Aqui em nosso país, costumamos dizer que as leis são fracas para punir os criminosos. Mas, se pensarmos bem, isso não é uma verdade. O Brasil dispõe de leis e penas adequadas e, algumas, são até bem pesadas.
Infelizmente, o que nos falta é o fim da maldita preguiça que acomete alguns juízes e uma reforma profunda na lei de execuções penais. Esta sim, a principal responsável pelo nível de impunidade absurdo que experimentamos. Fomentando a violência e trazendo, ao cidadão comum, apenas o desamparo, o desespero e a insegurança.
Exemplos desses dois males não faltam. E, nesses últimos dias, ocorreram mais exemplos de como a preguiça, a má vontade e a incompetência de alguns juízes (aliada a uma lei de execuções penais exageradamente branda e atrasada) favorece o crime e deixa impune, democraticamente, os que cometem crimes leves ou o mais sanguinário psicopata.
Exemplo 1: Fulano; terrorista das FARC e assassino psicopata procurado em vários países-
Fulano, chamaremos ele assim, é um guerrilheiro das FARC e que atua também em vários países da América Latina (sendo procurado em quase todos por crimes gravíssimos e terrorismo); alia-se a Fernandinho Beira-Mar e estabelece uma base no Rio de Janeiro para treinar, em táticas avançadas de guerrilha, os exércitos do crime organizado que tomam conta das favelas cariocas e atuam com extrema violência em toda a cidade.
Num golpe de sorte magnífico, a polícia carioca consegue lograr êxito e prender esse terrorista que acaba condenado a trinta anos.
Vários governos da América Latina recebem, com esperanças, a notícia de que Fulano foi finalmente capturado no Brasil. As ações pela extradição do terrorista pululam. Mas, uma a uma, são derrubadas por Gilmar Mendes e seus “amigos” sempre vestidos com suas togas negras reluzentes e farfalhantes. A recusa da extradição deve-se ao fato “relevante” de que Fulano, homicida e terrorista internacional, tem um filho ilegítimo em alguma favela carioca. Quer tenha sido providencialmente gerado ou não; nossos supremos juízes interpretam a lei (que foi feita para proteger, contra extradição, estrangeiros acusados por crimes leves ou políticos em seus países) ao pé da letra e impedem que Fulano seja extraditado. Afinal de contas, ele tem um filho brasileiro que necessita de seu “apoio”, “ensino” e “devoção” paternos.
Nada mais justo! Você, mais liberal, poderia dizer. Afinal de contas é contra os direitos humanos separar “famílias”. Além do que, Fulano está condenado a trinta anos e permanecerá preso.
Só que Fulano é, além de tudo, malandro. Com bom comportamento, em seis anos apenas, consegue (com uma simples solicitação de seu advogado e sem nenhuma análise) a progressão de regime para o semi-aberto (se lembre que trata-se de um homicida e terrorista internacional procurado em vários países). O juiz, sem levar em consideração a altíssima periculosidade de Fulano, concede automaticamente o benefício para que Fulano tenha o direito de trabalhar e ressocializar-se.
Fim da história de Fulano: Ele sai do presídio de segurança máxima pela porta da frente, desaparece na multidão e agora trabalha alegremente; treinando os traficantes do Complexo do Alemão, que foi transformado (graças a seus ensinamentos) na mais bem armada e defendida fortaleza do tráfico no Rio de Janeiro.
Exemplo 2: Joãozinho, o menino levado que ninguém dá jeito-
Joãozinho era um menino levado. Adorava carros e não conseguia resistir a eles. Mas, como tinha apenas nove anos e era muito pobre, achou melhor aprender a dirigir e a pilotar motos para poder roubar esses veículos (já que, como era pobre, nunca os teria). Sua carreira de crimes começou mais cedo. Psicopata e violento, ameaçava professores e colegas na escola pública que frequentava desde os seis anos. Sua declaração contumaz, para as professoras que lhe davam notas baixas era: “Quando eu crescer; vou te dar um tiro”. Joãozinho hoje tem doze anos e, em seu bairro, é temido por crianças de todas as idades, adolescentes maiores e mais fortes do que ele e até por adultos. Violento, a mínima contrariedade é logo repelida com uma ameaça de morte ou um ataque furioso. Atualmente ele coleciona mais de doze passagens pela polícia; todas por furto de veículos. Como atingiu os doze anos e já pode ser julgado, um juiz da infância e adolescência determinou que ele fosse tratado por psiquiatras, psicólogos e a família tivesse atendimento social, sendo incluída nos programas sociais do governo. A contra-partida da família de Joãozinho era trazê-lo para três audiências, com o espaço de alguns meses, mantê-lo fora de problemas e na escola. Joãozinho recusou-se a comparecer as audiências e recusou-se a estudar veementemente. Ele, juntamente com seus familiares, tiveram de comparecer com o uso da força policial à presença do juiz de menores.
