BRASIL, PARAGUAI, ÓDIO, POPULISMO E O FIM DE UMA AMIZADE.

A ascensão do populismo na América Latina e a cópia do modelo belicoso de governar de Hugo Chávez por países menos expressivos como o Equador, a Bolívia e o Paraguai criaram um verdadeiro mar de ódio e um recrudescimento de preconceitos adormecidos há séculos. O antigo estratagema que políticos sem substância criavam para empurrar os problemas de seus países, os quais não tinham competência para resolver, para as mãos dos culpados de sempre (os estrangeiros) voltou à moda com força total nessa nova era populista que assola nosso continente.
A Venezuela se transformou num país de uma única fonte de riqueza; o petróleo. Graças a isso, as carências diárias de gêneros alimentícios e de diversos outros elementos necessários à vida normal de um povo, levaram seu presidente a culpar desde os Estados Unidos até os lacaios dos americanos. Logicamente, a culpa pelas mazelas que ele mesmo provocou nunca lhe pertence.
Na Bolívia o governo extremamente incompetente que ao invés de conclamar uma união nacional para efetuar grandes reformas e melhorar as condições de vida de um povo pobre e sofrido; deixou-se seduzir pelo discurso pré-fabricado de Chávez e resolveu trilhar o caminho inverso inventando uma batalha entre ricos e pobres que dividiu a nação e quase os levou a uma guerra civil. Isso sem contar com o quase total colapso econômico e a ausência de qualquer investimento estrangeiro de monta por lá. A culpa de tudo foi novamente atribuída aos americanos e até a nós: lacaios imperialistas e sanguessugas agourentas.
O Equador quis tirar “uma casquinha” e aproveitando-se de um desastre natural impôs inúmeras condições para uma empresa brasileira continuar atuando naquele país. Mesmo após a empresa ter aceitado todas as exigências e as vésperas de um referendo constitucional; o presidente demonstra “sua força” expulsando a empresa e dizendo que não honrará os compromissos assumidos como Brasil e informa que dará um calote no vultoso empréstimo que recebeu do nosso BNDES.
Agora, a “bola da vez” é o Paraguai. Sem propostas e sem ter como implementar qualquer reforma num país cujo governo é uma mera formalidade e onde a corrupção e o crime mandam mais que qualquer autoridade constituída; o presidente paraguaio elegeu o Brasil como alvo de suas manifestações de ódio e de seu desejo de aparecer para o populacho.
Como resultado, brasileiros que compraram terras legalmente e que trabalham e geram riqueza naquele país; agora vêem suas propriedades e suas vidas ameaçadas. Os “imperialistas tupiniquins” estão sendo ameaçados por grupos que exigem que o governo paraguaio tome as terras pelas quais pagaram e nas quais produzem riquezas e divisas para aquele país.
A postura de “bom moço” do governo Lula foi, desde o início, apontada como perigosa e contrária aos nossos interesses internacionais. É claro que ninguém imaginaria uma declaração de guerra no caso da Bolívia ou coisa parecida. Os bolivianos tinham todo o direito de fazerem o que fizeram. Contudo, uma posição firme e a exigência de um pagamento e de uma indenização pesada (dentro dos valores internacionalmente aceitos); evitaria uma série de dores de cabeça que se seguiram a nossa atuação fraca durante a crise boliviana.
Além disso, já no caso do Equador e agora no do Paraguai, faz-se de suma importância enviarmos um recado rápido; tácito e forte. Deixando bem claro a esses países que eles dependem muito mais de nós do que o contrário. Agir duramente e de forma contundente para dar um recado que não possa ser ignorado pelos os populistas de plantão de que o Brasil não tolerará chantagens e ameaças a seus cidadãos. Cortar investimentos; suspender ou dificultar o trânsito de produtos nas fronteiras e congelar bens de empresas e autoridades desses países em nosso território seria o suficiente para provocar um colapso econômico sem precedentes nessas nações. Exatamente como sofreu o Paraguai quando a Ponte da Amizade foi fechada algum tempo atrás.
Chegou a hora de mostrar com um soco na mesa que o Brasil não pode ser tratado como se fosse um “paiseco” de quinta por nações que são extremamente dependentes de nós. Mesmo na diplomacia mais competente; existem horas em que o recado deve ser dado com força e com o devido peso. Pois só assim os populistas e os oportunistas de plantão pensarão trezentas vezes antes de se aventurarem contra nós e contra nossos cidadãos.
