Imagine que você é de classe média baixa e conhece uma pessoa interessante, natural de um outro país, e acaba se relacionando com ela seriamente. Vocês casam e têm um lindo filho. Contudo, para que se mantenham, é necessário que ambos trabalhem de forma a suprir as necessidades da família recém formada.
A família do seu parceiro é rica e constantemente critica a necessidade dele de trabalhar em um país estrangeiro, quando poderia levar uma vida reativamente fácil e cômoda em seu próprio país.
Surgem problemas e insatisfações, próprias a todo casamento, agravadas pela influência e interferência constante da família dele no relacionamento. Seu parceiro agenda uma visita à sua terra natal para mostrar seu filho à família dele. Como você depende do seu trabalho para viver, prefere ficar trabalhando e deixa seu parceiro viajar com seu filho despreocupadamente.
O tempo passa e, de repente, você descobre que seu parceiro foi convencido pela família a não retornar e que seu filho ficará numa terra estrangeira para sempre. Todas as suas tentativas de contato com seu filho são cerceadas pela família de seu parceiro, que faleceu num evento trágico posterior, e acabou deixando seu filho na mão de um completo estranho. O que você faria? Aceitaria o trabalho de “convencimento” feito pela família rica do seu parceiro ou lutaria para reaver o filho a quem ama?
É claro que qualquer um lutaria para tornar a ver e a conviver com seu próprio filho, custasse o que custasse. E foi exatamente isso que o pai de Sean Goldman, David Goldman, fez. E graças a uma decisão corajosa e acertada do Judiciário brasileiro, o menino terá de voltar para seu pai.
As alegações da família da mãe são ridículas e pueris. Afirmar que o menino não foi ouvido e que manifestou sua vontade de permanecer no Brasil várias vezes é simplesmente irrelevante por uma simples razão: ele foi sequestrado ainda bebê e jamais conheceu a vida junto ao seu verdadeiro pai. Logo, para ele, seu lugar óbvio é aqui. Ele nunca escolheria morar junto a pessoas com as quais não criou laços de afetividade.
Manter a guarda com a família da mãe ou com o padrasto seria corroborar um ato criminoso e rasgar os acordos internacionais, aos quais o Brasil se submete por ser signatário. Seria premiar um ato mau e garantir a perpetuação da ideia de que somos um país de privilegiados e de uma justiça que sempre julga a favor dos ricos e poderosos.
A grande repercussão que o caso teve junto a intelectuais e pessoas influentes pode ser creditada a isso. Afinal de contas, inúmeros casos como este já foram noticiados, tendo mães brasileiras como vítimas de maridos muçulmanos, que se viram forçadas a lutar sozinhas pela recuperação de seus filhos e jamais contaram com qualquer apoio ou solidariedade dessas personalidades, celebridades e políticos. Simplesmente porque eram mulheres pobres e não pertenciam a famílias influentes ou tradicionais de nossa sociedade.
Se fosse David Goldman que houvesse sequestrado seu filho e fugido para os EUA, essas mesmas celebridades se revoltariam caso a justiça americana não ordenasse a reversão da guarda da criança e os mesmos argumentos de subserviência e e de subordinação aos interesses americanos seriam cuspidos pelos advogados da família da esposa, caso o Brasil não fizesse o que os EUA fizeram. A declaração do advogado da família materna de que “A sentença é de uma violência jamais vista na História da Justiça brasileira. Há uma subordinação aos interesses estrangeiros”. É um absurdo sem tamanho.
A decisão foi acertada e justa. Se a família da mãe de Sean o ama tanto, assim como o padrasto, que disputem sua guarda no foro devido: A justiça americana. E simplesmente não peçam ao nosso judiciário que ratifique uma conduta criminosa e imoral de uma patricinha ensandecida.
****************************************
Nota: O STF Acatou hoje (02/06/09) O efeito suspensivo (Liminar pedida pelo PP – Partido Progressista) para a decisão de entregar o menino (Veja Aqui). Aguardamos que a justiça seja finalmente feita e que esse caso termine com a entrega da criança ao seu pai legítimo e de pleno direito. (Fonte) – Agradeço a leitora Kris pelo comunicado.
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Olá…
Engraçado, esse caso me passou despercebido, não tinah visto falar. Mesmo assim concordo como que você escreveu, felizmente dessa vez a justiça Brasileira teve uma decisão decente e justa.
Abraços.
Fábio.
Fábio Nuness last blog post..Um cara chamado Robin Cook!
O que fizeram com esse pai foi vergonhoso, uma trama capciosa, diabólica.
Foi um caso onde as Justiças se fundiram, a Justiça Divina e a da Terra.
me desculpe nelson, mas nenhuma dessas justiças funcionam, o que existem são acasos e em algumas vezes propinas, respectivamente.
Um final doce para uma história muito amarga,,,,,,,,,,,!
fiquei completamente esc andlizada com as coisas que contaste sobre esta história impressionante, mas real, neste post! eu protegeria o meu filho, fosse que preço fosse!…
embora seja muito nova, percebo muito bem o conceito de perder os pais – a minha mãe morreu quando eu ainda tinha seis anos.
um abraço, a sério, continua assim! ,)
tifons last blog post.."Um mundo tanto de escuridão como de luz"…
O STF acabou de revogar a decisão e, por enquanto, o menino fica aqui. Achei que havíamos dado um passo à frente quando determinaram que Sean voltaria a morar com o pai. E agora… Três passos pra trás. Uma pena. Coitado do garoto.
Finalmente opiniões adultas sobre o caso, lamentavelmente o stf (como gde parte da área pública brasileira) é dirigido por incapazes…
Lugar de filho é ao lado do pai e ponto final!!
Arthurius, parabéns por suas opiniões! Continue assim!
Lugar de filho é ao lado do pai e ponto final!!
Arthurius, parabéns por suas opiniões sempre mto boas, continue assim!!
Não adianta a família da mãe é rica e a do padrasto muito influente, só posso lamentar por esse pai biológico nunca terá seu filho de volta.
Infelizmente o caso está subindo ao STF… todos nós sabemos que lá os ricos magnatas tem suas ‘facilidades’…
Vamos ver quem manda mais nesse país: se Lula que ouviu o pedido do próprio Obama em pessoa, ou o STF guardião dos ricos e poderosos nacionais…
O americano David Goldman é um desocupado. Isso é uma coisa. Quando a mãe de Sean Goldman (brasileira) separou-se de David Godman, veio para o Brasil com o filho pequeno, que na época tinha 3 anos de idade e David Goldman nunca se preocupou se o filho estava sendo bem educado, se estava alimentado. Nunca enviou um cent para suas despesas. Isso também é uma coisa.
Depois que a mãe da criança morreu, David Godman interessou-se subitamente pela guarda do filho. Isso é uma coisa.
João Paulo Lins e Silva cuida bem e ama ao filho adotivo. Todos sabemos que JPLS tem trabalho fixo e é um homem rico. Isso é uma coisa.
O esperto David Goldman acredita que com a posse da criança poderá estorquir, até a maioridade do mesmo, o pai adotivo da criança, em nome dos laços afetivos que os une. Isso é outra coisa.
E o STF terá insenção ao julgar esse caso.
Querida Suzanna
Cala a boca, isso eh uma coisa.
Pai eh pai, tem mais direito que padrasto. Eh uma coisa.
A mae foi uma covarde em sumir com a crianca assim.
O Brasil vai continuar a ser uma Republica das Bananas se continuar agindo assim, porque fulano eh rico e amigo de juiz, de familia tradicional, isso nao quer dizer que um crime nao foi cometido!
Que se dane a Convencao de Haia, hein? Pra que existir lei se o Brasil eh terra de ninguem e soh quem tem $$$ eh sagrado??
Olá Suzana!
Ele não se interessou “subitamente”. A luta pela guarda é de anos. E estava
travada na justiça estadual há mais de quatro anos, tendo o pai de Sean
sido proibido pelo juiz de ter acesso ao seu próprio filho.
Então, cara amiga, as coisa não são bem assim.
Um abraço.
Essa Suzanna deve ser parente ou amiga da familia materna da criança em questão..porque ninguém( mesmo em sua mais santa ignorância) defenderia um absurdo assim, de um caso que esta tão claro.Vergonha pra o Brasil ainda ter estórias assim divulgadas mundo afora.
Esse tipo de comentário dessa Suzanna denota o tipo de cultura machista e decadente da sociedade falida moralmente em que vive.Influência e dinheiro fazem com que as pessoas se tornem cada vez mais soberbas. E sem noção de justiça.
EU NAO SOU PARENTE . MAIS SEI LER
LEIA O SIRO DARLAN SOBRE O CASO
E NO MAIS ESSES AMERICANOS VENDEM MUITO JORNAIS EM NOME DO SEAN……E O PAI VAI VIVER DE RENDA COM A PARTE DA EMPRESA DA BRUNA QUE CABE AO SEAN …..ACORDA.
Olá Mau!
O grande problema é que se o Brasil tomar a decisão baseada apenas na influência da família; mais uma vez ficaremos muito mal internacionalmente e seremos conhecidos como o país em que a justiça não reconhece tratados internacionais.
Arthurius Maximuss last blog post..CUBA, ROMÂNTICOS E UM POVO QUE PADECE.
Pelo que li sobre o caso, David se recusou a ter qualquer relacionamento com o filho nos ultimos quatro anos a conselho de seus advogados. Apesar de Bruna ter mantido Sean no Brasil sem o pedido de custodia e divorcio em New Jersey, pelo que sei ela jamais negou a David visitacao ou um relacionamento com o filho. Neste circo todo da media eu acho que a familia Lins e Silva e Bianchi tem se comportado com muito mais dignidade do que Goldman e seus seguidores fanaticos.
Olá Sandro!
O pai de Sean foi impedido por decisão da justiça estadual de ter acesso ao
filho. E todas as suas tentativas esbarravam na má vontade do judiciário
estadual. exatamente por isso o caso foi levado para a esfera federal. Não
se trata de fanatismo; trata-se de uma aberração jurídica que vai contra um
acordo internacional do qual o Brasil é signatário.
e imagine se o STF vai em frente com essa decisao….nunca mais teremos um ‘filho de nossa patria, mae gentil’, qdo for o contrario…essa discussao toda é sobre poder: como que uma familia é tao poderosa a ponto de conseguir uma limimar no STF as 20:30 DA NOITE? ESCRITA A MÃO!!! Vai ter ‘pudê’ assim, viu…minha esperança é que o Governo Brasileiro, envergonhado, se enfronhou na luta a favor do gringo…carinha antipatico, diga-se de pasagem, mas, porra meu, é o PAI!!!
ÑAO FOI OSTT FOI O PARTIDO PP QUE ENTROU COM …..E TEM MAIS AI .ISSSO NAO EH FAMILIA .LEIA O SIRO DARLAN
Apoiar o filho nas atitudes ilegais?
Vamos falar sobre moral, sobre valores e ética? O caso sobre a guarda de menino Sean Goldman não me faz pensar em outra coisa. Até onde devemos ir para apoiar uma filha infeliz no casamento que sai do país levando o filho como se ele fosse só dela? E um filho que dirige embriagado, atropela e mata um ser humano no caminho? Eu sou mãe. Então, para resolver um problema que não causei, eu contrato um advogado renomado para resolver o erro do meu filho ou devo fazê-lo assumir o erro cometido? Onde está o limite entre amar e compactuar com um crime? O que mais me impressiona, é a legião de “sem leis” que acompanham o ideal de uma mãe, de um pai que acha que proteger o filho do que ele fez de errado é cuidar, é amar.
