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ENEM, HADDAD, PT E O PRÊMIO DA INCOMPETÊNCIA.

 

 

Mesmo que você seja o mais ferrenho militante petista e beije o chão onde Lula pisa, não será possível a você encontrar uma única razão para elogiar ou referendar a gestão do Ministro da Educação Fernando Haddad. Escolhido por Lula e abraçado carinhosamente pela cúpula petista, como se fosse uma das maiores mentes da educação no Brasil. Fernando Haddad só pode ser considerado uma unanimidade em um quesito: sua extrema incompetência.

Afinal, sob sua gestão desastrosa a educação no Brasil chegou às raias do surreal. Perdemos doze posições no ranking educacional da ONU e só estamos à frente de nações africanas e países infinitamente pobres. Além disso, algumas nações sem nenhuma expressão social, política e econômica (como Trinidade e Tobago, por exemplo) estão na nossa frente em matéria de educação pública.

Ver e ouvir autoridades rasgando elogios a Fernando Haddad nos jornais, revistas e na televisão causa tal estranheza que o fato só pode corroborar os boatos de que a destruição de nosso sistema educacional é “coisa feita” e um dos principais alvos do governo petista.

Mesmo reconhecendo que a educação no Brasil pós 1964 vem decrescendo de qualidade a olhos vistos, fica impossível negar que nesses dez anos de administração petista a coisa tomou corpo e chegou às raias do impensável.

Cartilhas ensinando a “magia” do sexo anal distribuídas para crianças em tenra idade; livros didáticos contendo palavrões, incitação à violência e erros de português dantescos oferecidos como “nova regra” a fim de evitar o “preconceito linguístico”, além dos constantes fracassos na elaboração de uma simples prova como o ENEM; foram os “pontos altos” da gestão Haddad.

Como imaginar que tal incompetente pode ser levado a sério para a gestão de algo tão complexo quanto uma cidade, um estado ou uma nação? O currículo de Haddad, ao invés de referendá-lo, na verdade fornece todos os motivos possíveis para bani-lo completamente da vida pública brasileira. Seu retrospecto no cargo, verdadeiramente, sequer o capacitaria para um “carguinho” administrativo de “auxiliar de qualquer coisa” em uma empresa privada.

Sempre que foi confrontado pelos resultados de sua própria incompetência, Haddad, usou e abusou das mais estapafúrdias, esfarrapadas e descaradas desculpas. A culpa sempre era do próximo ou, com estranha frequência, nada havia acontecido e errado. O mais grave nisso tudo nem é a patente incompetência do ex-ministro (isso é culpa de quem o manteve no cargo) é a sua incapacidade de identificar que cometia erros absurdos e vergonhosos à frente de sua pasta. Da mesma forma, é também grave e perigoso o verdadeiro circo de fantasias criado pela cúpula petista em torno dele. Isso porque, a incompetência elogiada, e premiada – quando dona de um cargo onde encontre o poder – normalmente resulta em desastre e sofrimento para os menos protegidos.

Como fica fácil perceber, o legado de Haddad na educação brasileira terá em seu sucessor, Aloísio Mercadante, um representante a altura. Pois, ambos sofrem do mesmo mal: incompetência crônica. Sendo que Mercadante ainda tem seu status agravado pela total ausência de brios e a subserviência suprema ao que lhe determinam os mestres que puxam seus cordéis.

Com a insistente e perversa mania de premiar a incompetência e a obediência cega aos desígnios da cúpula petista, Lula e o PT jogam ao chão a educação pública e agora ameaçam encher os estados e municípios com marionetes treinadas em obediência total e cegos seguidores das mentes por trás dos cordéis.

Evidentemente, em uma retrospectiva histórica, esse plano de poder é o mesmo adotado em outros países que optaram pelos moldes políticos preconizados pela antiga URSS. Sabemos que, por mais que desejam negar, a cúpula petista de hoje teve suas bases ideológicas e seu aprendizado de técnicas de governança calcado nesses preceitos. Antes que você, caro militante, queira contestar isso; lembre-se que todos os membros desta elite atual do PT – exceto talvez Lula – fizeram cursos e mais cursos sobre gestão política e técnicas de governança (sem falar em táticas de guerrilha e terrorismo) em Cuba e na própria União Soviética.

Em todo regime autoritário, seja ele inspirado pelo mais bitolado esquerdismo ou a mais falsa direita ufanista, é na educação que se fundam os primeiros pilares para a efetivação das diretrizes partidárias e do plano de poder. A destruição da capacidade de discernimento da população; o impedimento do raciocínio questionador; a criação de verdadeiros zumbis intelectuais, facilmente manipuláveis, e a criação de verdades incontestáveis é sempre o objetivo maior de qualquer regime autoritário. E isso se faz pervertendo e destruindo o sistema educacional público de uma nação.