Se eles querem o fim de uma amizade e de um relacionamento positivo que perdura há mais de um século em nome do populismo e do ódio; que assim seja.
E você leitor, o que acha disso?
Ofertas Submarino














Diego Moerettos last blog post..Desafiando Gigantes (Facing the Giants, 2006)
A unica medida que deve ser tomada é fuzilar a besta, assim os outros gringos enfiam o rabo no meio das pernas e acordam para a realidade.
aí sim…
na hora que comecei a ler o texto, achei que não ia chegar na metade…
mas acabei elndo ele inteiro.
e concordo que o Brasil tem que endurecer (pero sin perder la ternura), para mostrar que somos um país de respeito (não só de peito)…
gilgomexs last blog post..O apagado. Volume 2 – Tudo volta
Abração!!!!!
Você está certo. Vamos então distribuir as riquezas e tudo o que lutamos anos para construir.e que, com muito trabalho e luta conquistamos. Vamos dar para um povo que se recusa a entender que, para crescer, deve se esforçar e trilhar junto com parceiros e aliados um caminho lento e difícil e não esperar que caiam do céu esmolas.
Vamos investir bilhões de nossos altíssimos impostos em seus países, para que depois eles nos tomem tudo e não paguem o que emprestamos.
A guerra do Paraguai foi no século XIX. Cito um exemplo melhor e mais recente para você: A Segunda Guerra Mundial, onde países tiveram suas economias arruinadas e sua população masculina igualmente reduzida e, com muito trabalho e investimentos sérios, se reergueram e são potências mundiais atualmente.
Riqueza não vem da caridade; vem do trabalho.
Quanto aos pontos e vírgulas; quer um emprego de revisor? Estou a procura já que os de escritores famosos da literatura brasileira, como Adriano Suassuna, Paulo Coelho e tantos outros e quase todos os monstros sagrados mundiais cobram muito caro e não estão disponíveis.
Populismo é isso. É apontar problemas insignificantes e transformá-los em horripilantes fontes de aborrecimentos. Assim, escondemos a realidade de um povo e dizemos que todos os seus problemas são culpa “do outro”; do “imperialista” ou do “riquinho burguês”. Populismo é ver seu povo morrer de fome, porque você não investe em empregos e em indústrias e dizer que isso é culpa daquele “povo amaldiçoado” que vomita dinheiro (coloque aí quem você quiser). Populismo é achar um problema grave em casa, saber que é culpa única e exclusiva sua; mas dizer que a culpa é do vizinho que trabalha muito e comprou aquele “carrão zerado” que você sempre quis.
Um abraço, obrigado por seu comentário e seja sempre bem-vindo.
A. Maximus
Arthurius Maximuss last blog post..BRASIL, PARAGUAI, ÓDIO, POPULISMO E O FIM DE UMA AMIZADE.
É preciso ter fé em Deus, e implorar, com submissão, que ele nos capacite a solucionar os nossos problemas.
boa sorte para o Brazil, e já agora para todo o supercontinente que é a America, porque – vá la, tens de admitir – ainda tem alguns paraísos verdes e Natureza a florescer, durante milhares e milhares.
Nature Power.
um abração, da tifongirl. visita o meu blog, tenho posts que estou ansiosa por põr nos dois!
tifons last blog post..A morada do Sacerdote da Magia Negra
Em momento algum conclamo que o Brasil deve tomar ação bélicas. No campo das
idéias e da economia, ele pode muito bem “dar um soco na mesa” e se impor.
Não pelas armas; mas pela dependência econômica que esses outros países têm
de nós.
Deixar claro que não aceitamos mais desrespeito aos contratos e aos tratados
estabelecidos e aceitos por ambas as partes é fundamental para que se
estanque a sangria dos pedintes.
Se assim não o for, muito em breve, estaremos pagando impostos para
sustentar o povo paraguaio, o boliviano e o equatoriano. Na Bolívia isso já
ocorre. Pois, pelo erro estratégico de ficarmos dependentes do gás
boliviano, tivemos de aceitar o aumento absurdo proposto nos impostos e nos
preços que haviam sido contratados antes.