A mãe e o pai (que também possuem antecedentes criminais), disseram que ele os ameaça e se recusa a ficar em casa ou a ir ao médico. Além disso, recusava-se a ir às audiências porque preferia fugir para roubar carros. O que fez o meritíssimo? Aplicou uma punição ao menor por sua recusa em seguir as determinações judiciais? Prendeu os pais por manterem Joâozinho fora da escola, suspendendo o pátrio poder e encaminhando o menor para um abrigo onde receberia o tratamento devido (e necessário) de forma compulsória? Não fez absolutamente nada?
Se você apostou na última opção… acertou em cheio. Apesar do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) proibir (veja bem; proibir – repito) a detenção do menor. O Juiz evitou usar o subterfúgio de punir os pais (que na realidade são os maiores culpados por sua inação diante dos problemas do menino e das opções apresentadas) retirando-lhes o pátrio poder e encaminhando o menor para tratamento, simplesmente porque isso seria “politicamente incorreto” e daria trabalho. Já que o ECA lhe dá essa prerrogativa.
Fim da história: Joãozinho está livre, leve e solto para fazer o que quiser: roubar, matar, estuprar ou cometer o crime que desejar; até que um cidadão consciencioso poupe o Estado do trabalho de trancafiar Joãozinho de vez em quando.
Ficou chocado? Pense nisso quando for rendido por um menor totalmente enlouquecido pelas drogas e ele puxar o gatilho sem qualquer reação sua.
Exemplo 3: O bom filho a casa torna -
Jorge era perverso. Começou ainda cedo: roubava os vizinhos e os coleguinhas de escola. Largou logo os estudos para cair no crime que, segundo ele, “dava mais grana”. Sua escalada no mundo do crime foi rápida e logo que comprou um "ferro” (arma), partiu para assaltos mais elaborados e mais rentáveis. Praticou alguns sequestros, roubou muito e trabalhou como traficante. “Deu mole” e foi apanhado enquanto assaltava uma mulher no centro. Estava com duas pistolas. Foi preso, condenado a doze anos e encarcerado.
No último Dias das Mães, o juiz de execuções penais, levando em consideração o comportamento exemplar de Jorge, aplicou-lhe o benefício do indulto para que ele pudesse ir para casa e dar um abraço apertado em sua mãe. Provavelmente, pensou, se abraçariam em lágrimas e Jorge arrependido; nunca mais roubaria. Afinal de contas, era um “bom moço”.
Algumas horas depois de ter sido solto, Jorge é preso com uma pistola e mais um comparsa ao assaltar alguns pedestres e um pequeno comércio num bairro próximo ao lugar onde estava preso.
Perguntado por um policial porque sequer foi em casa visitar a sua mãe antes de voltar para o crime, Jorge vaticinou: “Qual é; minha mãe morreu faz mais de vinte anos”.
Com a palavra o magistrado.
Pense nisso.
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Exemplos perfeitos, Arthurius.
O que falta é cumprir a lei de forma contundente e banir leis que interfiram negativamente em outras leis, como esse absurdo de progressão de pena e o famoso indulto que libera presos para, por exemplo, passar o Dia das Mães na rua, mesmo que o dito cujo seja solteiro e tenha perdido a mãe quanto tinha 1 ano de idade. Isso é inadmissível.
Abração
Rodrigo Pivas last blog post..TOP 15: Fontes Grátis 2009 | Maio
A justiça brasileira, é pobre, incompetente, covarde e corrupta.
Amigo: a justiça brasileira é pobre no agir, porque os salários e o orçamento é vultuoso! Ok? Nós contribuintes é que ficamos cada vez mais pobres, e achicalhados pela justiça nas mãos de certas pessoas, sustentando uma classe que se acha Deus. Tem um ditado que corre entre advogados e nos Tribunais, que é assim: Os juízes acham que são deuses, mas os desembargadores, tem certeza! Abraço.
