a entrega das ricas reservas amazônicas para a nação que pagar mais; outros índios que vivem fora da zona de influência dessas ONGs fictícias cuidam e zelam pela segurança de nossas riquezas e pela integridade de nosso território nacional.
No Alto-Juruá, na fronteira com o Peru, a tribo dos Ashaninka, que vive embrenhada na floresta e longe da ação perniciosa das ONGs estrangeiras, detectou que madeireiros peruanos estavam invadindo nosso território e roubando as riquezas da floresta. Ante ao poderio bélico dos invasores, fizeram contato por intermédio de um computador doado por uma ONG genuinamente brasileira; fundada pelo empresário paulista Rodrigo Baggio: O Comitê para Democratização da Informática. Que, ao contrário dos “amigos” estrangeiros, visou apenas dar meios aos índios de se comunicarem com o país e o mundo mais rapidamente.
Então, através deste computador, conseguiram acionar o Exército e a Polícia Federal que chegaram rapidamente ao local em helicópteros, prendendo os invasores e destruindo todo o equipamento e as toras cortadas; bem como, apreendendo todas as armas dos peruanos.
Essa é a diferença entre ajudarem-se realmente os povos indígenas ou fazê-los apenas de massa de manobra para servirem aos interesses das grandes potências estrangeiras. Nada é mais estranho do que o aumento dos debates, seminários e reuniões nos países estrangeiros abordando a internacionalização da Amazônia, no exato momento em que as atividades agressivas e atípicas dos índios que estão sob a influência das ONGs estrangeiras começaram. E “coincidentemente”, também se pede a internacionalização de nossa plataforma continental (as 200 milhas territoriais) após as recentes descobertas das gigantescas bacias petrolíferas.
Fica, cada vez mais claro, o interesse espúrio e a avidez com que os estrangeiros vêem o potencial econômico de nossas riquezas naturais. E que temem um futuro bem próximo onde o Brasil despontará como importante potência econômica no cenário mundial. Fica claro também, que se nosso governo não abrir os olhos rapidamente seremos todos pegos com as calças arriadas por notícias negativas em relação a realização desse nosso futuro brilhante. A Amazônia é dos brasileiros; sejam eles índios, negros, amarelos ou brancos.
E você leitor; o que pensa disso?
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Eu sempre bato palmas para você, brilhante!
Quem derá o país ter uma pessoa como você no congresso nacional. Quem sabe assim a nação e esses políticos safados pudessem se render à você!
Abraço,
Minha eterna admiração por você.
Acho que os únicos índios que deveriam ter alguma ajuda de Ongs ou da Funai são aqueles que vivem como índios, metidos na floresta, vestindo roupas típicas e sem mordomias da vida moderna.
Índio que fica com roupa da seleção, assistindo TV e vivendo de ajuda “humanitária” deveria ser considerado cidadão brasileiro normal como eu e você.
Mas sobre a farra da comunidade internacional em cima da Amazônia minha opinião é que este é o primeiro passo em nos tornarmos o novo Iraque. Em algum tempo os recursos naturais tão presentes na Amazônia (como água) estarão escassos no mundo e então algum presidente estrangeiro achará uma desculpa para trazer a “liberdade” para o povo brasileiro.