Um pais grande também é feito de opiniões firmes. Numa queda de braço
econômica, quem perde muito mais são eles. Pois suas economias são frágeis e
dependem unicamente de um ou dois produtos para sobreviverem no comércio
internacional.
E é isso que o Brasil deve mostrar com clareza.
Afinal, tem o antigo ditado que diz: “Quem muito se abaixa…”
Arthurius Maximuss last blog post..RIO, SOL, MAR E ELEIÇÕES.
Os comentários iniciais, principalmente sobre a Venezuela são completamente infelizes.
Sugestão de onde achar os jornais…
http://www.prensaescrita.com
Teu texto parece de fanático militante de direita.
Voltei. Mas não me demoro, pode deixar que já estou saindo.
Lutamos com trabalho? Quem trabalhou? Quem colheu? A riqueza, dá pra se pensar num país como
o nosso, é hereditária. Não falo de você, de mim ou daquele outro caso isolado do sujeito
que subiu na vida, trabalhando, economizando, fazendo a si mesmo (made-self man, sabe?).
Falo de uma massa incontável que depende ainda dos ossos e dos músculos para conseguir, com
seu trabalho, com sua luta, sobreviver, quando muito. Olhe para além, muito além da sua
janela, e você vai entender. O mundo é grande.
Você está certo. Não vamos dar esmolas aqueles que esperam a solução cair do céu (Meus Deus,
será que eles podem ter outra esperança?!), vamos continuar dando o que temos de melhor para
aqueles, EUA, Inglaterra e seus irmãos de cor e armas, que fizeram a história antiga, quase
imemorial, e moderna do imperialismo. Eles sim nos dão muito em troca. Valeu muito a pena
mandar os “pracinhas” (Vargas, que poderia entender esse cara?) para os campos de batalha da
Itália, não é mesmo.
Por falar em Segunda Guerra Mundial, que tal usar um pouquinho o cérebro e deixar a preguiça
de lado. Qualquer manual barato de história vai mostrar que essa atrocidade desmedida se deu
pelo choque de totalitarismos desenvolvimentistas, nações que queriam CRESCER a qualquer
custo (não é isso que devemos querem também?, vamos lá!). Desestruturaram-se com a II GM
aqueles países que há muito seguravam as rédeas do neocolonialismo (se não se lembra disso
também, vá pesquisar, não estou com saco para ensinar inteligências acomodadas!). Não foi
muito difícil se reerguerem, ainda mais com a ajuda do Tio Sam, vitoriosos e novos donos do
mundo, que com o Plano Marshall (já ou viu falar?) garantiu aos coleguinhas arianos as
maiores fatias do bolo que sempre repartiram entre si. A África, quase em sua totalidade,
também a América Latina e aqueles países da Ásia, do Oriente Médio, da Europa ocidental que
ninguém por aqui sabe sequer que existem, todos eles (poderia dizer “todos nós”?)
continuaram vivendo das migalhas, dando a troco de quase nada a vida de boa parte da sua
população masculina, feminina, infantil aos países que “trabalham”… e se enriquecem com o
suor, com a matéria-prima, com a mão-de-obra abundante e com os bens primários vindos do
miserável mundo périférico. Falando em perifería, faça um exercício: pegue um glogo, ou um
mapa mundi sem distorções cartográficas (falo daqueles mapas em que a Groenlândia não é
maior do que a Rússia) e observe. Some mentalmente a área dos EUA e da Europa. Ali está
quase toda riqueza do mundo. Parece loucura não? Será que a maior parte do trabalho se
concentra ali também? Ops! Falei besteira, né? Esqueci de falar da China, do Brasil…
aspirantes a “tio rico”, como dizem por aí. Não parece que essa situação global vá mudar um
dia.
Obrigado pelas novas definições de populismo, mas ainda prefiro Otávio Ianni ou Hobsbawm.