Discordo do que o companheiro acima diz sobre a justiça ser pobre.
Ela pode ser tudo, menos pobre.
Exceto se estiver se referindo a pobreza espiritual ou moral.
Draguss last blog post..Fun
As lei de execuções penais são arcaicas, somam-se a preguiça de alguns juizes, mais o excesso de processos de outros e a venda de sentenças por outros, mais uma polícia mal paga, despreparada e muitos corruptos, soma-se mais o sistema prisional falido e corrompido, mais um STF que protege ricos, e mais um monte de políticos ladrões e pronto, mexe bem e surpresa!
Você chegou no Brasil!
Você acha que tem jeito, puxa, você é otimista!
Isso sem contar nas “operações” realizadas pelo fulano de dentro do presidio…
O texto está bem escrito, mas foi elaborado por alguém que, claramente, não possui conhecimentos jurídicos adequados.
Apesar de a escolha dos casos ter sido boa (pois são casos extremos), há graves falhas na interpretação dos resultados. Vejamos:
Exemplo 1:
- A existência de filho e/ou esposa brasileiros NÃO é causa para a recusa da extradição.
- O pedido de progressão de regime DEVE ser analisado (quase sempre de forma precária, mas que há análise há).
Exemplo 2:
- O ECA é extremamente bem visto por TODAS as comissões e organizações, nacionais e estrangeiras, especializadas no assunto (criança e adolescente).
- Estatísticamente está comprovado que a imputabilidade penal dos adolescentes não diminui os crimes.
- Por política criminal e social, só se deve retirar a criança do “poder familiar” (não se fala mais em “pátrio poder”) em último caso. Nesse caso, o que você faria? Deixaria a criança sem pai e mãe? Você acha que existe algum ser no mundo que adotaria esse menino?
Exemplo 3:
- Esse é realmente um absurdo.
———
Acredito que o que falta para findar a impunidade são recursos humanos e equipamentos adequados. Há muito pouco juiz para tanto processso e há muito preso para pouca cadeia.
Por isso, pode-se dizer, sim, que a Justiça brasileira é pobre. Quem discorda não conhece o Brasil: o próprio STF, que é o órgão de cúpula do Judiciário brasileiro contém uma quantidade insana de processo: cada um dos 11 Ministros cuida de, pelo menos, 10 mil processos. 10.000! Como é possível analisar com cuidado todos eles?
Imagine o que ocorre no interior no Brasil, onde, em muitos casos, nem sequer há polícia preparada para fazer inquérito policial.
O que falta é os parlamentares trabalharem direito, aplicando recursos onde há efetivamente carência, ao invés de pensar apenas em leis que aumentem seus privilégios ou sirvam de campanha política.
Ah, e acima de tudo falta educação!
Parabéns, mas a pesar de seu discurso, continuaremos sendo mal servidos e maltratados pelos que têm nas mãos a justiça. Ah! esqueci: falta e muita, educação nos juízes, que mandam , de dedo em riste, o cidadão se calar a boca, assim mesmo: Cala a boca!
“Qual é; minha mãe morreu faz mais de vinte anos”.
O juiz que soltou essa criatura deveria ser julgado também, pois parece que colocou a sociedade em perigo apenas por não trabalhar direito.
Olá Matheus!
Você está certo. Não tenho conhecimentos jurídicos profundos.
No entanto, sei que o fato de TER filhos brasileiros é sim motivo para
negação de extradição. O caso Ronald Bege é emblemático. Lembra-se? Foi
necessário o serviço secreto inglês vir aqui e sequestrá-lo (causando uma
tumultuada briga diplomática que culminou com a devolução de Biggs ao
Brasil).
O pedido de progreção DEVE mesmo ser analisado (eu menciono isso no artigo).
Só que NA PRÁTICA não o é. Existem diversos casos de criminosos violentos e
contumazes que são postos em liberdade, quase automaticamente. Cito os casos
dos assassinos de Tim Lopes (um foi progredido para o semi-aberto e
desapareceu; o outro, só não foi, porque houve uma “grita” popular e o
processo (que já estava liberado) foi revisto). Também como exemplo famoso.