E, nesse sentido, Haddad foi um mestre.

Pense nisso.

 

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Nota do Editor: Peço desculpas pela ausências das charges que tanto alegram e ilustram bem os artigos. Estamos com um problema em nosso servidor de imagens e esperamos solucionar o mais rápido possível.

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MERCADANTE NA EDUCAÇÃO: O IRREVOGÁVEL, O OMISSO E O INCOMPETENTE.

 

mercadante o capacho petista

 

Pois é. Um dos grandes problemas do governo petista é a mania de premiar “cumpanheiros” derrotados e incompetentes com carguinhos na máquina estatal. Foi assim nos dois mandatos de Lula e está sendo assim no governo Dilma. Isso, aliás, já era esperado. Afinal, se você acredita que é Dilma quem realmente governa o país, você é daqueles que também acreditam no Papai Noel e no Coelhinho da Páscoa.

Depois de arrumar uma boquinha para a ex-governadora do Pará, Ana Júlia, acusada de um desfalque de mais de R$ 77 milhões, na diretoria de seguros do Banco do Brasil (Entenderam? Colocaram alguém que fez 77 milhões de reais desaparecerem dos cofres públicos para gerir o caixa de seguros do BB) e responsável por uma das piores administrações paraenses da história (nem a presença e o pedido ostensivo de Lula foram capazes de mantê-la no cargo); o premiado da vez é Aloizio Mercadante.

Os poucos que têm memória política devem se lembrar de Mercadante pelo vexaminoso episódio ocorrido antes das eleições presidenciais passadas em que, diante de provas incontestáveis de manipulação política, crimes eleitorais e armações das mais diversas envolvendo Renan Calheiros, Sarney e alguns integrantes da campanha de Dilma que quase foram parar na cadeia. Uma enorme crise política tomou conta do último mandato do “ex-presidente” Lula e ameaçou seriamente a canalhada que o sustentava no poder.

Na ocasião, Mercadante disse que a imoralidade que compactuava com a criminalidade galopante de seus colegas de partido e da base aliada eram de tal forma vergonhosas que ele entregaria seu cargo de senador em “caráter irrevogável”. Fez campanha pró-moralidade, falou um monte de besteiras em entrevistas a jornais e revistas nacionais e atirou lama em todas as direções na televisão. Mercadante se anunciava como o senhor da consciência petista.

Pois é. Bastou uma “chamada” de Lula e o (até então político sério) Mercadante se converteu em mais um palhaço sem opinião e em mais uma marionete nas mãos de Lula, Sarney, Renan e José Dirceu. Com as desculpas das mais esfarrapadas possíveis e visivelmente constrangido, o “pobre” Mercadante teve que subir a tribuna do Senado para, publicamente, se humilhar em cadeia nacional ao tentar alterar o significado da palavra irrevogável na língua portuguesa.

Assim, depois da humilhação pública e de ser posto “em seu lugar”, Mercadante não conseguiu sequer se reeleger governador (*). Destruído politicamente e sem qualquer credibilidade, foi “premiado” com o Ministério da Ciência e Tecnologia na gestão de Dilma.

Ministério de Dilma é para amigos dos amigos

 

Omisso e incompetente ainda se aguarda, ansiosamente, sua posse nesse ministério até hoje. Afinal, nada de importante ou minimamente relevante brotou de sua pasta. Mercadante foi apenas “mais um” a faturar um gordo salário e muitas mordomias sem contribuir com absolutamente nada para o país. Um verdadeiro parasita.

Agora, como se não bastasse a atuação abaixo da mediocridade de Mercadante, ele é presenteado com o que deveria ser o ministério mais importante de um governo que pensasse minimamente no futuro do país como uma grande nação: O Ministério da Educação.

Se com o atual ministro Haddad o MEC já passou por uma das piores administrações de toda história republicana; com um festival interminável de burradas, verbas desperdiçadas, programas ineficientes e que só engordaram os bolsos dos “cumpanheiros ongueiros” – além de toda sorte de escândalos e denúncias ligadas a uma atuação ridícula do ministro – sob a batuta de Mercadante as perspectivas para a educação brasileira são profundamente negras.

Com a sua aptidão para capacho e pau mandado será difícil acreditar que Mercadante baterá de frente com a cúpula petista, desejosa de destruir o pouco que resta da qualidade da educação brasileira e instalar em nosso país uma máquina doutrinadora capaz de “fazer a cabeça” de nossas crianças desde a mais tenra idade.

Assim, ao premiar a omissão e a incompetência em detrimento da qualidade e da aptidão máxima, no (volto a repetir) ministério mais importante da República; Dilma e o PT demonstram que pouco se importam com o futuro de nossas crianças e de nossa nação. Para eles, o que vale mesmo é premiar a obediência cega, a falta de opinião própria e a submissão total aos caciques partidários.