Ali pude entender que o populismo é um sucesso em lugares colonizados político, econômico e,
sobretudo, mentalmente. Países como o nosso, em que as classes dirigentes (aí estão os
verdadeiros populistas, pense em Vargas, Kubitschek e Quadros) escamoteam os vredadeiros
interesses por trás de um discurso desenvolvimentista, falsamente social e reformista (quem
ganha de verdade são os grandes industriais). O povo fica feliz com os empregos e benefício
que se multiplicam nestes tipos de governo, mas nunca se dá conta de que recebeu uma esmola
praticamente. Não se lembra, nem haveria como, talvez, de que a lógica do capitalismo
inkdustrial, e do financeiro também, e substituir o trabalho humano pelo
mecênico-tecnológico que não requer salário. Industrialização nem sempre garante mais e
melhores emprego. O PIB aumenta, e a miséira não diminui à mesma proporção. Por que será?
Lula ou FHC poderiam responder a essas perguntas, mas ocuparam-se demais em fazer boas
relações com o Grupo dos países mais ricos.
Não espero mudar a opinião de ninguém aqui, impor qualquer idéia, só não consegui ficar
quieto ao passar por este blog, suprindo minha desamparada esperança de encontrar um pouco
de bom senso, senso crítico político, visões não viciadas, uma classe média que olhasse para
além de seu umbigo. Mas foi boa a lição. Pelo menos para isso seu texto me serviu. Grato,
por mostrar-me, mais uma vez, quem é o ser humano, materialista, quem é o braileiro médio,
pseudo-intelectual. Apenas queria fazer refletir, indicar um pensamento que não seja viciado
por revistas como a Veja ou por blogues como este, que não fosse belicoso e antidemocrático.
Fiquem com suas consciências tranqüilas. Pior do que está não dá pra ficar.
Não se preocupe em responder para mim, Arthurius Maximus. Faça isso, se quiser, em respeito
ao seu leitor, que perde o seu tempo, certamente não muito precioso, lendo essas pérolas que
você solta tão fertilmente. Não vou acessarei novamente essa página, vou usar melhor meu
tempo, lendo, talvez. Se quiser responder a mim, pode usar sim o e-mail que deixei. Não é
falso: wiccated@zipmail.com.br . Está aí para quem quiser.
Quanto ao emprego de revisor, não preciso. Já fiz isso, mas não é meu trabalho preferido.
Estou muito bem empregado e recebo salário (não tão bem como você, provavelmente) para
tentar mudar um pouco essa mentalidade mesquinha dos filhos das pessoas que tem carrão
zerado (que, aliás, eu nunca quis. Daqui a pouco a frota paulistana vai parar. Ainda prefiro
ônibus ou metrô, não preciso exibir meu poder automobilístico para ninguém. Não tenho
distúbios sexuais, tenho cérebro, bons assuntos e consigo me locomover de outras formas. Uso
o dinheiro que seria para o carro com livros, laser, viagens ou o que me der na telha.)
(observação longa entre parênteses, não vá se perder), sou um educador, se preferir. Mas não
precisa se assustar ou ter pena dos meus alunos (será que você disse isso, baixinho, aí do
outro lado?), onde costumo trabalhar vocês são a maioria. Só sirvo para tentar mostrar que
se a riqueza deles é hereditária, a mesquinharia e a ignorância não precisam ser também
herdadas.Passo meu tempo tratando de problemas insignificantes, como você mesmo disse, como
a fome, a tirania, a desigualdade, transformando-os em horripilantes fontes de aborrecimento
para sua mentalidade elitista e acomodada. Mas quase nunca funciona. Eles preferem
playstation ou passeios alucinados nos carrões zeradões dos papais. Agora, se a sua
referência de boa literatura for Paulo Coelho (quanto a Ariano Suassuna não faço objeções),
então o seu texto pobre está muito bom. Se quisere crescer (esta palavra lhe parece tão
cara) intelectualmente, tente Machado de Assis, Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Milton
Hatoum (para você que prefere a atualidade e não se preocupa tanto com o passado do século
XIX) ou Flaubert e James Joyce, se preferir autores dos grandes centros (se tiver pago bons
curusos de inglês ou francês, tente os originais. Talvez consiga passar de três ou quatro
páginas).
Chega de cansar os dedos e fazer parênteses (é disso que você precisa, parênteses nas suas
idéias). Despeço-me, em vez de falar mais besteiras, com palavras de alguém que nunca foi
ouvido ou compreendido de verdade, por comodismo dos seus interlocutores, por ignorância ou
por má fé:
“Discurso sobre a origem da desigualdade” – Segunda Parte
“O primeiro que, tendo cercado um terreno, se lembrou de dizer: Isto é meu, e encontrou
pessoas bastantes simples para o acreditar, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil.