Já assisti na tv uma mãe bem pobre que entregou para a polícia o filho usuário de drogas, pois não aguentava mais vê-lo se “desfazer”, não suportava saber dos roubos que ele fazia na região de sua casa e também cansou de vê-lo levar para vender tudo o que ela tinha em casa para trocar pelas drogas. Isso mostra que devemos ter um limite até onde podemos assumir os erros dos outros. Não podemos compactuar com o que é ilegal, mesmo que o nosso filho, quem tanto amamos, seja o infrator.
Eu ia ter vergonha se o meu filho causasse mal à alguém. Eu ficaria arrasada e seria incapaz de apoiá-lo de maneira ilegal. O Pedro tem 7 anos e vivo hoje para ensiná-lo que nunca devemos pegar o que não é nosso, não devemos mentir para não perder a credibilidade e explico que não passamos no farol vermelho porque podemos nos machucar ou machucar outra pessoa e não por causa da multa. Ele também sabe que não sou perfeita. Ele viu o meu boletim escolar de quando eu repeti de ano e descobriu que as pessoas que amamos também nos frustram, fazem coisas erradas. Com o meu boletim nas mãos ele falou que ia se esforçar muito para ir bem na escola e disse que eu não consegui porque a material era difícil.
Na hora eu disse que não era isso. Exliquei que tudo aconteceu em uma fase que eu não me esforcei, não se dediquei como deveria. E a vovó não desistiu da mamãe, nem resolveu o problema de maneira ilegal. Não pagou para eu passar de ano, nem deixou que eu corresse para o lado mais fácil que poderia ser parar de estudar ou fazer supletivo. Ela falou que eu ia conseguir vencer fazendo o certo. E foi assim que eu terminei o ensino médio e a faculdade.
Os pais não contam para os filhos o que fazem ou fizeram de errado. Querem mostrar que ali existe um modelo perfeito e não percebem que isso sim é frustrante, afinal a criança tem medo, a criança erra e se sente sozinha diante daquele ser tão perfeito. Temos que dizer para os nossos filhos que também temos medo. Pode não ser mais o medo de escuro, pois esse eu já venci, mas eu tenho medo de deixar o vidro do carro aberto e vir um ladrão me assaltar. Eu falo para o Pedro que temos que ter medo do que é real, pois o medo nos protege. Eu não deixo o vidro aberto por medo, portanto a chance de eu ser assaltada até pode diminuir.
Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Esse é o hábito atual de educação. Os pais precisam entender que o modelo é o que vale e não as palavras. Se não queremos que os filhos contem mentiras, não podemos dizer para que eles falem que “não estamos” quando toca o telefone. É no dia a dia, nas pequena atitudes que educamos. Aquela moedinha de 10 centavos no chão da livraria não é nossa. Vamos levar até o caixa e dizer que alguém perdeu. Fiz isso e a moça do caixa falou que o meu filho poderia ficar com ela. E eu expliquei que não, pois o dono poderia voltar para buscar. E o Pedro tinha 4 anos. Eu também não levei para casa a pazinha amarela que encontramos na praia às 7 horas da manhã.
É dessa maneira que educamos e criamos um filho para ser honesto na vida adulta, para não querer ter vantagem sobre as outras pessoas, para saber assumir uma atitude errada. Estou plantando desde já para que no futuro eu não tenha que passar a vergonha desses pais que aparecem na tv, “justificando o injustificável”. Tentando de qualquer maneira encontrar brechas na lei para apoiar um erro.
Eu amo o meu filho de verdade e com a verdade.
Roberta Palermo
SE VOCE TIVESSE FILHOS SE SEPARASSE DO PAI VC DEIXARIA ELES COM O PAI??SE O PAI MORASSE EM MINAS E NAO TIVESSE GRANA PARA O SUSTENTO DOS FILHOS E VC TIVESSE QUE VIVER SEPARADA DO PAI NO RIO DE JANERIO PORQUE LA VC TERIA UM BOOM TRABALHO. OQUE VC FARIA DEIXAVA OS FILHOS COM O PAI SEM RECURSO E VINHA TRABALHAR NO RIO??OU NAO SE SEPARAVA DO MARIDO NEM TRABALHAVA EM OUTRA CIDADE???WA BRUNA DEVIA VIVER UM INFERNO NA AMERICA COM ESSE TAL DE DAVIS,,,MAS BOAS MOÃS NAO FICAM AI CONTANDO QUE APANHAM….SOFREM CALADA,ESSSE QUERIDA FOIO ERRO A BRUNA NAO TER COLOCADO A BOCA NO TROMBONE
TERÇA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2009
Excuse me, posso ser pai do meu filho?”
Definitivamente eu não consigo entender o que falta ser explicado para que algumas pessoas entendam que não há nada, até o presente momento, que desvalide o pai David Goldman. Sendo assim, não há nada que o impeça de ser pai de seu filho. O que mais me assusta é que há vários “fora da lei” envolvidos nesse apoio à família materna, pois como explicar tamanha falta de juizo? O menino foi trazido ao Brasil sem a permissão do pai, independente da criança ter dupla nacionalidade, ou de ter uma família materna maravilhosa e feliz. E a mãe teve uma atitude inadequada ao afastar seu filho do vínculo sócio-afetivo do pai bem antes do pai querer afastar o filho do tal vínculo sócio-afetivo atual. Então quem começou toda essa confusão? E não venham me dizer que a mãe tinha que sair de lá, afinal a vida sexual dela era ruim e ela era a responsável por sustentar a casa, pois certamente há vários casais nessas condições e nem por isso um ente afasta o outro da criança.
A mãe não atuou de maneira legal, apesar de ao chegar ao Brasil, ter o divórcio e a guarda do filho consentidos. O padrasto é sim alguém muito bom, competente, excelente, mas não justifica ele pedir a guarda sócio-afetiva e nem desvalidar o pai a ponto de querer tirar o sobrenome dele da certidão de nascimento da criança, O pai do menino seguiu a lei. O padrasto desse mesmo menino usa as leis para o seu trabalho, então me surpreendo por ele estranhar e cobrar do pai a participação e presença na vida da criança, sendo que para isso, ele teria que abrir mão de seu direito à paternidade. Ou alguém acha que é possível ser pai morando em outro pais?
Tudo seria perfeito e nada disso estaria acontecendo, se David Goldman não quisesse ser pai, mas para infelicidade desses familiares e sorte desse menino, ele quer de volta o filho que tiraram bruscamente de sua casa. Por um só minuto, coloquem-se no lugar desse pai! Vocês concordariam que, já que o filho de vocês já está bem lá mesmo, vamos deixá-lo lá, ou lutariam para que um golpe desses não obtivesse sucesso? Sei que muitos pais brasileiros, em virtude da morosidade do judiciário, aceitam mesmo as migalhas de convivência que a mãe oferece. Antes isso do que nada. Como David Goldman não aceitou essa condição tão comum ao pai brasileiro, ele é visto agora como o descomprometido que abandonou o filho. Vejam como tudo se inverteu e há vários adeptos à essa opinião.
À partir do momento em que as pessoas apoiam uma passeata para que o menino fique no Brasil, apoiam também a justiça lenta e inadequada que temos no momento. É como validar um orgão de desfesa do consumidor que não defende o consumidor. Acompanho há 7 anos pais que não conseguem conviver com a criança após a separação e ao recorrer às leis, que deveriam ajudá-los, se deparam com mais dificuldades, além das que a mãe coloca. E não pensem que isso não acontece do outro lado, pois uma mãe relatou que, após o pai negar à ela a permissão de viagem do filho de 3 anos para Aspen para passarem as férias juntos, ela recorreu ao juiz e ele não permitiu. Achou supérfluo e desnecessário ela levar um menino de 3 anos para Aspen. Vejam a que ponto chegaram as famílias que vivem em desarmonia e precisam de que uma terceira pessoa, alguém que não tem nada com a sua vida, decida para onde se deve viajar nas férias.
Chego a conclusão de que a igreja católica e seus vários ensinamentos que julgo desatualizados, tem lá sua razão de ser. Por que o divórcio é tão mal visto? Porque causa uma desgraça nas famílias. São tantos atos irresponsáveis uns atrás dos outros e os pais envolvem as crianças em seus desatinos. São adultos que se relacionam sem proteção e engravidam sem o menor comprometimento. Está ai a explicação para a igreja dizer que a relação sexual deve existir apenas após o casamento, mesmo que a gente saiba que isso não é garantia alguma de estabilidade.
Se queremos atualizar o mundo para os dias de hoje, se queremos modernizer antigos conceitos e dogmas, novas regras precisam passar a existir para cobrir as lacunas que aparecem. O problema não é ter relação sexual antes do casamento e sim um casal ter um filho sem um vínculo emocional, sem ter uma vida organizada e depois ir remendando daqui e de lá para adaptar a gravidez à realidade diferente dos dois.
E são os namorados adolescentes que engravidam, tem aquele casal que engravida para tentar salvar o casamento e tem aquele casal que engravida para dar um irmão ao filho mais velho. Aquele casal com diferença cultural, econômica, social e emocional enorme que quer vencer todos os preconceitos e no fim descobre que não é bem assim. E tem o caso de ter que ter uma menina, pois até agora só tiveram 4 meninos. Ou ainda o caso da mãe que aos 50 e poucos anos não foi mãe e quer viver essa emoção. Tem a mulher que tem câncer há 10 anos, mas seu sonho é ser mãe.
Temos que rever esses posicionamentos, pois eles são egoístas demais na maioria das vezes. São casais que colocam a criança no mundo apenas pensando em si e está longe da realidade deles, pensar em qual estrutura familiar essa criança vai viver. Parem de pensar “em que mundo deixarei o meu filho” e pensem sim “em que tipo de estrutura familiar deixarei o meu filho”.
Já que estamos palpitando tanto na vida dos outros, o mínimo que podemos fazer também, é tirar uma lição de vida disso tudo e aceitar que vivemos um momento familiar catastrófico. E volto a dizer que o momento é o de perguntar para nós mesmos que família queremos dar aos nossos filhos. Por mais que o mundo fique moderno, uma coisa é certa: sempre será muito triste para a criança ter os pais separados ou ter a ausência de um desses dois entes.
Existe ex-casal, mas não existe ex-pai, ex-mãe. Ninguém tem o direito de achar que é suficientemente bom para a criança e só o seu amor basta. A criança precisa do pai e da mãe.
Roberta Palermo
Terapeuta Familiar
http://www.robertapalermo.com.br
Postado por Roberta Palermo às 03:24
QUARTA-FEIRA, 11 DE MARÇO DE 2009
Não basta ser pai para conviver com um filho
A avó materna de Sean Goldman falou no programa Fantástico (08/03/09) que o motivo que a leva a querer que o neto fique sob a guarda do padrasto é a irmã. de Sean, filha do segundo casamento de sua mãe com o atual padrasto. Ela acha importante que não sejam afastados. Então me tranquilizei e confirmo para ela e para todos que ainda estiverem em dúvida, que será mais importante para o menino conviver e morar com o pai biológico, já que a justiça terá que escolher um dos dois. Acredito inclusive que, se a justiça disser que o menino ficará sob a guarda do padrasto, não decidiu isso pensando na convivência dele com a irmã. Esse é um motivo pessoal da avó e motivos pessoais não são relevantes nesse momento.
Conheço vários filhos únicos e eles não carregam traumas por não terem um irmão. Muitos até gostariam de ter um irmão para dividir as alegrias e angústias, mas vivem muito bem emocionalmente. Conheço porém, muitas pessoas que por motivos diversos não conviveram com o pai. Essas sim, carregam traumas imensos e narram com tristeza a falta que essa figura fez ao longo de sua vida.