E, se você também tem memória histórica, sabe muito bem aonde isso levará o país.

Pense nisso.

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(*)Nota do Editor: No artigo original mencionei que Mercadante saiu candidato a senador. Erro meu. Ele foi candidato a governador de São Paulo. Mas, no fundo (bem no fundo), o resultado foi o mesmo: derrota humilhante. Agradeço ao leitor e amigo de sempre Gustavo P. Guedes por ter dado uma cutucada bem humorada e apontado o erro. A vocês, leitores, peço que creditem o fato a horas sem dormir e a uma ligeira burrada deste articulista.

#SOPA BLACKOUT BRASIL – O VISÃO PANORÂMICA APOIA.

 

 

#SOPA - Blackout Brasil

 

Amanhã (18/01/2012) ) Blog Visão Panorâmica se unirá a uma corrente mundial de sites, blogs e coletivos que ficarão indisponíveis por doze horas (entre 10:00h e 22:00h – horário de Brasília) para protestar contra o projeto de lei americano que impõe mecanismos de controle semelhantes aos existentes no Irã e na China sobre a Internet.

Você, caro leitor, pode se perguntar por que motivo um blog brasileiro participaria de algo assim, já que o problema é lá nos EUA. Contudo, bem aqui em nossas barbas, há um projeto de lei semelhante promovido pelo senador Eduardo Azeredo (Conhecido como AI5 Digital) e mesmo o SOPA pode atingir sites e blogs aqui no Brasil pois, como a Internet tem caráter mundial e grande parte de seu tráfego passa pelo EUA, qualquer site pode ser afetado pela legislação daquele país. E, pelas regras do SOPA, basta que um site seja suspeito de violar as determinações da lei para que ele seja tirado do ar.

Portanto, além de inspirar aqueles que abominam a liberdade de informação e de expressão por aqui, o SOPA pode acabar respingando em todos nós e impedindo a manifestação do livre pensar do cidadão americano, brasileiro ou de qualquer país do mundo; convertendo-se em uma arma repressora poderosa nas mãos de governos ou de políticos inescrupulosos. Daí a nossa participação.

Entenda o que é o SOPA:

SOPA, Protect IP e e-parasites são projetos de lei que estão tramitando no congresso Americano. SOPA significa “Stop Online Piracy Act”, e estabelece o uso no território Americano de um mecanismo de censura sobre a Internet semelhante ao utilizado em países como a China, Irã e Síria, com a desculpa de coibir a pirataria online, ou seja, pretendem combater práticas sociais que historicamente utilizamos para ter acesso alternativo à qualquer obra cultural: trocar, compartilhar, emprestar… tal qual sempre ocorreu nas Bibliotecas.

O SOPA não afetará apenas os Estados Unidos, pois o país além de concentrar a maior parte da infra-estrutura da rede, concentra quase todos os serviços e sites que utilizamos diariamente, e que podem ser afetados tais como Youtube, Facebook, WordPress, Google, Gmail, Twitter, e muitos outros. Temos de lembrar também que muitos sites são hospedados nos EUA, mesmo sem ter TLD americano e outros fora dos EUA com TLD americano como (.com, .net, .org) em ambos os casos o site estará debaixo da legislação Americana.

SOPA também prevê instrumentos para bloquear os serviços de publicidade e pagamento online sob a jurisdição dos EUA, impactando qualquer site no mundo, apenas com base em uma denuncia de suspeita,e sem ordem judicial.

Os problemas não acabam por ai, o SOPA afetará profundamente a liberdade de expressão na Internet, todos os sites se verão obrigados a aplicar mecanismos de auto-censura, e filtrar toda atividade online de seus usuários para evitar serem bloqueados.

O que diz a lei (SOPA)

Quando um site for denunciado, todos os demais sites que tenham “relacionamento” com ele e não queiram sofrer as consequências legais terão cinco dias para:

  • ISP: Deverão bloquear os seus DNS (impedindo o acesso ao domínio)
  • Serviço de hospedagem: Deverão bloquear o acesso ao site
  • Publicidade: Deverão bloquear a publicidade
  • Serviços de pagamento: Deverão congelar os fundo
  • LInks : Deverão ser removidos links ao site

Efeitos colaterais

Muitas tecnologias (como a rede anônima “TOR”, os DNS alternativos, as redes P2P e os proxys VPN) que permitem a navegação e/ou distribuição de informações anônimas e sem censura, e que são fundamentais para muitos ativistas e organizações políticas em todo o mundo, basicamente se verão ilegais de um dia para outro.

Os provedores de Internet, email, blogs gratuitos, mensageiros instantâneos e redes sociais serão forçados a espionar todo conteúdo publicado por seus usuários em busca de material não autorizado e eventualmente bloqueá-los.