Quantos crimes, guerras, assassínios, misérias e horrores não teria poupado ao gênero humano
aquele que, arrancando as estacas ou tapando os buracos, tivesse gritado aos seus
semelhantes: “Livrai-vos de escutar esse impostor; estareis perdidos se esquecerdes que os
frutos são de todos, e a terra de ninguém !”. Parece, porém, que as coisas já tinham chegado
ao ponto de não mais poder ficar como estavam: porque essa idéia de propriedade, dependendo
muito de idéias anteriores que só puderam nascer sucessivamente, não se formou de repente no
espírito humano: foi preciso fazer muitos progressos, adquirir muita indústria e luzes,
transmiti-las e aumentá-las de idade em idade, antes de chegar a esse último termo do estado
de natureza.” (J.J. Rousseau)
Adeus.
Bom domingo para você! Não perca o jogo de futebol, o Pânico, o Fantástico, o Faustão ou qualque outro desses lixos alienantes.
Acho que alguem ja disse isso mais vou repitir. Não concordo com nada do que disse, mas farei tudo que tivem ao meu alcance, para que tenha o direito de dizê-lo.
Obrigado pela dica, darei uma olhada nos links que você indicou.
No entanto, em relação a Venezuela, a postura de Chávez é clara rumo ao autoritarismo e ao retrocesso. Esta semana que passou houve mais um exemplo disso.
Um abraço e obrigado por seu comentário.
Arthurius Maximuss last blog post..OLHAR PANORÂMICO NA BLOGOSFERA – SEM TÍTULO AINDA.
Quando citei a Segunda Guerra, já sabia que o Plano Marshall apareceria.
Sabe o que é interessante: Nós também levamos “uma graninha” de lá.
Quer um exemplo claro do que o populismo barato pode fazer?
Enquanto por lá investiram na recuperação econômica e na educação de toda uma geração. Por aqui, o dinheiro do Marshall virou sandálias para o Nordeste.
O que nunca entenderei, é porque constatar o óbvio como o atraso que esses governos representam (da forma como são geridos) (gostou?) gera uma revolta tão grande.
O socialismo não precisa significar “caminhar para trás”. O socialismo pode repartir a riqueza sem socializar a miséria. O que, pelo que ando vendo, não tem sido a tônica nesses lugares.
Na Venezuela falta comida e o país virou refém de uma economia de um elemento só. Combatem os EUA com fervor, mas dependem da “graninha” que pinga de lá.
A Bolívia então evoluiu muito com o governo EVO. O pouco avanço econômico que havia se desvaneceu e o marasmo se instalou. O país está rachado e quase viveu uma guerra civil.
O Paraguai… desse nem há o que comentar.
Você pode mesmo estar certo. Deve ser uma maravilha viver sob esse socialismo “brilhante” que vemos em pleno sucesso em nosso continente.
Quanto ao e-mail: Então você o escreveu errado em seu comentário anterior. Infelizmente deletei o erro (até para que você verificasse com o zipmail). Se ocorrer com este, colocarei nos comentários para que você entre em contato com o provedor.
De qualquer forma, um abraço e seja sempre bem-vindo.
A. Maximus
PS: O Fantástico vai começar!
Quando citei a Segunda Guerra, já sabia que o Plano Marshall apareceria.
Sabe o que é interessante: Nós também levamos “uma graninha” de lá.
Quer um exemplo claro do que o populismo barato pode fazer?
Enquanto por lá investiram na recuperação econômica e na educação de toda
uma geração. Por aqui, o dinheiro do Marshall virou sandálias para o
Nordeste.
O que nunca entenderei, é porque constatar o óbvio como o atraso que esses
governos representam (da forma como são geridos) (gostou?) gera uma revolta
tão grande.
O socialismo não precisa significar “caminhar para trás”. O socialismo pode
repartir a riqueza sem socializar a miséria. O que, pelo que ando vendo, não
tem sido a tônica nesses lugares.
Na Venezuela falta comida e o país virou refém de uma economia de um
elemento só. Combatem os EUA com fervor, mas dependem da “graninha” que
pinga de lá.