Eu sou filha única, mas tive uma irmã dos 13 aos 23 anos. Não morávamos juntas, pois ela é filha do segundo casamento do meu pai. Eu a via nas férias escolares, período que eu passava na cidade do interior, próxima à São Paulo, onde o meu pai morava. Me afastei da minha irmã quando o meu pai faleceu. Eu e a minha madrasta nos relacionávamos muito mal, passávamos temporadas desgastantes. Quando o meu pai faleceu, eu não precisava mais conviver com ela e foi uma grande alegria pra mim. Foi como ter uma carta de alforria. Perdi porém, o contato com a minha irmã, que na época tinha 10 anos. Para eu conviver com ela teria que manter a convivência com a minha madrasta, pois ela era ainda muito pequena. Tive que fazer uma escolha. Ter saúde emocional ou ter uma irmã.
Quando fazemos uma escolha para a nossa vida, para a vida de um filho, ou de um ente querido, temos que acreditar que fazemos a melhor escolha. A avó materna e padrasto de Sean Goldman certamente fazem o que acreditam ser a melhor escolha para a vida do menino. O pai, porém, acredita que a melhor escolha seja que Sean tenha um pai presente, ainda mais que a mãe faleceu durante a disputa pela guarda. E nem vou me estender escrevendo sobre a mãe ter levado o filho embora sem seu consentimento, e tudo o que aconteceu depois, que o tornou impotente para tomar decisões.
Há alguns anos atrás, o ator Vladimir Brichta precisou lutar na justiça pela guarda de sua filha. A criança foi passar uma temporada na casa da avó materna, após o falecimento de sua mãe e a avó entrou com pedido de guarda. Não devolveu a criança. Depois do desgastante processo, ele obteve a guarda. Entendemos a dor dessa mãe que perdeu a filha, mas o pai tem o direito de criar a menina.
São vários os casos de pais que precisam reconquistar o direito à pateridade após a separação ou falecimento da mãe da criança. São muitos os pais, vítimas de mães amarguradas após a separação, que quando vão buscar a criança para passar seus dias de convivência, dão de encontro com a casa vazia. A mãe não está. Saiu, viajou, fez qualquer coisa para atrapalhar a relação do pai com o filho. São mães que descumprem na cara dura os combinados realizados diante de um juiz! Como se o fato de ser mãe lhes desse um poder acima da lei. E acreditam fazer o melhor pela criança. Falam mal do pai para a criança a ponto de ela dizer que não quer sair com o papai. Chantageiam o pai. Se ele abrir mão de alguma coisa que lhes beneficie, ou der algo que elas exigem, elas deixam o pai ver a criança. Até acusam o pai de abusar sexualmente da criança como mais uma tentative de afastamento. A justiça protege a criança na hora desse pai
perigoso, até que se prove o contrário, mas quem protege a criança dessa mãe?
As pessoas precisam se atualizar, pois muitos pais, nos dias de hoje, não querem mais ser meros provedores financeiros. São pais que querem participar da vida de seus filhos e sofrem de verdade a perda do convívio.
Da mesma maneira que a madrasta não é sempre má, o mordomo não é sempre o assassino, o pai nem sempre é somente aquele que só fornece o espermatozóide.
Roberta Palermo
Terapeuta Familiar
Postado por Roberta Palermo às 07:47
DOMINGO, 8 DE MARÇO DE 2009
Sean Goldman, um menino muito amado
Um menino muito amado
Li a matéria da revista Época (07/03/09) sobre o menino Sean Goldman. Achei que a matéria não foi imparcial. Mostrou que a participação da mãe na vida de uma criança é a única que importa. Então, o pai que tem seu filho afastado de seu convívio, tem que simplesmente pensar na criança? Tem que deixar a mãe decidir se o filho terá pai ou não, como se o filho fosse propriedade dela? E se fosse o contrário? Se o pai fosse embora e levasse a criança para o país de origem, será que ficaria por isso mesmo? Pensariam nos anos de convívio e laços afetivos formados, ou todos lutariam para devolver a criança para a mãe tão sofrida? Uma pena que ainda pensem que um filho precisa apenas da mãe e o pai pode ser apenas um fornecedor de espermatozóides. A matéria deixou claro que, uma vez que a mãe foi embora do país com a criança, o pai poderia compreender, pelo bem do filho, que seria melhor ele pegar um avião e vir gentilmente ao Brasil para ver o filho. Quem sabe a cada quinze dias. Se o pai viesse ao Brasil para conviver com o filho, estaria de acordo com a mudança feita pela mãe e perderia então, a chance de conviver com seu filho, pois vamos lembrar que ele mora em outro país. O pai veio rapidamente ao Brasil depois que a mãe morreu, pois tinha certeza de que nada o impediria de levar o filho dessa vez. Parecia óbvio, a mãe morreu, resta o pai. Ele encontrou caminhos para ter dinheiro para custear advogados e viagens e isso foi muito criticado também. A mãe não faria o mesmo no lugar dele? Por que se uma mãe movesse montanhas para arrecadar dinheiro estaria lutando por um filho e o pai é só interesseiro? Ele é o pai da criança e independente da mãe ter ido embora do país de má fé, ou não, não faz alguma diferença. O pai teve algum direito de opinar a respeito dessa decisão? O pai pode ter sido um péssimo marido, mas não deixa de ser o pai que esse menino tem. Qual é o problema da mulher trabalhar e o pai ficar em casa cuidando da criança? Então a criança gosta menos de um pai ou de uma mãe que trabalha fora? Ele era um pai presente, tanto é que ficava com o filho enquanto a mãe saia para trabalhar. Ele era o cuidador na maior parte do tempo e foi afastado sem ninguém pensar em vínculo sócio-afetivo naquela ocasião. Nada consta sobre o pai ser agressivo ou perigoso. Depois que temos filhos, nem sempre temos a mesma liberdade de ir e vir de antes. Ao menos não deveríamos ter. A mãe estava infeliz, quis ir embora, mas pensou apenas nela e não se importou que o filho não teria mais um pai presente. Tenho certeza de que o padrasto e os familiares maternos são excelentes pessoas, bons cuidadores, pessoas que o Sean ama e com quem vive bem. A avó perdeu a filha, ajuda a criar a neta que não tem mãe. Tudo isso é muito triste. Se ficar longe do neto será uma tristeza maior ainda. Mas por que não é uma tristeza para o pai estar afastado do filho? Sou madrasta e sei que é perfeitamente possível passar a amar uma criança aos 4 anos, mas por que o amor do padrasto é tão fiel e o amor do pai e tão desvalidado? Para manter, mesmo à distância, um vínculo da criança com o pai, não seria importante manter a língua inglesa? Mas fazem questão de dizer que o menino pouco se lembra da língua paterna, para ser mais um fator que poderia dificultar a mudança da guarda. Agora alegam que muito tempo se passou e o contato sócio-afetivo está todo no Brasil. Isso é golpe baixo. Pois é óbvio que toda a vida do menino está estruturada no Brasil e levá-lo embora imediatamente não é o mais adequado. Porém, Ele tem 8 anos e será capaz de se adaptar muito bem à mudanças desde que não seja pressionado por quem não quer que ele vá embora. Se o pai receber o direito de levá-lo embora, eu serei totalmente a favor de que eles tenham a oportunidade de viverem juntos nos Estados Unidos para resgatar a relacão e formar um vínculo afetivo. O menino viria ao Brasil passar as férias escolares com os familiares maternos. Depois de um tempo, se o filho quiser voltar a morar no Brasil, tudo bem se o pai concordar e então passariam a conviver nas férias escolares. Ao menos teriam a oportunidade de conviver, apesar da brusca separação anterior. O menino está muito bem no Brasil. Tem uma família amorosa, um padrasto atencioso, excelente escola, mas tudo isso não pode ser mais importante do que ter um pai presente. O pai preferiu seguir o caminho da lei para ter o filho de volta ao país de origem, mas os anos se passaram e agora o menino tem seus laços afetivos no Brasil. Nesse caso o pai passa a ser o vilão, o culpado por querer mudar a vida do menino. Os familiares brasileiros estão desvalidando o pai. E isso é bom para a criança? Dizer que o pai não trabalha, que era péssimo parceiro sexual, que só está interessado no dinheiro do filho. Isso é para o bem da criança? Li no Estado de São Paulo (08/03/09) que o pai vai abrir mão da herança que o filho tem direito. Até isso ele precisa fazer. Por que as pessoas não podem acreditar que um pai pode querer ser pai? Por que só mãe é vista como quem realmente luta por um filho e não tem outros interesses? Depois de tantos anos, a volta desse menino para o país de origem precisa ter uma passagem gradual. Caso o pai tenha o direito de levá-lo, o ideal seria que ele ficasse no Brasil alguns meses, convivendo diariamente com o filho para formar um vínculo, desde que ao mesmo tempo o menino não estivesse sofrendo pressão das pessoas que querem que ele fique. Certamente os famliares maternos não fariam isso. Pensariam apenas no bem estar da criança, já que seguiriam a decisão da justiça que decidiu que o menino voltaria aos Estados Unidos com o pai. Eles querem que o pai entenda que agora o filho já está no Brasil, já está acostumado. Simples assim. Vamos ver se entenderão se a justiça permitir que o pai o leve de volta.
Meu Deus…o que mais me choca é como as pessoas dão palpites sem ao menos conhecer a outra parte da história.
David goldman é um desocupado,como já disse a suzanna acima,um ex-modelo em uma carreira mal sucedida.A Bruna,mãe do garoto,uma pessoa espetacular de um coração e talento enorme.
Não existe familia mais unida,muito antes da morte de Bruna,no mundo como a de Sean no Brasil.
Eu só queria que vc,pessoa que escreveu ,se colocasse no lugar de Bruna,sofrendo com um marido desocupado,ficaria lá o resto da sua vida sendo que ela poderia ser feliz por aqui,como ela foi nos anos seguintes com o João Paulo.
A vontade do garoto,que sempre disse querer ficar com os avós,padrasto e principalmente amãe,deve prevalecer.
Que a justiça seja feita.
Bruna merece por todo amor dedicação que teve com Sean.
QUE BOM QUE TEM GENTE COMO VC ALMA SENSATA,,,,ESSE POVO CAIDO NO LERO DESSSE IMPRODUTIVO QUE SEQUER TEM MESMO AMOR PELO SEAN , PPOIS SE TIVESSE TERIA MANDADO OS ADVOGADOS PARA LA E JA TERIA CONQUISTADO O SEAN.
MINHA TRANQUILIDADE EH SABER QUE MESMO QUE SEAN VA ELE QUANDO TIVER MQAIS VELHO UM POUCO VAI VOLTAR E O SENHOR DAVID NAO O TERA NUNCA
E PASSARA A VELICE SO …POR ENQUANTO REZO POR TODA FAMILA BIANCHI E LINS E SILVA MESMO NAO OS CONHECENDO ,BEIJOS
E com a irmã,que nasceu um pouco antes da morte de Bruna.
é justo separar os irmãos?Já não basta a morte de Bruna?Causar mais dor a esse garoto?e a família dela?
Concordo plenamente com vc Roberta. As vezes me pego pensando o quanto e triste ver essas pessoas na briga pela guarda desse menino enquanto tem tanta crianca no mundo sem pai ou mae. Acredito que vai ser difil para esse garoto se adaptar nos EUA, com certeza mas nao tenho nenhuma duvida de que ele vai se adaptar. Sabe pq: Porque o pai o ama demais, vc pode ver nos olhos dele quando fala do menino e tb pelo tempo que esse homem vem lutando para conseguir a guarda dele. Se fosse outro pai que nao quizesse mesmo saber do menino como foi alegado pela parte materna. Pq estaria lutando ainda? Enquanto muitos pais dao gracas a Deus por ter o filho bem longe e estar livre de responsabilidade esse David Goldman quer o filho, quer ter o direito de criar o filho, coisa que lhe foi tirada sem se darem ao trabalho de perguntar o que ele achava.