Quanto ao menino. A resposta é simples: SIM, eu o retiraria dos pais.
Afinal, ele já não os têm. Que pais são estes que possuem antecedentes
criminais e são lenientes com o comportamento do filho? Além disso
recusaram-se a comparecer as audiências propostas porque o “filho não
queria”. Adotá-lo; não espero que alguém o faça. Mas, como juiz, meu dever é
proteger a sociedade. Eu privaria a comunidade de mais um psicopata. O
colocaria numa instituição (pelo tempo que eu pudesse) para que ficasse
longe das ruas.
No que diz respeito ao ECA é claro que é aplaudido mundo a fora. Os “gênios”
da legislação e da liberalização estão por toda parte. Mas note: nenhum país
adota lei igual. Em quase todos os lugares desenvolvidos os infratores são
pesadamente punidos e, em alguns casos, julgados como adultos, sendo
passíveis da pena de morte ou prisão perpétua. Ninguém está falando aqui de
punir com prisão o menor que vive de pequenos furtos para cheirar cola.
estamos falando dos perigosos assassinos. Dos sádicos e psicopatas que hoje
compõem toda “quadrilha de respeito”. Seres que servem ao único propósito de
matar por prazer, apenas para se sentirem poderosos e “vingados”.
Normalmente, os que defendem muito esse tipo de menor nunca estiveram frente
a frente com um deles e pode observar o sorriso sádico enquanto ele dizia:
“Hoje não matei ninguém… corre aí!” (eu conheço algumas pessoas que já
passaram por esses momentos “felizes”)
A fala de que a punição de menores não reduz a criminalidade é verdadeira.
Quem imaginar isso é um inocente ridículo. A punição dos menores deve
AFASTAR os psicopatas e facínoras mirins da sociedade; apenas isso. A
punição dos menores e de qualquer outro infrator, é uma medida de proteção A
SOCIEDADE. Ao retirar um sádico das ruas, você elimina toda uma cadeia de
futuras vítimas. E ESSE deve ser o raciocínio.
Ao internar compulsoriamente um menor que é viciado e vive nas ruas, você
pode salvar esse menor. Ao permitir, pela liberalidade do ECA, que ele se
submeta ao tratamento se quiser (como se fosse capaz de entender o que é
melhor para ele), o ECA será apenas uma lei hipócrita e um libelo à
criminalidade.
A semântica jurídica é linda; nos tribunais e nas petições. Mas o que vale
mesmo; é o português chulo das ruas.
Olá Maximus!
Desculpe a demora para responder… esse meu email é usado apenas para cadastro em sites, por isso, quase nunca o leio.
Seus argumentos são, como sempre, muito bons.
Apenas reitero o seguinte: ter filhos brasileiros NÃO é motivo para se negar extradição. Esse entendimento está tão pacificado que o STF já até editou uma súmula sobre o tema (a súmula 421). Antigamente, muito antigamente, os tribunais julgavam diferente… como isso poderia ocasionar o absurdo que vc citou, o STF decidiu dar um basta a essa farra.
Já com relação ao menino, eu não tenho um posicionamento forte o bastante como uma súmula. Apenas acredito, pessoalmente, que tornar uma “criança” órfã não traz benefício algum.
É claro que o juiz deveria, nesse caso, ter internado compulsoriamente o menor em estabelecimento educacional ou requisitoado tratamento psiquiátrico em regime hospitalat/ambulatorial, como permitem o art. 101, V e 112, VI do ECA. (o que reforça o seu argumento inicial de que no Brasil não faltam tanto leis, mas sim juízes que as apliquem corretamente).
De qualquer forma, reitero que a solução para o problema da criminalidade no Brasil, mais que prender adolescentes infratores e internar crianças deliquentes, é oferecer educação de qualidade a todos… só assim se atinge o mal pela raiz. O resto não passa de paliativo, de medidas imediatistas que só surtem efeitos no caso concreto, sem contudo eliminar os futuros problemas que surgirão da mesma fonte.
Olá Matheus!
Concordo que a educação é a chave para a solução desse problema crônico.
Apenas reitero que a prisão de menores não seria reservada a todos. Apenas
aos infratores contumazes e aos assassinos que se escondem na brandura da
lei para continuar matando impunemente.