A Bolívia então evoluiu muito com o governo EVO. O pouco avanço econômico
que havia se desvaneceu e o marasmo se instalou. O país está rachado e quase
viveu uma guerra civil.
O Paraguai.. desse nem há o que comentar.
Você pode mesmo estar certo. Deve ser uma maravilha viver sob esse
socialismo “brilhante” que vemos em pleno sucesso em nosso continente.
Quanto ao e-mail. Então você o escreveu errado em seu comentário anterior.
Infelizmente deleitei o erro (até para que você verificasse com o zipmail).
Se ocorrer com este, colocarei nos comentários para que você entre em
contato com o provedor.
De qualquer forma, um abraço e seja sempre bem-vindo.
A. Maximus
Arthurius Maximuss last blog post..OLHAR PANORÂMICO NA BLOGOSFERA – SEM TÍTULO AINDA.
Como eu falei para o leitor Lourenzo num e-mail para ele: “Basta olhar o
óbvio”
Não é possível dizer que há sucesso nesses governos. Independentemente das
ideologias, o povo tem sofrido por lá com a postura e o pensamento belicista
e atrasado dos governantes.
Por que o “resgate da identidade indígena” que eles pregam não pode ser
ligado a bons empregos, a investimentos e a prosperidade? Eu não entendo.
A Bolívia caminhou para trás em sua já miserável economia. Na Venezuela
falta comida nos mercados e o Paraguai é o que conhecemos. Isso é o
socialismo que queremos? Isso é vitória? Isso é bom?
Até Cuba vem caminhando para uma flexibilização da economia e da política
interna.
Um abraço e mais uma vez obrigado pelo comentário.
Arthurius Maximuss last blog post..OLHAR PANORÂMICO NA BLOGOSFERA – SEM TÍTULO AINDA.
Li o texto e os comentarios , achei interessante principalmente pois parece papo de butiquim de centro academico , de um lado os gringos falando que eles podem tomar e surrupiar o que os outros construiram em seus países pois o país é deles , do outro um pessoal indignado vendo que investir num país que não quer saber de trabalhar nem de investir rouba e ainda acha bonito , pelo bem da soberania e da coletividade ( leia os governantes e o seus.).Quando é que esses refens do burguesinho CHE , vao se dar conta que o caminho para o crescimento : é trabalhar , se educar , aprender , agua , luz , estradas , cultura . Se isolem briguem com todos e verão um horizonte deprimente de fome e guerra civil , Chavez é o cara , grande panaca , pois fala mal do EUA , mas vende petroleo quase que só pra eles , (ele já pensou em cortar ou aumentar o preço para os Yanques), e o povo aplaude o vermelho , aquele Indio do Morales , proibiu a construção de uma empresa , pois nao tinha sido ele a ter fechado o acordo ,apos aparecer na TV de braços dados com o empresario foi autorizado o mesmo projeto , agora com o argumento que antes era diferente ( leia-se $$, no bolso ) , Um padre , que nao conseguiu continuar honrar seu votos com a sua fé , imagina o que vai fazer com seu povo ,ele nunca pediu pra uma empresa se instalar e gerar empregos , ele so quer que se pague mais sem gerar emprego , sem esse “negócio de trabalhar” (ui chega a da arrepio) engraçado lembrou um outro sujeito . Nao sejamos tolos ao pensar que Chavez , Moralez , Lugo , Lula , Bush , querem crescer os seus paises , o que eles querem é se perpetuarem no poder e ganhar dinheiro , muito dinheiro , e nós disputando o pão de cada dia.
Nunca vai compreender a extensão de uma decisão política como a que Vargas tomou ao colocar o Brasil na 2ª Guerra! Não aceita a veracidade dos fatos quando pesquisa a história, por contradizer o aceitável em seu pensamento tacanho!
Não sabe por exemplo que o plano Marshall foi criado para corrigir o erro cometido pelos aliados na 1ª Guerra Mundial, quando colocou as nãções derrotadas em tal petição de miséria e humilhação que favoreceu o fortalecimento de correntes políticas fascistas ultra-nacionalistas.
Hoje o que Evo Morales e Rafael Corrêa tentam fazer é a mesma coisa, e o presidente eleito do paraguai segue o mesmo caminho,culpar o Brasil pelos desmazelos históricos dos seus países!