Nao quero criticar a familia da mae, que por mais errado que me pareca, entendo que eles amam essa crianca demais e se a mae dele ainda estivesse viva, mesmo ela tendo feito as coisas erradas como fez, ainda assim deveria criar o filho, pq tb sou mae e acho que faria o mesmo que ela fez com medo de de falar que nao voltava e perder a guarda do filho. Mas infelizmente ela faleceu, o Sean precisa do pai dele agora mais do que nunca.
O pai nao e nenhum desocupado ou falido como disse a pessoa do comentario anterior, ele e na verdade e um trabalhador, um batalhador que nao tem papai e mamae para sustenta-lo ou pagar faculdades caras. Sera que isso e pecado? Sera que status e o que importa? O que Jesus cristo era? Entao esse negocio de que ele nao pode cuidar do filho pq nao e advogado ou pq nao tem as mesmas condicoes financeiras da avo de Sean sao no minimo comentarios materialistas. E nao quero dizer que ele esteja pasaando dificuldades, so estou dizendo que embora ele nao seja rico como a parte brasileira isso nao o faz valer menos que eles, o amor dele nao vale menos por causa disso. E justamente pelo fato de Sean ja ter sofrido demais com a perda da mae e que ele tem que conviver com o pai agora e eh claro receber visitas dos avos, irma etc.
E ai as pessoas vao falar: Ha mas separar irmaos e cruel! Parece um pouco hipocrita falar que separar irmao e cruel mas separar pai de filho nao. E pq sera que as pessoas so levam em consideracao a dor dos avos agora, enquanto esse pai vem lutando e envelhecendo durantes esses ultimos anos como ninguem! A dor dele nao conta? Pq o pai e que se vire com a dor dele os avos nao? Eles sao melhores que o pai? Eles ao menos tem outra neta agora e o pai quem tem? Nem namorar nao consegue, quanto mais construir familia, tudo por causa do sofrimento que vem passando. Pelo amor de Deus vamos olhar os dois lados da moeda tb ne!?
Se Deus quiser ele vai ganhar a guarda definitiva logo, logo e acaba esse martirio.
BRUNA NAO ERA SUSTENTADA PELOS PAIS ,, ELA NO RIO DE JANERIO TEM LOJAS MARAVILHOSSA DE ROUPA INFANTIL QUE VENDE MUITO BEM,MAIS NOS UKLTIMOS ANOS O SENHOR DAVID VIVEU COM A GRANA DOS PAIS DELA.BOM LEIA MAIS LEIA AS DECISSOES JUDICIAS E VC VERA QUE ESSEN CARA EH AQUELE PRINCIPE MAIS NA INTIMIDADE ELE EH O SAPO.
decisão foi acertada e justa. Se a família da mãe de Sean o ama tanto, assim como o padrasto, que disputem sua guarda no foro devido: A justiça americana. E simplesmente não peçam ao nosso judiciário que ratifique uma conduta criminosa e imoral de uma patricinha ensandecida.
CHAMAR A BRUNA DE PATRICINHA ENSANDECIDA EH UM ABUSO ,ELA TRABALHAVA E MUITO INCLUSIVE POR ANOS O SENHOR DAVID FOI SUSTENTADA POR ELA
E PROVAVELMENTE FICARA COM A GRANA DO SEAN ,ESSE CARA EH UM PICARETA GIGOLO AMERICANO.
ELE DEVERIA TER GRITADO COM A BRUNA VIVA , NAO O NFEZ POR UQE ELA TEVE AGUARDA DO FILHHO EM NOSSSOS TRIBUNAIS, ALIAS ELE ESTAVA PRESENTE NA HOMOLOCAÇAO DO DIVORCIO,ENTAO ELE ADMITIU A LEI BRASILEIRA E FOI EXTRORQUIR DINHEIRO DOS PAIS DA BRUNA OS COLOCANDO COMO COAUTORES DE SEGUESTRO E PROVALVEMENTE SO O FEZ PORUQ OS PAIS DELA TEM PATRIMONIO NOS EUA.
PARA OS BEM INTENCIONADOS LEIAM O TEXTO ESCRITO POR SIRO DARLAN.ALIASINTELIGENTE E PATRIOTA.
Vontade da criança deve ser considerada nas açõesPor Siro Darlan de Oliveira. O Brasil é um dos 192 países que ratificaram a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, tendo o legislador pátrio incorporado tal convenção em seu texto constitucional. Neste momento, ocorre pela primeira vez um unprecedented case ser levado à apreciação do Supremo Tribunal Federal. A matéria a ser apreciada diz respeito à condição do direito fundamental, que deve ser preservado e garantido a uma criança brasileira nata – filha de mãe brasileira, nascida no exterior e registrada em consulado brasileiro (Constituição Federal, artigo 12, inciso I, alínea a).
O artigo 12 da referida Convenção prescreve que os Estados Partes devem assegurar às crianças o direito de expressarem suas opiniões, e, portanto, terem a oportunidade de serem ouvidas no processo judicial. Estabelece também que a autoridade pertinente deve levar em consideração, em sua decisão, as opiniões da criança. Esse é um dos princípios fundamentais da Convenção das Nações Unidas, juntamente com o princípio do interesse superior e o princípio da não discriminação, que devem ser observados. Caso não sejam, haverá desrespeito às normas de Direito Internacional assumidas pelo Brasil perante a comunidade dos países signatários.
Esse princípio foi incorporado no ordenamento jurídico pátrio de forma clara e explícita no artigo 28 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina nos casos relacionados à guarda que a criança deverá ser previamente ouvida, e a sua opinião devidamente considerada, independentemente de sua situação jurídica. No mesmo artigo, a lei determina ao julgador que leve em conta também o grau de parentesco, e a relação de afinidade ou de afetividade, a fim de evitar ou minorar as eventuais consequências negativas decorrentes da medida.
Em diversos outros ordenamentos da legislação pátria está configurada a prevalência do direito ao afeto, como quando assegura a prevalência da adoção nacional sobre a internacional para fazer prevalecer os laços culturais e afetivos com o torrão natal. Da mesma forma, quando permite a união homo afetiva. O fato é quem nenhuma outra norma traz obrigação tão veemente ao aplicador da lei, como o artigo 28 da Lei 8.069/90, que expressamente impõe o respeito aos laços afetivos criados com a criança, de forma a evitar maiores danos. A própria adoção, por sinal, é um instituto que, ao ser proclamado irrevogável, serve de exemplo da prevalência do direito ao afeto em relação aos laços consanguíneos.
A discussão que leva a algumas divergências reside no campo da maturidade da criança para se expressar. Em meu entendimento, toda forma de comunicação da criança deve ser aceita como possibilidade de manifestação de sua vontade. Crianças são sujeitos de direitos, e como tal gozam do exercício de tais direitos desde sua concepção, daí a obrigação de preservar a vida dos fetos em desenvolvimento. Com o nascimento e consequentes possibilidades de manifestação, pois chora quando sente fome ou algum desconforto, sorri quando está feliz e se sente bem naquele ambiente ou naquela companhia. Por certo, essas manifestações de alegria ou de sofrimento já são formas de expressão de sentimentos logo reconhecidas pelos pais e consideradas em suas múltiplas relações. Portanto, se assim é, é inquestionável que, especialmente nos dias de hoje, uma criança de nove anos, e com o amadurecimento que o sofrimento das sucessivas perdas afetivas lhe causou, está plenamente apta para manifestar sua vontade, e tê-la considerada pela autoridade julgadora.
Outro aspecto interessante do julgamento da matéria no STF se refere à prevalência da doutrina da situação irregular, que foi sepultada em nosso país, com a entrada em vigor do ECA. Aquela prevalência, no entanto, ainda encontra vários adeptos no cenário jurídico, sobretudo dentre aqueles mais conservadores. Mas, a doutrina consagrada no texto constitucional erigiu crianças e adolescentes à condição de sujeitos de direitos, e consequentemente determinou sua proteção integral.
Assim, aqueles mais conservadores acreditam que a criança referida no julgamento do STF estaria em situação irregular no país por haver sido supostamente sequestrada por sua mãe, mas esta matéria já foi enfrentada e espancada por acórdão da ministra Nanci Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça. Aqueles que defendem o respeito à doutrina vigente no tocante à proteção integral colocam a criança na condição de protagonista de sua cidadania e lhe outorgam o direito de ser ouvida e de manifestar seu desejo, de forma que prevaleçam suas relações afetivas e culturais, e que seja respeitada sua manifestação de vontade.
O fato de um partido político ser o autor do procedimento perante o STF coloca em pauta outra questão interessante, uma vez que as partes que disputam a guarda da criança são de nacionalidades diferentes. O pai biológico é de nacionalidade norte- americana, mas os Estados Unidos não são signatários da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. No entanto, tanto o pai afetivo quanto a criança são brasileiros natos, e o Brasil, que diferentemente dos EUA, é signatário da referida Convenção.
A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança é o tratado de direito internacional mais aceito do planeta, e apenas dois países não são signatários da mesma: EUA e Somália. Frise-se que a referida Convenção recebeu muito mais adesões do que a Convenção de Haia. Os EUA, da mesma forma como não assinaram a Convenção das Nações Unidas, não assinaram a Convenção de Kyoto, o que torna o comportamento dos EUA muito peculiar.
O caso ora sob apreciação do STF decorre da aplicação de dispositivos da Convenção de Haia. Era de competência de uma vara especializada de Família e passou para a competência de uma vara federal, face ao interesse da União em postular a prevalência de compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, em detrimento de nossa própria soberania. Justifica-se, pois, o interesse de um partido político brasileiro na busca de um julgamento isento e sem quaisquer interferências externas sobre o julgador, como consequência do mandamento constitucional que lhe dá tal responsabilidade.