Todas as tecnologias inovadoras nasceram de alguma forma da “pirataria”: O Cinema x as patentes, a indústria fotográfica x seus interpretes, o radio x a indústria fonográficas, o vídeo cassete x cinema, a TV a cabo x TV aberta. Todas operaram em áreas de incerteza jurídica, até as leis se adaptaram ao novo, sem tentar muda-lo. Um marco legal restritivo e antiquado como o que se quer impor agora sufocaria muitas das novas ideias e sem duvida sufocará as próximas grandes ideias.

As comunidades online, em especial as comunidades colaborativas que são o fenômeno da Internet que afetam mais profundamente a nossa sociedade, ou seja, desde a esfera cultural, política, social até a econômica. O bloqueio de sites e tecnologias a serviço destas comunidades irá em muitos casos impedida-las de continuar existindo.

O Brasil e o SOPA

No Brasil estamos ha anos lutando contra o o AI5Digital (PL 84/99) e a favor do Marco Civil da Internet (PL 2126), tem sido uma luta incansável. Todo este esforço pode ser perdido com a aprovação do SOPA, pois junto com a lei Sinde na Espanha e Hadopi na França, ele pode ser um terrível instrumento de pressão para que o Brasil e demais países adotem legislações semelhantes. É importante lembrar que a Lei Sinde que aparentemente havia sido brecada por ativistas Espanhóis, foi aprovada logo no inicio do novo mandato sob grande pressão Americana, e que o AI5Digital, que fora congelado em 2008 voltou a tona no inicio deste ano com grande pressão para aprovação. Não podemos descansar nenhum minuto!

Este texto é uma tradução livre e adaptada do Infográfico disponível no site Direito de ler, saiba mais lendo a entrevista com o Sérgio Amadeu e foi retirado integralmente do site que orienta o protesto – MEGA NÃO..

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SÉRGIO CABRAL, DILMA, O GOLPE ELEITORAL E A CONIVÊNCIA.

 

Dilma e sérgo cabral - estelionato eleitoral

 

Estelionato eleitoral é um golpe muito antigo em nosso sistema eleitoral. Como não há nenhum mecanismo de defesa que proteja o eleitor, a não ser o seu próprio bom senso de não votar em quem o engana, a comodidade, a alienação e a bovinidade do eleitor brasileiro cumprem os seus papéis no perverso jogo do “me engana que eu gosto” em que o sistema eleitoral brasileiro se transformou.

Contudo, nenhum político ou partido brasileiro elevou o estelionato eleitoral à “estado da arte” como fazem Sérgio Cabral e o partido dos trabalhadores. A “Era Lula” trouxe para o cotidiano eleitoral brasileiro a figura da “metralhadora de promessas” e a exacerbação do conceito “Pão e Circo” que sempre estiveram presentes na forma de fazer política em nosso país.

Lula prometeu ao eleitorado obras gigantescas que “refundariam” o país. Casas populares aos milhões e quase de graça; estradas lisas e bem construídas até o horizonte; portos maravilhosamente projetados que lançariam o Brasil no rol de nações poderosas, pagamento da dívida externa e autossuficiência em petróleo.

Quase dez anos depois, Lula deixou o governo elevado à condição de Messias pela militância petista e com a imagem de “ótimo presidente”. Mas, se analisarmos seus feitos, nada (ou quase nada) há para justificar o furor uterino da militância.

Os milhões de casas populares jamais saíram do papel. As poucas que foram entregues têm problemas estruturais gravíssimos, infiltrações extensas e precisam passar por reformas pesadas depois de pouco mais de um ou dois anos de construídas. Antes de pensar que é mentira ou “intriga da oposição” veja nos links das agências a seguir: Abracopel, Sind’Ladrilhos, Construsenior, Folha Norte, UOL Notícias, Quero Casa Própria, G1, Contas Abertas e FGV.

O PAC, principal arma eleitoral do PT, teve pouco mais da metade das obras efetivada – apesar de quase todo o dinheiro previsto ter sido gasto – o PAC 2 e o PAC 3, criados para viabilizar a campanha e a eleição de Dilma, se converteram em pouquíssimas obras mesmo, mais uma vez, tendo grande parte de suas verbas gastas. Também duvida? Leia no site da Contas Abertas.

O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), alardeado por Dilma como a salvação da segurança pública nacional e como fator de modernização das polícias militares e civis morreu antes de nascer. No primeiro ano de Dilma quase nada foi investido e praticamente todos os projetos jamais foram retirados do papel. No entanto, a metade dos recursos foi gasta alegremente. Além disso, para este ano, já há um corte de verbas substancial que transformou o programa em “pó de traque”. Leia em O Globo.