E assim perpetuarem-se no poder!
Esse tal Lorenzo vê nas atitudes de qualquer paiseco que se poste contra os EUA ou países europeus, como atitudes certas – gratuitamente – e vê naqueles que se relacionam diplomaticamente e comercialmente como submissão de interesses! E o pior acha que só ele tem cultura, uma verdadeira carne-de-pescoço!
Provávelmente um frustrado na vida!
É verdade. O que “os românticos de Cuba” não conseguem entender; é aquela
famosa frase: “Não existe almoço grátis”.
Se alguém ganha (eles). alguém tem de pagar a conta (nós).
Se o Brasil topar socializar suas riquezas, em breve estaremos exatamente
como eles. pobres e falidos. A carga tributária subirá tanto que tornará
qualquer investimento no país inviável. E a vida do cidadão um inferno.
É tudo muito bonito nos livros e na ideologia. Mas até redutos clássicos
como a China e Cuba estão iniciando a caminhada rumo ao abandono do “velhos
ideais”. A China nem pode mais ser considerada comunista. Cada vez mais
abraça os lucros e as “mazelas” do capitalismo. E o povo agradece.
fiam se nos escrupulos do brasil em combater as provocações.
mas concordo com todos digo que o brasil tem que tomar uma atitude mais firme.
existem varias opções mais leves antes do extremismo de uma guerra.
por exemplo creio que em são paulo dizem existir 300 mil bolivianos inlegais,deportar los e de direito do nosso pais e ninguem poderia reclamar disso.
tem o embargo economico e direito do brasil impor,imaginem o equador sem poder comprar ou vender pro exterior.
A tragedia maior seria dividir o continente mais do que ja esta.
mas não sejamos prepotentes tenho certeza que tem muita gente no itamaraty(mas muita mesmo)que sabem de tudo que foi escrito e sera escrito aqui com inumeras graduações que nos burrinhos(no ponto de vista do Lorenzo)nunca vamos entender.
A afirmação “Mas saibam: vocês nunca vão conseguir entender o que é populismo, ou democracia, nem ditadura”puxa eu sei desde meus 7anos a diferença.
Concluindo a questão do nosso pais não e de governo e uma questão de ESTADO.
O estado brasileiro mas atrapalha do que ajuda,existe para si proprio eo cidadão brasileiro existe para servir-lo.Um exemplo que nos não vemos eo fundo de garantia ser somente mais um imposto compulsorio.
sendo eu anarquista vejo bem os truque e golpes que dão no cidadão brasileiro.so pra ironizar http://pt.wikipedia.org/wiki/Anarquismo
por favor critiquem pelo conteudo não pelos erros de portugues fiz o maximo que minha humilde instrução permitiu.
Você certamente já ouviu falar na expressão “Os Românticos de Cuba”; não é mesmo?
Pois algumas pessoas são assim. Basta o camarada gritar meia dúzia de palavras contra os EUA; vestir vermelho e falar que é “pelo povo” e pronto… automaticamente são os donos da verdade universal e da honra.
Fanáticos não pensam e são incapazes de analisar coisas óbvias. Os países e governos que eles defendem tanto estão vivendo crises internas de confiança e de desabastecimento. Como isso pode ser bom?
Se esse tipo de coisa fosse a maravilha que parece nos livros, a URSS jamais teria implodido. Cuba seria a maior potência da América e a Venezuela dominaria o mundo.
A coisa é tão boa e dá tão certo, que a China só conseguiu fazer o seu povo comer carne e viver melhor quando abandonou os rigores do regime que praticava e reconheceu que só pelo trabalho é possível crescer e ter uma vida melhor.
Pessoas assim vivem de um passado idealista que já acabou por sua própria incompetência e por ser impraticável. Querem apenas mostrar que estão certos e que todo o planeta está errado. Falam tanto no imperialismo, em oligarquias e em oligopólios; que se esquecem que todas essas figuras proliferam em todos os regimes “comunistas”. O problema é que são reservadas para a elite do partido ou para os amigos do partido. Ambição pelo poder e por riquezas é algo inerente a alma humana.
Na realidade, eles querem mesmo é dominar a mente das pessoas e dizer até no que elas podem pensar. Chávez na semana passada puniu um oposicionista apenas porque discordou de uma opinião emitida por ele. Basta que você discorde (mesmo educadamente) para tornar-se o “inimigo público número um” do Estado.