Finalmente, temos que registrar que o sofrimento dessa criança provocou, ainda que involuntariamente, que a matéria fosse levada à Corte Suprema do Brasil, que com sua decisão estará estabelecendo um leading case mundial, e que fará história no tocante ao direito da criança e do adolescente, independentemente de quais sejam os países envolvidos na disputa
AI ESTA UMA BOA VERDADE EM DEFESA DO SEAN DA BRUNA
PARA OS CEGOS FIQUEM BABANDO OVOS PARA AMERICANOS QUE ALIAS UNICO POVO A USAR BOMBA ATOMICA CONTRA OUTRO NO PLANETA
EU COMO CIDADA BRASILEIRA ESPERO QUE SEAN FIQUE ONDE ELE SE SINTA BEM E PLENO COMO GARANTE O ECA E A NOSSA CONSTITUIÇAO;ALIAS ACHO QUE O SE DAVID DEVERIA SE MUDAR PARA CA,,,
> CHAMAR A BRUNA DE PATRICINHA ENSANDECIDA EH UM ABUSO ,ELA TRABALHAVA E > MUITO INCLUSIVE POR ANOS O SENHOR DAVID FOI SUSTENTADA POR ELA> E PROVAVELMENTE FICARA COM A GRANA DO SEAN ,ESSE CARA EH UM PICARETA > GIGOLO AMERICANO.> ELE DEVERIA TER GRITADO COM A BRUNA VIVA , NAO O NFEZ POR UQE ELA TEVE > AGUARDA DO FILHHO EM NOSSSOS TRIBUNAIS, ALIAS ELE ESTAVA PRESENTE NA > HOMOLOCAÇAO DO DIVORCIO,ENTAO ELE ADMITIU A LEI BRASILEIRA E FOI > EXTRORQUIR DINHEIRO DOS PAIS DA BRUNA OS COLOCANDO COMO COAUTORES DE > SEGUESTRO E PROVALVEMENTE SO O FEZ PORUQ OS PAIS DELA TEM PATRIMONIO NOS > EUA.> PARA OS BEM INTENCIONADOS LEIAM O TEXTO ESCRITO POR SIRO > DARLAN.ALIASINTELIGENTE E PATRIOTA.> Vontade da criança deve ser considerada nas açõesPor Siro Darlan de > Oliveira. O Brasil é um dos 192 países que ratificaram a > Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, tendo o > legislador pátrio incorporado tal convenção em seu texto constitucional. > Neste momento, ocorre pela primeira vez um unprecedented case ser levado à > apreciação do Supremo Tribunal Federal. A matéria a ser apreciada diz > respeito à condição do direito fundamental, que deve ser preservado e > garantido a uma criança brasileira nata – filha de mãe brasileira, nascida > no exterior e registrada em consulado brasileiro (Constituição Federal, > artigo 12, inciso I, alínea a).>> O artigo 12 da referida Convenção prescreve que os Estados Partes devem > assegurar às crianças o direito de expressarem suas opiniões, e, portanto, > terem a oportunidade de serem ouvidas no processo judicial. Estabelece > também que a autoridade pertinente deve levar em consideração, em sua > decisão, as opiniões da criança. Esse é um dos princípios fundamentais da > Convenção das Nações Unidas, juntamente com o princípio do interesse > superior e o princípio da não discriminação, que devem ser observados. > Caso não sejam, haverá desrespeito às normas de Direito Internacional > assumidas pelo Brasil perante a comunidade dos países signatários.>> Esse princípio foi incorporado no ordenamento jurídico pátrio de forma > clara e explícita no artigo 28 do Estatuto da Criança e do Adolescente > (ECA), que determina nos casos relacionados à guarda que a criança deverá > ser previamente ouvida, e a sua opinião devidamente considerada, > independentemente de sua situação jurídica. No mesmo artigo, a lei > determina ao julgador que leve em conta também o grau de parentesco, e a > relação de afinidade ou de afetividade, a fim de evitar ou minorar as > eventuais consequências negativas decorrentes da medida.>> Em diversos outros ordenamentos da legislação pátria está configurada a > prevalência do direito ao afeto, como quando assegura a prevalência da > adoção nacional sobre a internacional para fazer prevalecer os laços > culturais e afetivos com o torrão natal. Da mesma forma, quando permite a > união homo afetiva. O fato é quem nenhuma outra norma traz obrigação tão > veemente ao aplicador da lei, como o artigo 28 da Lei 8.069/90, que > expressamente impõe o respeito aos laços afetivos criados com a criança, > de forma a evitar maiores danos. A própria adoção, por sinal, é um > instituto que, ao ser proclamado irrevogável, serve de exemplo da > prevalência do direito ao afeto em relação aos laços consanguíneos.>> A discussão que leva a algumas divergências reside no campo da maturidade > da criança para se expressar. Em meu entendimento, toda forma de > comunicação da criança deve ser aceita como possibilidade de manifestação > de sua vontade. Crianças são sujeitos de direitos, e como tal gozam do > exercício de tais direitos desde sua concepção, daí a obrigação de > preservar a vida dos fetos em desenvolvimento. Com o nascimento e > consequentes possibilidades de manifestação, pois chora quando sente fome > ou algum desconforto, sorri quando está feliz e se sente bem naquele > ambiente ou naquela companhia. Por certo, essas manifestações de alegria > ou de sofrimento já são formas de expressão de sentimentos logo > reconhecidas pelos pais e consideradas em suas múltiplas relações. > Portanto, se assim é, é inquestionável que, especialmente nos dias de > hoje, uma criança de nove anos, e com o amadurecimento que o sofrimento > das sucessivas perdas afetivas lhe causou, está plenamente apta para > manifestar sua vontade, e tê-la considerada pela autoridade julgadora.>> Outro aspecto interessante do julgamento da matéria no STF se refere à > prevalência da doutrina da situação irregular, que foi sepultada em nosso > país, com a entrada em vigor do ECA. Aquela prevalência, no entanto, ainda > encontra vários adeptos no cenário jurídico, sobretudo dentre aqueles mais > conservadores. Mas, a doutrina consagrada no texto constitucional erigiu > crianças e adolescentes à condição de sujeitos de direitos, e > consequentemente determinou sua proteção integral.>> Assim, aqueles mais conservadores acreditam que a criança referida no > julgamento do STF estaria em situação irregular no país por haver sido > supostamente sequestrada por sua mãe, mas esta matéria já foi enfrentada e > espancada por acórdão da ministra Nanci Andrighi, do Superior Tribunal de > Justiça. Aqueles que defendem o respeito à doutrina vigente no tocante à > proteção integral colocam a criança na condição de protagonista de sua > cidadania e lhe outorgam o direito de ser ouvida e de manifestar seu > desejo, de forma que prevaleçam suas relações afetivas e culturais, e que > seja respeitada sua manifestação de vontade.>> O fato de um partido político ser o autor do procedimento perante o STF > coloca em pauta outra questão interessante, uma vez que as partes que > disputam a guarda da criança são de nacionalidades diferentes. O pai > biológico é de nacionalidade norte- americana, mas os Estados Unidos não > são signatários da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da > Criança. No entanto, tanto o pai afetivo quanto a criança são brasileiros > natos, e o Brasil, que diferentemente dos EUA, é signatário da referida > Convenção.>> A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança é o tratado de > direito internacional mais aceito do planeta, e apenas dois países não são > signatários da mesma: EUA e Somália. Frise-se que a referida Convenção > recebeu muito mais adesões do que a Convenção de Haia. Os EUA, da mesma > forma como não assinaram a Convenção das Nações Unidas, não assinaram a > Convenção de Kyoto, o que torna o comportamento dos EUA muito peculiar.>> O caso ora sob apreciação do STF decorre da aplicação de dispositivos da > Convenção de Haia. Era de competência de uma vara especializada de Família > e passou para a competência de uma vara federal, face ao interesse da > União em postular a prevalência de compromissos internacionais assumidos > pelo Brasil, em detrimento de nossa própria soberania. Justifica-se, pois, > o interesse de um partido político brasileiro na busca de um julgamento > isento e sem quaisquer interferências externas sobre o julgador, como > consequência do mandamento constitucional que lhe dá tal responsabilidade.>> Finalmente, temos que registrar que o sofrimento dessa criança provocou, > ainda que involuntariamente, que a matéria fosse levada à Corte Suprema do > Brasil, que com sua decisão estará estabelecendo um leading case mundial, > e que fará história no tocante ao direito da criança e do adolescente, > independentemente de quais sejam os países envolvidos na disputa>> AI ESTA UMA BOA VERDADE EM DEFESA DO SEAN DA BRUNA>>> PARA OS CEGOS FIQUEM BABANDO OVOS PARA AMERICANOS QUE ALIAS UNICO POVO A > USAR BOMBA ATOMICA CONTRA OUTRO NO PLANETA>>> EU COMO CIDADA BRASILEIRA ESPERO QUE SEAN FIQUE ONDE ELE SE SINTA BEM E > PLENO COMO GARANTE O ECA E A NOSSA CONSTITUIÇAO;ALIAS ACHO QUE O SE DAVID > DEVERIA SE MUDAR PARA CA
VC FALA COM ESSE TOM PORQUE SO DEVE CONHECER A HISTORIA DE LONGE,VEJA COM OLHOS DE MAE.ELA NAO SEQUESTROU FILHO ALGUM POIS O FILHO EH DELA E ALIAS O SEAN TEM NO SEU QUARTO UMA FOTO DO PAI ,E TAMBEM EH MUITO COMUM MULHERES SEPARADAS CASAREM E SEUS NOVOS MARIDOS ASSUMIREM SEUS FILHOS,VC COM CERTEZA JA DEVE TER CONHECIDO ALGUEM EM TAL SITUAÇAO,E VERIDICAMENTE A MAE BRUNA GANHOU A GUARDA DO SEAN EM NOSSOS TRIBUNAIS ,QUE ALIAS DEMOROU TEMPO E A SENTEÇA EH CLARA QUE NAO HOUVE SEQUESTRO,E NA REAL EU ACHO QUE QUEM MAIS LUCRA COM ISSO SAO OS JORNAIS E QUEM MAIS PERDE COM ISSO E O SEAN QUE FORA PERDER A MAE AGORA VAI TEM SUA VIDA DEVASTADA ,SOFRE DE MEDO E PAVOR DE PERDER O RESTO DE ALMA..UM BOM PAI NAO BRIGA POR FILHO, O CATIVA, O SENHOR DAVID PODERIA ESTAR CONTAGIANDO O FILHO,SE O SEAN NAO SAI DO CONDOMINIO QUE MORA COM ELE NAO EH PORQUE A FAMLIA MATERNA NAO PERMITE E SIM PORQUE COM TUDO ISSO ELE PROVAVELMENTE COMECE ATE SE SENTIR CULPADO PELA MORTE DA MAE,EXITEM NO MERCADO LIVROS QUE ABORDAM O ASSUNTO DA EMOÇAO.
AGORA TALVEZ A DEMOCRACIA DOS TRATADOS MODERNOS DOS AMERICANOS QUE TRATAM TODOS COMO BANDIDOS,,,A
LOIRA A SENHORA BILL PINTON(EX MONICA JUPINSQUE) TAMBEM TEVE SUA VIDA PRIVADA NOS JORNAIS, PROVAVELMENTE DEVE TER GOSTADO O QUE SEU MARIDO FAZIA COM CHARRUTOS E ESTAGIARIA.TAMBEM ACHO QUE A SENHORA LOIRA DEVESSE SE ADAPTAR A NOVA SITUAÇAO
O O DAVID DEVIA VIVER AQUI JA QUE A ADMINISTRAÇAO DO PATRIMONIO DO NEGOCIO DA BRUNA VAI DAR UMA BOA PENSAO PARA O SEAN QUE DA PARA ELE VIVER COM O SEAN EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO.DAVID PASSA DE BARCO COMO ELE AFIRMA ACORADAR DE MADRUGADA E TRABALHAR ATE TARDE,,VAI DEIXAR O SEAN NA ESCOLA O DIA TODO?
NO INVERNO DE NEW JERSEY EH UM FRIO DE CAO E LEVA 6 MESES NINGUEM PASSEIADE BARCO NAQUELE FRIO DAQUELE LUGAR HORROSSO GELIDO E CINZA,,,,,BEM O CARA TRABALHA 6 MESES SIM, 6 MESES NAO…… POR QUE ELE NAO VEM PARA MORAR NO BRASIL?
POR QUE ELE E SEU AMIGUINHO EMBAIXADOR NAO FIZERAM ESSE TERROR COM O SEAN QUANDO A BRUNA TAVA VIVA???
