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NOTAS À IMPRENSA – ESTUDO DA POLÍTICA ESPACIAL BRASILEIRA.

 

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Câmara lança estudo sobre política espacial brasileira.

 

O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados lançou nesta terça-feira, 30 de novembro, o estudo "A Política Espacial Brasileira", que faz um diagnóstico do setor, propõe medidas e aponta novas estratégias de estímulo à pesquisa e à produção espacial no País.

O presidente do Conselho de Altos Estudos, deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), ressaltou que o principal objetivo do estudo é apurar as razões que levaram aos sucessivos adiamentos das metas e do cronograma do Programa Espacial Brasileiro. "Além disso, pretendemos levar à sociedade o debate sobre a relevância de se manter um programa de alta intensidade tecnológica", explicou Inocêncio.

Uma das consequências do estudo é o projeto de lei 7526/2010, apresentado pelo deputado Rodrigo Rollemberg, que institui o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Espacial (Padie) e estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no setor espacial.

"Com esse projeto, buscamos soluções efetivas aos três problemas cruciais da política espacial brasileira: a falta de incentivos ao setor industrial; a escassez de recursos orçamentários para as ações do programa e a ausência de uma política satisfatória de formação de recursos humanos no setor", avalia o deputado Rodrigo Rollemberg. O deputado lembrou, ainda, que o estudo aponta não só para as dificuldades, mas, especialmente, para as medidas a serem tomadas para que o Brasil se insira no seleto grupo de países que domina o setor.

 

Publicação:

 

"A Política Espacial Brasileira" traça um amplo panorama do setor espacial no Brasil. O estudo abrange desde cenário internacional em política espacial, passando pela desenvolvimento da área no Brasil até a situação atual do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), conjunto de programas, ações e diretrizes que norteiam as atividades espaciais no País, instituído em 1996.

A publicação conta ainda com a colaboração de diversas autoridades e especialistas no setor, que assinam artigos sobre temas ligados à política espacial. Entre os colaboradores, estão o ministro da defesa, Nelson Jobim, o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Ganem, e o presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, Walter Bartels.

A série Cadernos de Altos Estudos teve início em 2004 com o título Biodiesel e Inclusão Social , relevante contribuição ao programa nacional de biocombustíveis. Os outros títulos são: A Dívida Pública Brasileira ; O Mercado de Software do Brasil; A Capacitação Tecnológica da População ; Os Desafios do Pré-Sal ; e Alternativas de Políticas Públicas para a Banda Larga .

Fonte: Agência Câmara.

 

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9 Responses to “NOTAS À IMPRENSA – ESTUDO DA POLÍTICA ESPACIAL BRASILEIRA.”

  1. Taediu disse:

    O ridículo do brasil não tem limites. Um Pais que não consegue alfabetizar seus cidadãos, um Pais cujas universidades nem aparecem nos ranking internacionais, tem uma coisa chamada “Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados”, dirigida por um cabra analfabeto como o Inocêncio Oliveira. Um Pais cujo povo é lesado intelectualmente, quer discutir programa espacial,alta tecnologia… é brincadeira. O que este Pais consegui até hoje nessa área, foi produzir uma tremenda explosão que matou um monte de gente e torrou uma baba de grana.

    • Concordo com você Taediu.

      Acho que o país deve ter outras prioridades. Melhor seria ganhar dinheiro alugando a base e investindo na educação e formação de cérebros; depois, partir para esse tipo de empreendimento.

      Um abraço.

  2. [...] This post was mentioned on Twitter by arthurius_maxim, arthurius_maxim. arthurius_maxim said: Deu no blog: NOTAS À IMPRENSA – ESTUDO DA POLÍTICA ESPACIAL BRASILEIRA.: ESN: 16675-080201-838850-87     Câma… http://migre.me/2D2r1 [...]

  3. Eduardo Marchiori disse:

    Mais dinheiro do governo gasto com um sonho completamente díspare da realidade brasileira. Ao invés de investir em uma educação e criar pólos tecnológicos para gerar tecnologia, ligados estreitamente com universidade públicas e privadas, o governo prefere sonhar em entrar num mercado competitivo com nações que possuem recursos humanos, financeiros e tecnológicos maiores que os nossos.
    Mas acho que é isso mesmo, brasileiro vive no mundo da lua.

    • Olá Eduardo!

      Nada como olhar para as estrelas enquanto pisa em seus próprios dejetos.

      Um abraço.

    • Lucho disse:

      Amiguinho, procure saber antes sobre o que é exploração espacial e qual a sua serventia para um país. Faz isso antes de dizer qualquer bobagem.
      .
      E Arthurius, não apela para esse mimimi de que “Ah! com tanta gente passando necessidade o governo gasta dinheiro com explorações espaciais inúteis”.
      .
      Poxa vida. Se o Lula/a Dilma derem um gás ao programa espacial brasileiro é algo que tem de ser elogiado.
      Lucho´s last [type] ..Links da semana – 17

      • Olá Lucho!

        Não é “mimimi”. É uma realidade. Triste, é claro, mas ainda sim uma realidade.

        Temos prioridades mais prementes e mais urgentes. O Brasil já domina a tecnologia de satélites. O Brasil já domina a tecnologia de foguetes, segundo o Pravda (veja bem, não é o PIG é o Pravda da Rússia) o Brasil só não divulga o fato porque tem medo da reação dos “hermanos”.

        Logo, ao invés de estarmos ganhando rios de dinheiro lançando satélites para os outros países que querem pagar por isso, estamos gastando rios de dinheiro com sonhos megalomaníacos e sem sentido.

        Melhor seria investir na formação de cérebros, na capacitação de técnicos e nas melhorias reais (não fantasiosas) das condições de vida da população –
        basta lembrar que 80% dos brasileiros não têm “luxos burgueses” como água encanada e esgoto.

        No meu ponto de vista, acho absurdo uma nação querer explorar o espaço enquanto seus habitantes pisam no cocô para entrar e sair de casa e mal conseguem entender mais de três linhas de texto.

        Simples assim.

        Um abraço.

  4. Lucho disse:

    Eu ia comentar aqui, mas o Taediu disse o que eu pensava. Como é que pode um conselho que trata de C&T, e ainda mais sobre a exploração espacial (que são áreas vitais para que o desenvolvimento de um país, para que o mesmo venha a ser um país de verdade) ser presidida por um ignorante de pai e mãe como o Inocêncio de Oliveira?
    Lucho´s last [type] ..Links da semana – 17

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