É isso que desejamos?
Está certo arcamos com o desenvolvimento de um país como o Paraguai que optou por não se industrializar e desenvolver-se e que tem uma fatia do povo quer apenas faciidades e benesses? É justo financiarmos as melhorias por lá com nossos impostos altíssimos enquanto nossos próprios cidadãos morrem nas filas de hospitais superlotados? E ainda não ter o dinheiro investido recuperado?
É lógico que eles têm o direito de ser uma nação rica e próspera. Mas que trabalhem para isso. Que sofram como nós sofremos e que lutem como lutamos.
Nos piores momentos de nossas inúmeras crises financeiras, nenhum deles ergueu um dedo para nos ajudar. Porque devemos ser os “bons moços”?
Não falo de guerra, muito longe disso. Mas falo de uma posição firme e que não permita que qualquer paiseco nos desafie e leve a melhor sempre.
Ceder sempre, mesmo estando certos, trará algum benefício para nós?
Eu acho que não.
Arthurius Maximuss last blog post..RIO, VITÓRIAS E DERROTAS.
e evoluindo a ideia o brasil tem meia culpa do que ocorre agora ele virou as costa pra AL devia ter imposto sua cultura,economia em cima do resto da AL (e da africa).
mas antes disso pergunto o brasil e realmente um pais capitalista ?
ea livre concorencia eos desejos do consumidor cliente que determinam o rumo da economia.
temos realmente liberdade de escolha do que comprar do que consumir.
ou somos na verdade um pais facista onde o grandes empresas junto com o estado impoe seu querer em cima do povo.
sabe e muito dificil trabalhar como empregado ou como empregador no brasil muito dificil ganhar dinheiro sem que se cometa algum crime(sonegação,contrabando etc).
ou vc e funcionario publico ou tem uma empresa que se benificia do estado via emprestimos subsidiados ou fazendo parte do grupo dos amigos do rei o resto e migalhas.
concluindo um choque de liberdade na america latina ( brasil incluido)tanto politico economico cultural ea solução pro continente.
Viva la revolucion!(ironia)
Concordo. O Brasil “se faz de morto” por pura incompetência da classe política em entender que um país do nosso tamanho não pode ser submetido e encostado na parede por qualquer “republiqueta de quinta”.
Sobram políticos e faltam estadistas.
Pedro Mendes
São Paulo, SP
Ou você não sabe interpretar textos ou mal intencionado.
Onde você destaca “É claro que ninguém imaginaria uma declaração de guerra no caso da Bolívia ou coisa parecida”. Onde está o autoritarismos aí?
Muitos disseram e dizem até hoje, que o Brasil deveria retomar as refinarias e mobilizar tropas na fronteira (na época). A afirmação é clara ao desestimular esse pensamento.
“O Artigo é anônimo”.
Apenas se você não é capaz de ler. Pois o blog possui um “PERFIL”. Se você não sabe o que significa isso, não posso fazer nada por você.
Sobre autoritarismo na América Latina, recomendo que leia o texto enviado por um menino boliviano a uma escritora brasileira e que traduz muito bem o que o autoritarismo real (e não o fantasioso) causa na vida do cidadão comum.
http://www.reagente.com/reagindo/como_reagir_diante_de_um_mundo_em_ruinas/
Talvez, depois de ler esse artigo, e ver no que a Bolívia se transformou após o “brilhante” e “libertário” governo de Evo, você queira se mudar para lá. Mas não vale dizer que o garoto é reacionário e escravo dos imperialistas americanos.
Vocês me fazem rir com a cegueira para o óbvio. O ser humano quando deixa de analisar os fatos e mergulha no campo da ideologia pura e simples, torna-se um fanático.
Pense nisso.
Um abraço e seja sempre bem-vindo.
A. Maximus
Arthurius Maximuss last blog post..POLÍTICOS, ELEITORADO CONSCIENTE E A INTERNET COMO ARMA.
É como bater e criança pra ela parar de chorar.
luiz kruszielskis last blog post..
E em relação ao Pedro Mendes, eu só tenho uma coisa a dizer: “Inveja é fogo”.
Luchos last blog post..Teleton 2008