PORQUE ELE NUNCA QUIS VER O SEAN??EU MAE JAMAIS OUVIRIA UM CONSELHO ABSURDO DE ADVOGADO DE NAO VER O FILHO POR ANOS E EM IDADE TAO PEQUENA IDADE QUE SE ESQUECE LOGO DAS COISAS. A IRA DO DAVID CONTRA A BRUNA O TER LARGADO O CONTAMINOU ,FICA EVIDENTE EM SUAS ENTREVISTAS ISSO PARA MIM EH PSICOPATIA DAS BRAVAS.EU ELE NAO PAGAVA COMO ELE DIZ TER GASTO MAIS DE 500 MIL DOLLARES OU ALGO ENTORNO DE UM MILHAO E DUZENTOS MIL REAIS EM ADVOGADOS EU TERIA COMPRADO UM APT NO BRASIL E VIRIA O FILHO UMA VEZ POR MES POR MUITOS ANOS E NAO IA GASTAR ISSO,,,,,BOM OU MAL O FUTURO DO DAVID CASO ELE VENHA HOJE LEVAR O SEAN COM 9 CONTRA A SEU DESEJO EH BEM PREVISIVEL ,,,,,, MAIS 9 ANOS SEAN SERA MAIOR DE IDADE,E VAI DAR UM TELOGINHO PRO DAVID QUE PROVAVELMENTE PASSARA SUA VELICE SO.
E ESSE PAPO QUE A CRIANÇA FOI SUBTRAIA BLABLA ELA TAVA COM A MAE QUE ESTUDOU E ERA COMPETENTE E LEVAVA UMA VIDA MEDIOCRE PARA UMA MOÇA QUE EM 4 5 ANOS FEZ UMA MARCA DE SUCESSO NA MODA INFANTIL,,,,SERA QUE ELA DEVERIA TER FICADO DANDO AULINHAS PARA SUSTENTAR O DAVID ???SINCERAMENTE E INQUISIÇAO ACABOU FAZ TEMPO
TORÇO PELO O QUE O SEAN DESEJA,,,,FICAR AQUI E CONVIVER COM O DAVID,,, TALVEZ SE O DAVID O OUVISSE ,,,,ELE TIVESSE O FILHO COM ELE MAIS RAPIDAMENTE ,MAS ELE AI DEIXA DE APARECER NA TV. AI VIDA DE MODELO EH F….
DESCULPA A FALTA DE ACENTO, E O TEXTO QUE TE ENVIEI E MESMO DO SIRO DARLAN…
viva a america,,,,, viva a somalia,,,,,,
Leiam esta entrevista que João Paulo Lins e Silva concedeu ao Jornal O Globo e tirem suas próprias conclusões. O cara acha que o povo Brasileiro é idiota, não é possível! Esse advogado é um burguês lunático, acostumado com os privilégios de uma elite burra e egoísta que expuseram não só esta criança, mas toda uma nação em prol de seus interesses levianos. Fico perplexo quando leio sobre o assunto, pois, os fatos demonstram com clareza que o americano sempre lutou pelo filho e até agora, infelizmente, vinha sendo privado disso por um sistema judiciário moroso e corrupto. Ora, somos Brasileiros e sabemos como a banda toca. Ele só não contava com a força do governo americano, da mídia e da sensatez inclusive de nós Brasileiros, que não aguentamos mais tanta desonestidade.
Entreguem o garoto ao verdadeiro pai!
http://www.docstoc.com/docs/5303869/Entrevista-de-Joo-Paulo-Lins-e-Silva
16/06/2009 at 04:40
VC FALA COM ESSE TOM PORQUE SO DEVE CONHECER A HISTORIA DE LONGE,VEJA COM OLHOS DE MAE.
Ignorar a lei e mais facil , certo?
ELA NAO SEQUESTROU FILHO ALGUM POIS O FILHO EH DELA E ALIAS O SEAN TEM NO SEU QUARTO UMA FOTO DO PAI ,
Ha claro, uma foto do pai e so o que ele precisa!
E TAMBEM EH MUITO COMUM MULHERES SEPARADAS CASAREM E SEUS NOVOS MARIDOS ASSUMIREM SEUS FILHOS,
O menino tem um pai lutando pela guarda dele por anos o outro nao esta fazendo nenhum favor.
VC COM CERTEZA JA DEVE TER CONHECIDO ALGUEM EM TAL SITUAÇAO,E VERIDICAMENTE A MAE BRUNA GANHOU A GUARDA DO SEAN EM NOSSOS TRIBUNAIS ,QUE ALIAS DEMOROU TEMPO E A SENTEÇA EH CLARA QUE NAO HOUVE SEQUESTRO,
Uma vez que a batalha esta entre brasileiro e estrangeiro o caso nao foi nem julgado no tribunal correto. So agora e que vai!
E NA REAL EU ACHO QUE QUEM MAIS LUCRA COM ISSO SAO OS JORNAIS E QUEM MAIS PERDE COM ISSO E O SEAN QUE FORA PERDER A MAE AGORA VAI TEM SUA VIDA DEVASTADA,
Quer dizer que trazer o menino para o Brasil e priva-lo da presenca do pai nao e devastacao?
SOFRE DE MEDO E PAVOR DE PERDER O RESTO DE ALMA..
Sofre com medo pq? Se o pai como vc disse nem fala ou ve muito o menino quem e que esta pondo esses medos na cabeca dele? Ha ja sei o afetuoso e amoroso padastro.
UM BOM PAI NAO BRIGA POR FILHO, O CATIVA, O SENHOR DAVID PODERIA ESTAR CONTAGIANDO O FILHO,SE O SEAN NAO SAI DO CONDOMINIO QUE MORA COM ELE NAO EH PORQUE A FAMLIA MATERNA NAO PERMITE E SIM PORQUE COM TUDO ISSO ELE PROVAVELMENTE COMECE ATE SE SENTIR CULPADO PELA MORTE DA MAE,
Nao sei o que tem uma coisa haver com a outra. Se o pai nao sai do condominio e pq nao ha necessidade e tb pq ele esta num pais
diferente,onde nao fala a lingua pq sairia?
EXITEM NO MERCADO LIVROS QUE ABORDAM O ASSUNTO DA EMOÇAO.
AGORA TALVEZ A DEMOCRACIA DOS TRATADOS MODERNOS DOS AMERICANOS QUE TRATAM TODOS COMO BANDIDOS,,
A justica dos EUA trata bandido COMO bandido e poe bandidos na cadeia e se alguem infrigiu a lei e claro que vai ser tratado como bandido. Se vc nao sabe ja teve um caso nos EUA onde o menino nasceu na Argentina e quando os pais se separaram a mae levou o menino para la sem autorizacao do pai e os EUA nao impediu que ele fosse levado de volta ao pai na Argentina obedecendo a convencao de Haia. Coisa que o Brasil nao esta cumprindo. Se nao quer cumprir pq assinou?
LOIRA A SENHORA BILL PINTON(EX MONICA JUPINSQUE) TAMBEM TEVE SUA VIDA PRIVADA NOS JORNAIS, PROVAVELMENTE DEVE TER GOSTADO O QUE SEU MARIDO FAZIA COM CHARRUTOS E ESTAGIARIA.
Antes de fazer chacota com a mulher lembra que vc tb e uma. E ela esta tentando ajudar um pai passando por uma fase dificil embora vcs nao acreditem!TAMBEM ACHO QUE A SENHORA LOIRA DEVESSE SE ADAPTAR A NOVA SITUAÇAO
O O DAVID DEVIA VIVER AQUI JA QUE A ADMINISTRAÇAO DO PATRIMONIO DO NEGOCIO DA BRUNA VAI DAR UMA BOA PENSAO PARA O SEAN QUE DA PARA ELE VIVER COM O SEAN EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO.
Mais uma vez falando de dinheiro. Mente doente das pessoas de acham que um pai nao pode amar o filho que so quer saber de $$. Pq ele tem que viver no Brasil depois que ganhar a guarda do menino se o resto da familia esta nos EUA. pq ele viveria em pais onde a justica nao esta sendo feita para ele? Pq viver num pais onde nao fala a lingua? So por causa do dinheiro!?
PASSA DE BARCO COMO ELE AFIRMA ACORADAR DE MADRUGADA E TRABALHAR ATE TARDE,,VAI DEIXAR O SEAN NA ESCOLA O DIA TODO?
Le a entrevista do padastro. La ele diz que o Sean passa a maior parte fora de casa. quando sai da escola tem outros programas e volta tarde. Qual e a diferenca entao?
NO INVERNO DE NEW JERSEY EH UM FRIO DE CAO E LEVA 6 MESES NINGUEM PASSEIADE BARCO NAQUELE FRIO DAQUELE LUGAR HORROSSO GELIDO E CINZA,,,,,BEM O CARA TRABALHA 6 MESES SIM, 6 MESES NAO…… POR QUE ELE NAO VEM PARA MORAR NO BRASIL?
E o garoto vai parar de estudar para isso? O inverno chega mais as aulas continuam, esqueceu?
POR QUE ELE E SEU AMIGUINHO EMBAIXADOR NAO FIZERAM ESSE TERROR COM O SEAN QUANDO A BRUNA TAVA VIVA???
Ele vem lutando na justica a muito tempo, desde quando a Bruna ainda estava viva mas so agora com a morte da mae que teve repercursao.
PORQUE ELE NUNCA QUIS VER O SEAN??EU MAE JAMAIS OUVIRIA UM CONSELHO ABSURDO DE ADVOGADO DE NAO VER O FILHO POR ANOS E EM IDADE TAO PEQUENA IDADE QUE SE ESQUECE LOGO DAS COISAS.
Ele sempre quiz ver o filho porem americanos nao sao como nos brasileiros. Eles seguem a lei. E pediu para fazer visitas durante o processo e muito pior, o padrasto nao fala porem no dia em que conseguiu autorizacao judicial para ve-lo o padastro sumiu com o menino(disse que esqueceu que era o dia da visita) Rapaz bobinho neh!?
Sei que vc pode falar que “se fosse eu” nao ia esperar por justica…mas ai e que comeca os problemas do nosso Pais, agente ta sempre fazendo do nosso jeito, burlando leis e ainda acha que quem segue a lei e que esta errado!
A IRA DO DAVID CONTRA A BRUNA O TER LARGADO O CONTAMINOU ,FICA EVIDENTE EM SUAS ENTREVISTAS ISSO PARA MIM EH PSICOPATIA DAS BRAVAS.
Por acaso vc e Psicologa? Sei como eh de medico e louco todo mundo tem um pouco…rs
EU ELE NAO PAGAVA COMO ELE DIZ TER GASTO MAIS DE 500 MIL DOLLARES OU ALGO ENTORNO DE UM MILHAO E DUZENTOS MIL REAIS EM ADVOGADOS EU TERIA COMPRADO UM APT NO BRASIL E VIRIA O FILHO UMA VEZ POR MES POR MUITOS ANOS E NAO IA GASTAR ISSO,,,,,
Facil mudar a vida dos outros, nao e? Pq nao se muda para o Brasil e pronto, ta resolvido. Resolvido para quem? Para a torcida brasileira? Vc mesmo pode notar que ele nao entrou nesse processo por dinheiro pq $ por $ ele ja gastou e muito mas como ele mesmo fala: ter o filho dele de volta nao tem preco.
BOM OU MAL O FUTURO DO DAVID CASO ELE VENHA HOJE LEVAR O SEAN COM 9 CONTRA A SEU DESEJO EH BEM PREVISIVEL ,,,,,, MAIS 9 ANOS SEAN SERA MAIOR DE IDADE,E VAI DAR UM TELOGINHO PRO DAVID QUE PROVAVELMENTE PASSARA SUA VELICE SO.
Pq ele daria um ate logo para um pai tao amoroso? E se e so mais 9 aninhos como vc disse qual e a briga entao, no fundo a torcida e a familia no Brasil sabe que quando ele conviver com o pai vai relembrar todos os momentos bons que eles passaram juntos e terao muitos mais momentos como esse e acima de tudo vai ficar bem. E ess na verdade o medo da familia no Brasil.
