Dilma alianças corrupção chantagem

 

A crise no Ministério dos Transportes colocou em profunda evidência a fragilidade, a inação e uma incômoda vulnerabilidade à chantagem que o jeito petista de governar trouxe para o país. Em nenhum outro momento de nossa história – talvez somente no período que antecedeu ao Golpe de 1964 – as instituições brasileiras estiveram tão frágeis e tão expostas como agora.

Nem mesmo as sucessivas provas, que se descortinam a luz de novas falcatruas descobertas, e a exposição acintosa do altíssimo nível de corrupção que dominou a máquina pública brasileira; impedindo até o socorro as vítimas de catástrofes naturais. Como foi o exemplo das verbas enviadas pelo governo federal para socorrer os habitantes da cidade de Teresópolis – Região Serrana do RJ – e desviadas na cara-de-pau por um prefeito petista.

Depois foi a vergonhosa desautorização feita por um funcionário subalterno do Ministério dos Transportes – Luiz Antonio Pagot – que, ao ser afastado pela própria Presidente da República, disse claramente diante de uma Comissão do Senado Federal: “Estou de férias, não fui afastado”.

Se isso não bastasse, o próprio ex-presidente Lula tenta influenciar nos bastidores para que tudo permaneça como está no Ministério dos Transportes e que a cúpula do PR – responsável pelo domínio da arrecadação da caixinha no órgão – ainda mantenha seus “homens de confiança” no comando dos cofres do ministério (incluindo Pagot).

Hoje, ainda não satisfeitos, os dirigentes do PR exigiram uma compensação para a possível saída de Pagot do cargo. Numa clara chantagem, a cúpula do PR mandou um recado para a presidente Dilma: Pagot só sai se o PT abrir mão do diretor de Infraestrutura Rodoviária do órgão, Hideraldo Caron, filiado ao partido pelo Rio Grande do Sul.

O imobilismo, a ineficiência, a falta de pulso e o incomodo domínio de Lula sobre questões-chave do governo atual fazem de Dilma uma passageira sem qualquer possibilidade de assumir a direção de seu próprio governo, que vaga sem direção, e deixa a nação a exatos sete meses sem qualquer produção legislativa de importância. A fraqueza de Dilma é tão evidente que Michel Temer é procurado por Lula, Sarney e outros caciques para decidir os rumos do governo e é o encarregado de “comunicar as decisões” a Dilma.

Chegamos ao fundo do poço ético e vemos a cristalina decomposição das instituições; tomadas pela corrupção, pelo clientelismo e pela incompetência. O próprio Ministério Público se rendeu a essa verdadeira máfia que tomou de assalto nosso país e passou a produzir verdadeiras peças de ficção ao invés de apurar fatos evidentes e fazer valer a vontade e os interesses do povo; sua função primordial.

Assim, com entidades de classe cooptadas com verbas públicas ou compradas com favores políticos os atores responsáveis pelo saque de nossas riquezas e de nossos impostos colocam em xeque o atual governo e lançam seus tentáculos sobre cada aspecto da administração pública nacional. Tudo isso com o claro propósito de dominar corpos, almas e mentes de nosso pobre e iludido povo e se perpetuarem no poder até não ter sobrado mais nada.

Pense nisso.

 

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