Com tudo isso, sem falar em outros aspectos como educação (os piores resultados práticos dos últimos tempos e as polêmicas mais vergonhosas da história), saúde (canibalização de hospitais, morte a granel mesmo para problemas banais de saúde, sucateamento e desespero generalizados) e a infraestrutura que beira a africanização com aeroportos, portos, estradas e terminais de carga praticamente em colapso; a criação de bolsas e o assistencialismo populista descarado (acompanhados de um trabalho fenomenal de marketing e de mídia) sustentam a imagem de salvador de Lula e garantem a Dilma uma fantástica popularidade mesmo tendo 60% de reprovação popular de suas ações de governo. A forma bem elaborada de estelionato eleitoral adotada e a magistral condução de sua vertente midiática garantiram, tanto a Lula quanto a Dilma, um descolamento da corrupção galopante, da inação e da incompetência de seus governos e os elevaram a condição de “Pai” e “Mãe” dos pobres. Quando, na verdade deveriam ser conhecidos como seus algozes.

 

PAC e a Maquiagem

 

O mesmo se dá com o combate à corrupção. Muito se falou em faxina e em limpeza na política nacional. Mas, Lula protagonizou alguns dos maiores escândalos de corrupção do país e escapou ileso de todos com a desculpa mais esfarrapada de todas: “Eu não sabia”. Ao mesmo tempo, criticou abertamente as instituições responsáveis pela fiscalização e diminuiu o poder que elas tinha de fiscalizar, através de mudanças de estatutos e medidas provisórias. Dilma, alardeada pela mídia como a faxineira, se converteu em espertalhona ao varrer habilmente os corruptos que povoaram seu governo para baixo do tapete e, ao invés de sanear verdadeiramente os ministérios, apenas afastou dos holofotes os canalhas que foram pegos em flagrante e os substitui por outros que continuam a usar sua pasta ministerial para engordar os cofres de seus partidos e para enriquecerem.

Já no caso de Sérgio Cabral a coisa é mais emblemática ainda. Por não fazer parte de um partido com uma militância tão feroz e combativa quanto a do PT, Sérgio Cabral usa a mídia e seus relacionamentos no mundo artístico (graças a seu pai) para se promover com extrema habilidade. Político medíocre e omisso fez uso de projetos de lei populistas (e todos anulados por inconstitucionalidade) para angariar a alcunha de “Amigo da Terceira Idade” e garantir uma legião de eleitores fiéis no RJ. Eleitores estes que julgavam a anulação de suas leis não como golpes eleitorais; mas como “maldades” do Judiciário que era “inimigo” dos velhinhos. Nesse meio tempo, muita exposição na mídia e muitos sorrisos lhe garantiam muitos votos.

Mesmo sua política vitoriosa de UPP’s se funda em um acordo que deveria ser execrado pela população com os traficantes desalojados. Por ordem direta de Sérgio Cabral, os traficantes eram avisados com meses de antecedência da data exata em que haveria a ocupação policial dos morros, como forma de permitir a fuga dos criminosos.

A desculpa de “evitar o confronto e a morte de inocentes” não pode ser levada em consideração porque os efeitos da fuga dos criminosos das favelas ocupadas se refletiram em um aumento substancial da mortandade de inocentes em áreas anteriormente de baixa violência.

Outro sinal de compactua com o tráfico é a admissão de que na favela de Manguinhos as casas do “Minha Casa, Minha Vida” têm seu sorteio influenciado e manipulado por traficantes locais. Estes obrigam os agentes cadastradores do programa a incluir elementos de suas quadrilhas nos sorteios e dirigem os resultados para que os favoreçam. As casas que escapam dessa modalidade de fraude são simplesmente invadidas e têm seus moradores despejados pela mão do tráfico que as converte em bunkers e em depósitos de armas, munições e drogas. Tudo isso dentro dos condomínios pagos pelos nossos impostos.

 

Sérgio Cabral e a incompetência criminosa

 

Ao ser obrigado a admitir essas ocorrências e o seu conhecimento delas, dadas as irrefutáveis provas apresentadas pela imprensa, Sérgio Cabral praticamente confessa um crime de responsabilidade por deixar de reprimir essa prática criminosa e essa afronta vergonhosa ao poder do Estado.

Mas, mesmo assim, é aplaudido de pé por uma claque sempre crescente e goza de extremo prestígio entre os eleitores de baixa renda do Estado. Sendo cotado até para ocupar uma possível chapa como candidato a vice-presidente.

Seria formado um circo midiático perfeito com uma presidente farsante e fruto de mera trama eleitoral e um vice-presidente omisso e favorável a compactuar com o crime organizado como forma de ter menos trabalho e facilitar sua vida, favorecendo sua voracidade por votos e suas ambições eleitorais.