E ESSE PAPO QUE A CRIANÇA FOI SUBTRAIA BLABLA ELA TAVA COM A MAE QUE ESTUDOU E ERA COMPETENTE E LEVAVA UMA VIDA MEDIOCRE PARA UMA MOÇA QUE EM 4 5 ANOS FEZ UMA MARCA DE SUCESSO NA MODA INFANTIL,,,,SERA QUE ELA DEVERIA TER FICADO DANDO AULINHAS PARA SUSTENTAR O DAVID ???
Nao acho que ela tinha obrigacao de ficar com ele se nao estava feliz mas isso nao justifica afastar o pai do filho. Em telefonemas GRAVADOS dela para ele, ela diz que O David e um pai maravilhoso que nao era esse o problema.
SINCERAMENTE E INQUISIÇAO ACABOU FAZ TEMPO
TORÇO PELO O QUE O SEAN DESEJA,,,,FICAR AQUI E CONVIVER COM O DAVID,,, TALVEZ SE O DAVID O OUVISSE ,,,,
Uma crianca de 9 anos jamais vai ser capaz de decidir o melhor para o proprio futuro, eh pra isso que pais existem.
ELE TIVESSE O FILHO COM ELE MAIS RAPIDAMENTE ,MAS ELE AI DEIXA DE APARECER NA TV.
Se vc fosse uma mae querendo reaver seu filho e pudesse contar com a juda da midia(sendo que nos EUA isso e legal)Vc nao iria procurar ajuda? Fala serio. O que vc quer dizer e: Pq esse pai nao fica calado e se conforma que e melhor para agente continuar com esse sistema de sem leis que temos.
Ai o bordao continua, mas dessa vez quem fala e o americano: EU SOU AMERICANO E NAO DESISTO NUNCA.
AI VIDA DE MODELO EH F….
E a de brasileiro conformado com injustica tb!!
vc sabia que ele faltou as ultimas visitas marcadas para voltar para america e ir para atv
Voce deve ser doente mental.
Voce tem fiho?
Sra, Maria Stella Martinez, não sou parente e nem amiga da família materna do menino Sean. E julgo que machistas são as pessoas que se arvoram a favor do “direito de pai biológico”, que é um direito questionável, no momento em que “pais biológicos” estupram filhas, no momento que “mães biológicas” abandonam seus bebês na lixeira. Não vou lhe devolver o insulto, mas gostaria que a senhora entendesse que cada vez mais a justiça, em todo mundo, aceita novas formas de união familiar, enfatizando as relações entre pais e filhos baseadas no amor e respeito.
Sr. Arthurius Maximus, se o pai biológico de Sean Goldman luta na justiça há quatro anos pela posse de seu filho, há de se convir que ele demorou um pouco para fazer a representação…O menino nasceu em 2000, e veio para o Brasil em 2003.[2003,2004,2005...em 3 anos as criaturas crescem, se desenvolvem]. Também “acho” que as coisas não são bem assim!!!
Carla, concordo com você e gostaria de fazer minhas, as suas palavras!
Com todo respeito Suzanna, você não se informou a ponto de discutir o caso. Não vou discutir o mérito da questão do ponto de vista técnico jurídico. A Convenção de Haia deve ser aplicada. A mãe deveria ter retornado com o garoto para os Estados Unidos quando foi acionada, agiu irresponsavelmente e se valeu de tráfico de influência para manter o menino no Brasil. A justiça do Rio de Janeiro está comprometida e após o retorno de Sean aos EUA a repercussão continuará. Justiça internacional não é brincadeira!
Olá Suzana!
A demora deveu-se a problemas em constituir um advogado brasileiro e a
coisas práticas como dinheiro e tentativas frustradas de um acordo.
Como venho dizendo reiteradamente, um crime foi cometido e precisa ser
reparado; gostemos disso ou não. Leis foram criadas para serem obedecidas e
é esse o mal do brasileiro; achar que lá fora é como aqui e que a lei deve
se curvar aos caprichos dos poderosos e endinheirados.
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Qual foi o crime, Sr Arthurius Maximus? Não acredito que o senhor vai dizer que foi SEQUESTRO OU RAPTO!!! O menino vivia ao lado de sua MÃE em endereço certo e sabido!!!
O sequestro foi caracterizado quando a mãe trouxe o menino com uma autorização pra passar ferias…
Sr. Arthurius Maximus, concordo com o senhor! A lei não deve se curvar aos caprichos dos poderosos e endinheirados, tampouco dos famélicos e despossuídos de riqueza material. Concordo plenamente com o senhor, e quanto ao “mal do brasileiro”, existe um outro grande mal que é aquele em que algumas pessoas só olham para seu próprio umbigo. Então, concordando com o senhor: Dura Lex sed Lex. Para todos. Até para o menino Sean e sua mãe que já morreu. Justiça seja feita e que a criança seja feliz. Ela e todas as crianças do mundo. O senhor leu que a Madonna conseguiu a adoção de uma criança africana nos últimos dias? Coitadinhos dos pais biológicos…ficaram sem a criança. Por falar nisso, se outras tantas forem adotadas por aqui…coitadinhos dos orfanatos, ficarão sem suas crianças. Também sou pobre, senhor Arthurius Maximus, mas aprendi com minha mãe, que rico também ama, também sofre, também sente dor, também pode ser feliz. Que feio não é bonito, mas o feio também ama, e sofre e sente dor, e também pode ser feliz. O pobre também ama, também sofre, também pode ser feliz. Agora, o pobre de espírito é aquele que só vê o próprio umbigo. Que o Brasil não se curve aos norte-americanos! Tenha um bom dia, uma semana feliz! Deixo-lhe um abraço.
Quem autorizou a mãe a viajar com o menino? A justiça norte-americana ou o marido? Que é isso, companheiro? A mães precisam de autorização para viajarem com seus próprios filhos? Estou boquiaberta!!! Acho que viajamos no tempo, saimos do século XXI e caimos na Idade Média!!!
Precisam Suzanna. Por isso existem as leis. Sugiro a pesquisa do caso do menino Eliah Gonzalez, que foi devolvido a Cuba pelo governo Norte-Americano, o que demonstra a seriedade, honestidade e AGILIDADE da justiça americana. Outro que vale a pena citar, é o ensaio do ilustre antropólogo Roberto Damatta, “Carnavais, Malandros e Heróis”, para nos situarmos e reconhecermos o estado em que se encontram nossas instituições e nossa sociedade.
Não só mãe como pai tem que obter autorização para viajar com o filho..é LEI! Vc já imaginou se não existisse isso?
Tanto mãe como pai têm que obter autorização para viajar com o filho menor…é LEI! A sra já pensou se não fosse assim? Pelo menos refletiu?
não suzanna, quem está na idade media é voçê, não acredito que voçê não sabia que precisa-se de uma autorização para viagens com crianças menores de idade?? mesmo que voçê não passe por uma situação dessa e nunca precisou dessa
tal autorização mas pelo menos já tenha visto
nos meios de comunicação outros casos como este, me desculpe, na idade media não existia televisão,radio,jornais eu tinha esquecido.
Minha opinião é bem simples:
O fato da mãe ter voltado para o Brasil e ficado aí NÃO é um ato criminoso, pois no Brasil ela LEGALMENTE se divorciou e obteve a guarda da criança.
Sou homem e futuramente espero ser pai, mas digo isso a todos, inclusive para todas as mulheres que estão comentando:
OS FILHOS DEVEM FICAR COM A MÃE.
Essa é a regra, muito dificilmente um juiz de família iria conceder a guarda para o pai.
Não é que sou machista ou que não serei um bom pai, mas mãe é mãe… Se um dia passar por esta situação, ficarei de coração partido, mas entederei que a MÃE deve ter a posse dos filhos. Assim, não vou argumentar mais sobre o mérito da Bruna ter ficado com a posse do seu filho depois da separação.
Toda esta polêmica se deve ao fato de que por uma tragédia a Bruna morreu… Se ela estivesse viva o assunto estaria encerrado…
Agora considerando que ela infelizmente faleceu, a minha opinião é que o PODER JUDICIÁRIO deve decidir sobre a guarda do menino. Não é o LULA ou o OBAMA… Esses argumentos de que pode pegar mal para o Brasil se o menino não voltar para os EUA são ridículos.
Eu particulamente acredito que o menino seria mais feliz com a família brasileiro do que com o pai americano. Entretanto, se a JUSTIÇA determinar que ele volte para os EUA, eu apoiaria o cumprimento da decisão.
Assim, todo mundo tem a sua opinião pessoal, mas no final o correto é que o PODER JUDICIÁRIO decida a questão e o que for decido que seja cumprido… É assim que funciona num Estado de Direito! Essa seria a resposta que o LULA ou o embaixador do BR nos EUA deveria dar sempre que perguntado sobre a questão. “Olha cabe ao PODER JUDICIARIO decidir, não a diplomacia ou ao governo. O Brasil respeita a separação dos poderes…”
Eu como brasileiro morando no exterior não terei vergonha alguma de defender a decisão desde que ela tenha sido tomada pela JUSTIÇA.
Eu assisto CNN todos os dias e o que algumas pessoas pensam é que o Brasil é um pais onde o Governo está acima do poder judiciário.
Olá Kleyton!
Sua visão não reflete que você será um mau pai. reflete apenas nossa cultura
machista e um pouco de desinformação.
O fato dela ter vindo ao Brasil e ficado por aqui com o filho sem
divorciar-se do pai de Sean É CRIME de sequestro previsto na lei
internacional e na Convenção de Haia.
O procedimento correto seria a separação e a obtenção da guarda na justiça
americana, que é o foro devido para isso, dado o local de nascimento e de
moradia legal do menor. Somente após esse trâmite ela poderia ter viajado. A
separação aqui no Brasil não vale; pelo simples fato que nossa justiça não
tem competência para tribunais americanos e vice-versa.
Independeria o fato dela estar viva ou não. Se viva estivesse, poderia ser
condena a prisão se retornasse aos EUA (já que, como brasileira, a
extradição não é permitida).
A justiça americana pune as mães inúmeras vezes caso fique comprovada falha
ou insuficiência delas na criação, e toma a guarda de filhos frequentemente
por lá. Essa visão de que filho fica com a mãe não existe mais nem por aqui.
Inúmeros juízes tem revertido a guarda (desde a constituição de 1988).
Obrigado pro seu comentário e seja sempre bem-vindo.
.-= Arthurius Maximus´s last blog ..JORNALISTAS, O JORNALISMO E A DIFERENÇA QUE UM DIPLOMA FAZ. =-.
Arthurius, vc é Maximus em suas colocações
Uma coisa me deixou impressionada no argumento do Kleyton…:desde quando filho é posse??? Será que sou eu que tô vendo tudo errado, ou ta todo mundo sem noção? Que sentimento é esse de posse que os pais têm ( igual ao da Bruna ao vir para o Brasil)errôneamente?
Sou mãe, diga-se de passagem…e entendo perfeitamente quando ele diz que mãe é mãe…e pai também é pai! Cada um desempenha seu papel na medida em que um casal têm claro o que decidiram para educar o filho em comum.
É impressionante constatar como ainda temos uma cultura machista tão incutida, a ponto de nem sabermos…
levará muito tempo, eu acho, maria stella para que a sociedade como um todo acabe com esse machismo ridículo, espero que estejamos vivos nesse tempo, abraços.
Quem pensa que o Sean deve ficar com o padrasto, nao deve ter filho ou coracao.
Imaginem ficar sem o filho por 5 anos. E impossivel haver dor maior.
David deve ter muita raiva do Brazil.
Se Deus quizer, ele tera o seu filho de volta.