Exatamente como ocorre em grande parte do “mundo civilizado”. Menores
problemáticos merecem apoio e cuidado; menores assassinos sádicos e
psicopatas, merecem apenas as grades frias e serem apartados da sociedade de
preferência para a vida toda.
Vou lhes contar a história de uma cidadão de bem que se transformou em “criminoso”. Viúvo, esse cidadão, com filho pequeno, decidiu procurar uma companheira. Existia na época um tal de “disque amizade” onde entravam seis pessoas ao mesmo tempo e conversavam, trocavam telefone e muitas das vezes saíam para namorar. Pois é, o cidadão em questão, pensando em refazer a família, como era de seu feitio, com uma companheira de boa índole e tal. Apareceram várias candidatas, gente boa, mas todas elas vinham de casamentos desfeitos e com filhos menores. Ai o cidadão achou que juntando filhos de um lado e filhos do outro poderia não dar certo. Mas apareceu uma candidata solteira e o cidadão se interessou em conhecê-la. Assim foi, o cidadão saiu do bairro de classe meia onde vivia e fou para o bairro de classe C, onde residia a candidata. O cidadão não tinha pré-conceitos, e foi de encontro à candidata. Ela tinha um pouco mais da metade de idade que o cidadão. Ele falou a ela toda a verdade, não escondeu nada. Na primeira noite que sairam juntos, ela ja se entregou e tiveram relações sexuais.O cidadão tinha receios de conhecer a família dela porque o lugar onde ela morava era mal falado, perigoso.Ele carente, sem carinho nem companheira, manteve o relacionamento com ela. Assim, ele apresentou-a aos filhos, levou para conhecer a casa dele e ela começou a frequentar o lar do cidadão. Ela se interessava muito pela vida dele. De detalhes. Três anos depois ela da a ele a notícia de que estava grávida. Ele acreditou e achou normal, embora ficasse sem ação devido à oposição dos filhos, que de frente lhe diziam que “essa mulher queria os bens dele”. Ele não acreditou, achou que seriam ciúmes. Assim , ela foi morar na casa do cidadão, aguardando o nascimento do bebé. O bebé nasceu com sérios problemas de saúde. Um buracão no céu da boca e quase completamente surdo. Ela ja usufruía do conforto da casa do cidadão e dos bens da família, carro, celular, suite, comida boa,passeios, etc.Ele foi conhecer a família dela. A família dela passou a chama-lo de “veio”(velho). Era uma família extremamente carente e o cidadão passou a ajudá-los com alimentação e outros favores. Por insistência dela montaram um negocinho, o filho era cuidado pela filha de menor, do cidadão. Ela insistia em ir frequentamente “visitar” a família naquele bairro pobre. Nada demais. Até que um dia ela destacou um dia da semana para sair bem cedo e voltar só à tarde.Ela era misteriosa. Os filhos do cidadão, diziam a ele, que quando ele saía para trabalhar ou a negócios, a companheira se arrumava e saía também,deixando o filho com a filha do cidadão. A companheira do cidadão, segundo os filhos dele, voltava ela, sempre um pouco antes dele chegar em casa. Ela calculava o tempo que o cidadão voltaria para casa. Os filhos do cidadão tentavam contar a ele essas coisas, mas ele pensava que eram intrigas e ciúmes. Depois de algúns anos, outra mulher, amiga do peito da companheira do cidadão, brigada que estavam as duas, contou para o cidadão, que sua companheira, sempre teve um amante, por quem ela era apaixonada e que sempre se encontrava com esse sujeito. A companheira do cidadão, fingia muito bem e chegou até passear no exterior. Claro levada por ele.Em conversas dos dois, o casal, ela contou a ele que ja tinha namorado advogados. ele perguntou porque não casou com ele, ela se fez de desentendida. Ela incentivou o cidadão a adquirir bens, e a mãe dela disse ao cidadão que “compra muita casa, muito lote, que é bom”. O cidadão falou com a companheira sobre isso e pediu esclarecimentos. Ela despistou. Pasado o tempo ela começou a viajar para comprar mercadorias para o pequeno negócio. Mas havia um detalhe importante que o cidadão reparou. Toda vez que ela viajava, na véspera,ela ia na manicure, no cabeleireiro e se produzia. Ela nunca foi bonita, poderia se dizer que era feia. Certo dia uma mulher que também conhecia à companheira do cidadão, disse a ele que tinha provas dos