Se analisarmos o comportamento do eleitorado nesses últimos dez anos, seria a dupla perfeita para a legião de cúmplices que se espalha pelo país e que pouco se importa com a real qualidade de vida da população. Desde que o cartão do Bolsa Família tenha sempre um saldo na data certa e que os comícios e inaugurações sempre tenham um rega-bofe apropriado.

E você leitor, o que pensa disso?

 

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SOBRE SALADINO, GUERRA, HONRA, HERÓIS E CARNICEIROS.

 

Honra, Heróis, Fuzileiros

 

Todo militar profissional, aqui ou no exterior, escuta uma célebre frase dita já não se sabe por quem que se transforma imediatamente em uma verdade universal e em um prenúncio do que pode vir: “Ninguém abomina mais a guerra do que o guerreiro”.

Descontando as margens reservadas aos psicopatas, que usam a guerra como desculpa para dar asas aos seus anseios sanguinários, o guerreiro profissional reza e se prepara para nunca entrar em combate. Contudo, quando à hora chega, ele guarda seus receios; seca suas lágrimas e esconde o terror da morte que o espreita a cada batida do coração.

Mas, mesmo diante da selvageria do combate, o verdadeiro guerreiro sabe que deve trilhar o caminho da honra. O inimigo, por mais feroz que seja, deve sempre ser tratado com respeito e com humanidade quando derrotado. Afinal, no código militar, o verdadeiro guerreiro não vê honra e nem vitória em vilipendiar aqueles incapazes de se defender.

O verdadeiro guerreiro pode ser chamado de herói. Mas, ele jamais deseja isso. O heroísmo é apenas uma consequência do medo e o guerreiro faz o que deve ser feito para aplacar o medo de morrer ou de ver seus companheiros de combate perecerem. No calor do combate, ele pode oferecer sua própria vida em sacrifício para que a vida de seu irmão (ou, como em vários casos, até de seu inimigo) seja poupada. Ao herói guerreiro cabe o sacrifício supremo e a honra da lembrança eterna.

O você pode achar esta uma visão romântica ou impossível de ser verdadeira na confusão e na carnificina de uma guerra. Mas, tenho certeza que você ficaria surpreso ao descobrir que essa “visão romântica” é fruto da realidade da guerra e do combate encarniçado ao mais perverso inimigo: a intolerância religiosa.

Se você conhece um pouco de história já deve ter ouvido falar de Al-Malik An-Nasir Salahuddin Yusuf; conhecido pelos ocidentais como Saladino. Nascido em Tikrit (hoje Iraque), Saladino morreu na Síria em 1193. Foi um dos maiores estrategistas militares de todos os tempos e é pai do Cavalheirismo Medieval e dos modernos códigos de guerra como a Convenção de Genebra e outros.

 

Saladino - O Grande

Saladino – O Grande

Durante as Cruzadas, Saladino mostrou ao Ocidente Cristão a diferença entre ser um guerreiro ou um carniceiro. Enquanto os Cristãos matavam e decapitavam mulheres e crianças em nome de Deus; Saladino poupava inimigos capturados; enviava frutas frescas e seus médicos para tratar o Rei Ricardo quando este ficou gravemente doente (salvando-lhe a vida) e, em um episódio que marcou a história, Saladino durante a batalha de Apollonia esta a beira da vitória quando o Rei Ricardo teve seu cavalo morto e foi obrigado a combater a pé. Na época, isso era uma sentença de morte para um combatente de armadura. Saladino interrompeu o combate e enviou dois de seus melhores cavalos para Ricardo. Segundo ele: “Não é digno de um rei combater a pé”. Ricardo se recuperou e pode levar os exércitos cristãos à vitória naquela batalha.

Tudo isso fez com que Saladino fosse temido e admirado por seus iguais e, principalmente por seus inimigos. Quando as Cruzadas terminaram com a derrota cristã e a tomada de Jerusalém, a fama de homem honrado de Saladino foi levada pelos Cruzados para a Europa e se espalhou pelo Ocidente como modelo de honra, caráter e misericórdia. Até hoje, mais de mil anos de sua morte, Saladino é conhecido como “O Grande” mesmo para nós e é fonte de estudos para todos que desejam a carreira militar.

Mas, se você chegou até aqui deve estar se perguntando: “Para que tudo isso?”

Caro leitor, como ex-militar e como estudioso da história das grandes guerras que conduziram a humanidade até os dias de hoje, não era possível deixar de comentar sobre Saladino e sua visão de honra e respeito ao inimigo que contaminou o ocidente de tal forma que foi responsável pela criação dos códigos de conduta em combate até das guerras modernas.

Minha intenção foi mostrar como é enorme a diferença entre o guerreiro e o carniceiro. Entre o soldado que combate o inimigo por dever e sem paixão para o psicopata que usa a guerra como desculpa para dar asas aos instintos mais bestiais do ser humano.