O que me impressiona são as declarações do Sr. Sérgio Tostes. Ele disse que parlamentares americanos fizeram declarações que influenciaram a opinião pública americana. Ora, que declaração absurda Sr. Tostes! Você e as famílias Bianchi e Lins e Silva sabem muito bem que a opinião pública Brasileira também apóia veementemente David Goldman. Não tenho a pretensão de falar em nome da nação, mas basta ler os depoimentos na internet e tirar as conclusões. CHEGA DE CORRUPÇÃO!
Segue link com declarações do Sr. Sérgio Tostes.
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/06/26/advogado-de-padrasto-de-sean-pede-nova-pericia-insiste-que-vontade-da-crianca-seja-considerada-756529280.asp
Ibecil…o Sean é brasileiro, vc diz o q vc está pensando e não o q o Sean realmente qr…se eu fosse vc lia a entrevista de Sean a psicologa e lá veria o q de fato ele acha do caso sobre ele próprio…a opnião dele é a q mais vale.Ibecil! Ele com crtz ficará no Brasil, a Justiça Brasileira não vai deixar q contrariem sua vontade. Repito, Ibecil vc q escreveu essa babozeira sem ter conhecimento de causa.
Olá Gustavo!
Em primeiro lugar: O que é Ibecil?
Talvez você tenha tentado escrever “imbecil” não é mesmo? Mas aí; você
deveria estar diante de um espelho porque além de Sean não ser brasileiro
(ele é americano de nascimento e só aos 18 anos poderá optar pela dupla
cidadania) a opinião dele de nada vale porque ele jamais conheceu a vida
fora daqui e sofreu uma verdadeira lavagem cerebral atestada pela psicóloga
do tribunal.
Logo, antes de vir aqui comentar seus estertores de pensamento; procure
aprender a escrever para comunicar suas ideias corretamente.
Afinal de contas, eu ainda não ganho o suficiente para contratar um tradutor
de analfabetos.
Um abraço.
A. Maximus
PS: BABOSEIRA se escreve assim e não com “Z” “ibecil”.
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Vcs realmente pensam que a internet é um território livre onde as palavras que são ditas aqui não interferem nem prejudicam a vida de uma pessoa.
Sean é um ser humano,independente da idade e sempre deve-se fazer o máximo possível pra tentar compreender o q ele mais deseja.
Ele não sofreu lavagem cerebral,ele só é inteligente e viu td que acontecia ao seu redor.
Bruna NUNCA tentou torcer ou denegrir a imagem de David perante Sean,ela simplesmente deixou a verdade transparecer dia a dia.
Pensem um pouco,se coloquem no lugar de Bruna e vejam se vcs não fariam o msm com seus filhos.
Ela teria que abdicar da sua vida pra tentar salvar um casamento falido que com certeza iria prejudicar Sean no futuro?
Será que ela consiguiria sair dos EUA de outra forma?
Parem de fazer cometários ridículos e sempre se coloquem no lugar de quem se dá palpites e vejam se suas atitudes não seriam as mesmas.
Bruna com certeza amava Sean INCONDICIONALMENTE e só queria o bem dele,sempre!!!!
Olá Lidya!
Bastaria que, para isso, ela tivesse se divorciado do pai de Sean lá nos EUA
e solicitado a guarda da criança diante da jurisdição legal (a justiça
americana).
Ao vir para o Brasil “passar férias” e nunca mais retornar; ela cometeu um
crime previsto nas leis internacionais. O problema de uma parte dos
brasileiros é achar que em todos os países do mundo as leis “pegam” ou “não
pegam” e que , se você for de família rica e influente se safa de qualquer
coisa.
Evidentemente, a banda não toca assim em toda parte.
Sean não era uma propriedade da mãe. Os direitos do pai, sendo ele um
parasita, ruim de cama, gay, perverso ou o que quer que digam que ele era;
devem ser estabelecidos pela corte americana. É lá, longe da influência e do
verdadeiro círculo de poder que foi armado na justiça estadual carioca, que
deve ser decidido o futuro da criança.
Se a justiça americana determinar, através de provas, que o pai de Sean é um
inútil e um canalha; a guarda será revertida para a família brasileira sem
dúvidas (e não seria a primeira vez). O que não podemos admitir é que um
crime tenha sido cometido e tudo fique “em brancas nuvens”. Ela não pode
mais ser punida; mas a justiça deve prevalecer e o foro legal devido, a
justiça dos EUA, é quem deve determinar o destino da criança.
É triste? É doloroso? É terrível? Pode até ser. Mas quem buscou essa
situação foi a mãe de Sean ao criá-la.
Um abraço e obrigado por seu comentário.
Seja sempre bem-vinda.
A. Maximus
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Prezados,
Me questiono sempre para onde estamos indo. Assisti recentemente a uma entrevista, onde debatiam um Desembargador, um promotor e uma defensora pública de Mina Gerais. Fiquei estarrecido com os relatos dos entrevistados. O Dr. Marcelo Cunha de Araújo, promotor, mestre e doutor em direito, publicou um livro com o título: “Só é preso quem quer”. No Brasil, é lógico!
É de surpreender até nós mesmos – que somos Brasileiros e “acostumados” com as mazelas do judiciário – ouvir tamanhos absurdos. Do câncer que enmpesteia nossas instituições, o judiciário sem dúvida alguma, é a célula mais doente. O caso sean Goldman infelizmente, é um exemplo.
Este garoto terá acesso no futuro à matérias de jornal e revistas, além de outras fontes de informação. Imaginem quando ele estiver em idade madura e descobrir que foi vítima de um sistema tão corrupto e de pessoas tão egoístas, que o privaram do convívio com o próprio pai!
Aqui vai mais um link, de um site especializado em direito, onde magistrados expõem suas opiniões sobre o caso. Tirem suas próprias conclusões!
Abraço a todos.
http://www.conjur.com.br/2009-jun-02/supremo-decide-menino-sean-goldman-fica-brasil/c/1
Gostaria de saber como está essa questão pois a midia parece estar interessa em outros assuntos e não mais nesse…Sei que existe a confortával morosidade em favor da familia materna, mas tô curiosa em saber como passou o dia dos pais o Sr Goldmann..e o que foi decidido ate agora.
Se o caso Sarney está assim, imaginem se não fosse a pressão dos americanos em cima dos tupiniquins!
Pelo visto a imprenssa continua amordaçada, mas nós não.
Segue outro artigo muito interessante. Leiam com atenção!
http://eyelegal.orgfree.com/pages/davidgoldman.html
O menino foi SEQUESTRADO – um cirme enorme!!!!
PRONTO !!!!!!
Sobre duvidas sobre a qualidade do casamento e condições financeiras do pai, além do que não foi provado, não faz diferença.
Se existe condições para divórciar ou pedir a gurada existe um sistema juridico para resolver. Não existe uma desculpa para sequestrar um filho e não dá para entender alguém sugerindo que pode sequestrar um filho para resolver problemas entre um casamento.
O texto citou “na mão de um completo estranho.” desconhecido??? Pelo que eu saiba quem praticamente criou o Sean foi esse tal desconhecido, o Padrasto que ele chama de Pai.
Cara pq vc’s não deixam a razão um poquinho de lado e começam a pensar com o ?, imagina como ta essa criança sabendo que corre o risco de ter que se separar da vó, da irmã, da familia que AMA tanto pra viver em outro PAÍS, com um “Pai” que ele nem conhece direito, se coloquem no lugar dele… eu me coloco pq ja presenciei um caso parecido, em que a “justiça” que vc’s tanto defendem foi feita, mas nunca perguntaram pra essa pessoa o que ELA realmente queria, a verdadeira justiça nunca foi feita.
o Sean já ta com quase 10 anos, ele já pode decidir, o pai biologico nega isso pq ele sabe que o Sean vai querer ficar aqui no BR, o que é justo, pq tem que ser feito o MELHOR pra criança e só o Sean sabe o que é melhor pra ele. (yn) Que ele fique no Brasil
a máscara do Sr David Goldman já mestá caindo. Gigolô americano, é isto o que ele é. Brazucas, aprendam a se valorizar e ao seu país.
Olá Louis!
O pedido de indenização nada tem a ver com máscaras. Aqui no Brasil, quem
perde um processo paga as custas judiciais e as despesas com honorários da
parte vencedora. O crime cometido pela mãe do menino é que obrigou o pai a
gastar uma fortuna para reavê-lo (e acredite, contratar um advogado em país
estrangeiro, viajando constantemente não sai barato). Logo, arcar sozinho
com essas despesas, sendo um trabalhador de classe média, é impossível. Além
disso, advogados americanos (que também foram contratados) cobram por hora.
Nada mais justo que o responsável pelo cometimento do crime e por todos os
gastos pague por isso. A mãe, a responsável direta, morreu. Sua família,
então, deve “pagar o pato” já que agiu diretamente para manter o crime em
prática.
Isso nada tem a ver com valorizar o país ou o que quer que seja; tem a ver
com justiça.
Simples assim.
Obrigado pelo seu comentário e seja sempre bem-vindo.
A. Maximus
.-= Arthurius Maximus´s last blog ..UM FELIZ 2010 E UM ADEUS A 2009. =-.
voçê continua atacando as pessoas não é seu luis?? voçê pensa que me engana?? essa inclusão da letra ´ o ´ em luis, seu padre católico apostólico romano, chamar o David Goldman de gigolô? quem é realmente gigolô? eu te conheço.
Quantos absurdos falaram de David Goldman, tais como: vagabundo, violento, não transava, era sustentado pela esposa, que ele só estava interessado no dinheiro da família dela. Todos tiraram suas conclusões baseadas nas versões da Bruna.
Agora eu pergunto? Ela não disse aqui para as autoridades que o marido saia às 4:00h da manhã para trabalhar e só retornava à noite? Com isso ela ficava sozinha…Ela sabia que ele antes de ser modelo, ele estava ligado ao mar? Ele era salva-vidas. Ela se apaixonou pela beleza dele.
Todos se esquecem que para dirigir barco de turismo e pesca nos USA, não é qualquer pessoa que consegue a autorização da marinha, mas ele conseguiu.
Ele ama o filho, ninguem deve duvidar disto, basta ver os vídeos caseiros. Quando o Sean nasceu, ele deixou de viajar para trabalhar como modelo, para ficar mais perto do filho. Ela concordou com esta decisão dele.
David lutou pelo filho durante todos estes anos, ele não se casou, não teve nenhuma atitude que o desabonasse, ele tinha um único objetivo que era ter o seu filho de volta. Quem mentiu, quem foi morar com o namorado, mesmo ainda, estando casada com o pai de Sean foi ela, quem ameaçou David foi a Bruna, dizendo que se ele não assinasse todos os relatórios dando a guarda total para ela, David jamais veria o filho novamente, está gravado, quem gritou com ele foi ela (está gravado). Quem na semana seguinte já estava de caso com o padrasto do Sean foi ela, inclusive, David teve dificuldade para localizar o filho. Ela, o padrasto e Sean foram morar juntos, tudo consta dos processos. Quem desrespeitou as leis foi ela.
Só que estes ricos, poderosos e influentes se esqueceram ou não conheciam David Goldman, que sem dinheiro moveu o seu país inteiro, até o Presidente mais poderoso do mundo para ter o seu filho de volta, filho que Deus lhe deu, ela não concebeu o filho sozinha.
Que bom que todas as mentiras; do padastro, do advogado e da avó e até da justiça foram desmascaradas.
Este caso envergonhou todos os brasileiros.
A conclusão que tiramos deste caso é que devemos nos unir e ir para as ruas para pedir mudanças urgentes no Judiciário, porque o que vimos,é que este atual está a serviço das elites do país e não também, a serviço dos pobres.
[...] [...]