homens que eram amantes da companheira.Ele não acreditou.Essa mulher fez uma gravação com um parente da companheira do cidadão e nessa gravação o parente falou de todas as aventuras da companheira do cidadão. Por várias vezes um cidadão alto, forte, vermelho, meio careca aparecia no negocinho, nos fins de semana e era um desses sujeitos que o parente da companheira tinha dito. Assim o cidadão correu atrás para esclarecer, o cara era advogado,e era o tal que tinha sido “namorado” dela. O cara casado, residindo no mesmo bairro que residia a família da companheira do cidadão. Acontece que a companheira, solteira, mas ja com um amante fixo e casado, arrumou emprego no escritório desse advogado e antes de um mês passou a ser amante do fulano. A mulher do advogado descubriu e eles se separam, mas depois voltaram. Esse advogado ia aos fisnde semana no nogocinho do casal, nas horas em que ele, o cidadão, não estava. Mas o cidadão o surprendeu várias vezes e ele saiu rápido e ela simulou compras, dando a ele umas mercadorias. Acontece que aquela amiga que era íntima, tinha um primo casado,um cara de uns sessenta anos. Esse primo era amante da amiga e depois que conheceu a companheira do cidadão, o cara ofereceu a ela “todo o dinheiro que quizesse” em troca de favores sexuais. Ela, a compaheira do cidadão embarcou nessa. Mas o cidadão não sabia de nada disso. Depois de alguns anos de convivencia, o filho crescendo,a amiga brigada dela, contou ao cidadão que a companheira dele não sabia de quem era o filho. Se era do primeiro amante por quem ela era apaixonada ou se era do cidadão. As discussões eram constantes na vida do casal, cobranças de infidelidade e ela negava. Ele resolve gravar as conversas telefônicas do telefone de sua residência e não deu outra, era amante do primo da ex amiga.Ai surge outro advogado, um cara de uns sessenta anos, que também foi no negocinho de ambos. Também amante. Moral da história, ela mantinha relações com o apaixonado casado, com o advogado galego, casado, com o advogado de sessenta anos e com o primo da ex amiga. Ela trocava orientações jurídicas por sexo, com o abjetivo de como fazer para “tirar” do cidadão os bens dele e inclusive dos filhos dele. Hoje, depois dela ter abandonado o lar, ela ja esta no quinto “marido”. E inferniza a vida do cidadão com denúncias falsas na delegacia da mulher, penalizándo-o com processos criminais, pois, na delegacia, a delega é mulher. Na justiça quem julga os processos é mulher e um homem que sempre foi honesto agora o transformaram num criminoso, pois pela lei Maria da Penha, o processo é criminal, mesmo não provando nada a denunciante. O cidadão espera de Deus, justiça, certo de que entre os homens não exite isso.Ainda há muito mais coisas que a ex companheira faz questão de fazer para infernizar a vida do cidadão.
Eis aí a legislação que favorece o crime e a impunidade:
1. Responsabilidade penal só depois dos 18 anos. Se um detestável bandido cometer um crime hediondo tendo 17 anos e 11 meses de idade será favorecido por esta lei absurda e irracional. Seriam os legisladores idiotas ou corruptos, ou ambas as coisas?
2. A detestável “progressão do regime”, que põe em liberdade os assassinos depois de cumprirem apenas um terço da pena!
3. A tal de “pisão domiciliar”. Esta é principalmente para bandidos de alto coturno.
4. “Depois de 20 anos um crime prescreve.” É outro mecanismo detestável em defesa do crime e da impunidade.
5. O “foro privilegiado” para favorecer os políticos ladrões e assassinos!
Com tudo isto não é de se admirar que prevaleça a lei da selva: “Quem pode mais chora menos”.
Além da legislação que favorece a criminalidade, ainda podemos mencionar magistrados de mau caráter que nem sequer cumpre a lei, mandando soltar criminosos sem apresentar nenhuma explicação.
É claro que os deuses de Brasília, os marajás do Legislativo e do Judiciário, são os responsáveis pela impunidade que assola o país.
É esta mesma impunidade que torna os criminosos cada vez mais ousados e violentos; e a população trabalhadora e ordeira, que paga os impostos que garante os polpudos salários dos referidos marajás, que se dizem representantes do povo, cada vez mais acuada e desprotegida. Salve-se quem puder!