Como militar e como ser humano fica difícil aceitar o comportamento dos Fuzileiros Navais americanos ao vilipendiar os cadáveres dos inimigos ao urinarem sobre eles. Sendo uma das mais honradas instituições militares do mundo, o Corpo de Fuzileiros Navais (daqui, dos EUA ou de qualquer outro país) sempre foi conhecido por abrigar os mais bem treinados e honrados combatentes. Em seus brados de guerra, cada Corpo de Fuzileiros mundo a fora exalta o sacrifício supremo pela pátria e deseja demonstrar a honradez de seus membros. Grite o fuzileiro “Semper Fidelis” (Sempre fiéis – EUA); “AdSumus” (Aqui Estamos – BRA); “ Per Mare, Per Terram” (Por Mar e Por Terra – UK) ou qualquer outro brado mundo a fora, essas palavras simbolizam o que há de melhor no combatente e jamais devem ser envergonhadas.

Qualquer guerreiro, qualquer ser humano e qualquer ente vivente deve abominar os atos cometidos pelos carniceiros travestidos de soldados e compreender que a eles é reservado apenas a desonra, o esquecimento e o pó da terra. A selvageria imperdoável lhes confere apenas a alcunha de bárbaros e lhes garante o repúdio e o escárnio dos bons.

A eles resta a certeza de que jamais poderão entrar nos Campos Elíseos e repousar, gozando a paz suprema, ao lado dos grandes vultos guerreiros da humanidade.

 

 

Link para o vídeo

 

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PREFEITOS, CORRUPTOS E A CAROCHINHA.

 

prefeitos, corruptos e a carochinha

 

Uma notícia excelente promete tirar o sono de muitos corruptos de plantão, se converter no maior “mico” da história política nacional ou numa verdadeira história da carochinha.

O TSE – Tribunal Superior Eleitoral – e a AGU – Advocacia Geral da União – firmaram convênio para instituir uma punição cível aos prefeitos que, por qualquer motivo, sejam responsáveis por crimes eleitorais que levem a realização de novas eleições para substituí-los em caso de cassação de mandatos.

Após a sentença final do TRE local, a AGU será acionada e entrará no circuito processando o prefeito cassado para reaver os custos envolvidos na realização das novas eleições e, além disso, pedir uma indenização por “danos morais coletivos” pelos “transtornos causados aos eleitores obrigados a votar mais uma vez e pelos prejuízos contabilizados pelos municípios por terem de trocar de prefeitos”.

O ponto negativo é que o “convênio” tem duração de apenas cinco anos. Ou seja, valerá apenas para as eleições municipais deste ano. Isso é estranho e dá ao assunto um certo ar de “conversa para boi dormir”.

O que aumenta a suspeita de que tudo não passe de um “papo de arquibancada” é o fato de não haver nada parecido na legislação brasileira ou de não terem pensado nisso antes. Também a famosa morosidade da justiça brasileira e o enorme número de recursos permitidos na Justiça Eleitoral e na Cível faz com que a medida pareça fadada a ser um conto de fadas ou mais uma “Estória da Carochinha Eleitoral”.

Imaginar que os corruptos aceitarão arcar com os custos pesadíssimos envolvidos nessas ações sem usar todo o tráfico de influência, as informações sobre os rabos-presos e as negociatas que sempre têm em seus “arquivos pessoais” é, no mínimo, inocência.

Além disso, o fato do convênio ter sido fixado com prazo determinado de apenas cinco anos e – o mais estranho – limitar a coisa apenas ao âmbito das prefeituras, quando um número elevado de governadores e deputados é atingido pelo mesmo flagelo, são detalhes que causam certa desconfiança e estranheza.

Tirando isso; esse acordo é um sonho realizado porque pune o corrupto e o canalha onde mais dói: seu bolso. Como as fraudes eleitorais se dão justamente visando ganhar dinheiro, a possibilidade de ter que arcar com os custos astronômicos de uma nova eleição (dependendo do tamanho do município) e ainda de uma indenização pesada pode tornar mais cauteloso o espertalhão de plantão.

Oremos para que essa boa ideia se converta em uma verdade efetiva e seja ampliada para todas as esferas eleitorais. Como as eleições proporcionais não precisam ser realizadas novamente, bastando apenas a posse do suplente; uma excelente ideia seria instituir a tal indenização por danos morais coletivos. Sem dúvida seria um desestímulo para os aproveitadores.

Infelizmente, em nosso país, as instituições não gozam da confiança popular e devem, primeiramente, “mostrarem serviço” para que a confiança e o reconhecimento cheguem. Assim, caberá ao TSE e a AGU (mais uma vez) não se converterem em motivo de chacota e trabalharem para que esse acordo resulte realmente em uma medida acertada, eficaz e profilática.

E você; o que pensa disso?

 

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ZÉ PEDÁGIO, FRACOS, DILMA E O ROUBO SUPREMO.

 

vem aí o dil pedágio

 

Pois é caros amigos militantes petistas. Durante toda a campanha presidencial (que culminou com a eleição desastrosa de Dilma) vocês criticaram enormemente o realmente fraco candidato do PSDB – José Serra – pelo fato dele ter privatizado estradas em São Paulo e, por conseguinte, ter pedagiado todas elas.

O “amor” petista foi tanto que lhe deram até um apelido bonitinho: “Zé Pedágio”.

Não que vocês estivessem errados. Pedágio é mesmo um “troço” chato. Afinal, pagamos altíssimos impostos para que o governo mantenha as estradas em bom estado e tanto o governo petista – quanto qualquer outro antes dele – adora roubar nosso dinheirinho suado e simplesmente não fazer nada para garantir a mínima conservação em nossas estradas.

Pois é. Mas, agora, o governo petista de Dilma mostrou que “Zé Pedágio” é para os fracos. Como tudo na administração petista, o roubo agora é muito maior e muito pior. Se o “Zé Pedágio” implantou pedágios a “torto e a direito” para cobrar por estradas “lisinhas”, serviços de assistência a acidentados e reboque para quem enguiça; Dilma, mostrando sensacional senso de “timing” ao aproveitar a “distração” do país assolado por mais um ano de desastres naturais (que sua equipe optou por ignorar); sancionou a “Lei de Mobilidade Urbana”.

Como tudo que cerca os petistas, o nome bonito sugere benefícios para o povo. Mas, a verdade por trás desta lei é simplesmente terrível. A “Lei de Mobilidade Urbana” trás, embutida em seu texto, um monstro perverso e insaciável que vai roubar ainda mais rapidamente (e vorazmente) o nosso suado dinheirinho.

O nome desse monstro, parafraseando nossos amigos militantes petistas, é o “DIL PEDÁGIO”.

 

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Isso mesmo; o “Dil Pedágio” é voraz, perverso e sedento de sangue (leia-se dinheiro). A “Lei de Mobilidade Urbana” autoriza que prefeituras instalem pedágios em quaisquer áreas urbanas e cobrem o quanto quiserem pela circulação de veículos nessa determinada área. Isso sem uma única exigência de entregar ruas adequadamente cuidadas ou livres de enchentes. Pelo texto da lei, a receita gerada pelo pedágio ou “outra forma de tributação” deve ser destinada ao “transporte coletivo”, como a concessão de subsídio público à tarifa. O “uso de bicicletas” também precisa ser estimulado.

Tudo muito bom e tudo muito bem. O texto da lei é até “legal” (sic). Contudo, como todo tipo de lei semelhante já criada em nosso país (criação de impostos para financiar algo) o destino da arrecadação dos pedágios será mesmo os bolsos de empreiteiros, empresários amigos do poder e os próprios políticos. Teremos mais um tributo, sem qualquer contrapartida exigida, ou seremos proibidos de utilizar carros ou determinados meios de transporte (de acordo com o humor do prefeito da ocasião) sem qualquer chance de reclamar.

O “Dil Pedágio” , como você pode ver, é muito mais cruel e muito mais voraz. Afinal, aproveitou um momento crucial em que a imprensa e a opinião pública estão voltadas para o socorro das vítimas da própria incompetência petista e, na calada da noite, atira sobre nós mais um imposto sem a exigência de qualquer benefício dado ao cidadão em reciprocidade. Isso, sem falar na expectativa de dupla ou mesmo tripla tributação (ou você acha que a CIDE, o IPVA e outros impostos com a mesma finalidade vão ser encerrados?).

A “pergunta que não quer calar” ou as perguntas que devem ser feitas agora são:

Onde estão os petistas irados e incansáveis que lutaram tanto contra o “Zé Pedágio”?

Onde estão as passeatas, os protestos, as carreatas, os gritos de indignação, os xingamentos e as “bolinhas de papel”?

Onde estão os “combatentes da liberdade” para impedir esse absurdo em um país com a mais alta carga de impostos do mundo?

Onde estão os “Blogueiro Progressistas” com seus textos ácidos e ferinos?

Onde está a UNE com sua “combatividade”?

Onde estão os sindicatos com seus protestos veementes?

Certamente estarão abafados e sufocados com verbas públicas e trazendo, bem no fundo do peito, coberto por aquela camiseta vermelha com a imagem do “Che” um grito amargurado e reprimido pela vergonha não declarada ou mesmo pela esperança de arrumar uma boquinha na roubalheira desenfreada que se instalou em nosso país.

E o povo?

Ora… O povo que seja entregue em sacrifício ao novo monstro insaciável petista; o “DIL PEDÁGIO”.

E você, o que pensa disso?

 

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